desentupidoraok

Opinião

OPINIÃO – A barata, o inseticida e o jumento do Saul
Antônio Franco Nogueira: “Apesar de vocês, O Sol”
Há 24 séculos, Aristóteles já sabia: o sujo sempre acusa o mal lavado
Antonio Franco Nogueira: Como dizia a vovó, Deus não dá ponto sem nó!”
Antonio Franco Nogueira: “Isso é com você, do ‘Deus é mais’ aleatório…!”
Antônio Franco Nogueira: “Meu amigo Magela”
Antônio Franco Nogueira: “Como assim, eu e você, com Abraão…?”
UTILIDADE PÚBLICA – “A Carta e a Carapuça: Feliz dia das Mães”
Antônio Franco Nogueira: ‘…Ou pode tremer, chorar, ou sorrir de nervoso à vontade!”
OPINIÃO – Sobre o crente que adora crente que odeia o Salvador da gente

OPINIÃO – A barata, o inseticida e o jumento do Saul

Enquanto você ainda pode respirar – e talvez você precise guardar bem este texto e esta data – ainda que entre ler e raciocinar no que vou dizer exista uma distancia muito grande, me deixe falar com você, que nesse 4 de outubro agiu como uma barata que, por ódio

Antônio Franco Nogueira: “Apesar de vocês, O Sol”

Como com a chuva, em que uns a sentem como uma amostra da gloria de Deus sobre seus corpos, e outros apenas se molham, como já se houve dito, também com este texto, que trás de forma extraordinária uma manifestação dEle sobre Sua insatisfação sobretudo para com alguns do Altar,

Há 24 séculos, Aristóteles já sabia: o sujo sempre acusa o mal lavado

Em Brasília, num intervalo de quarenta e oito horas, ruiu o argumento que sustentava a resistência do Supremo Tribunal Federal a um Código de Ética: o de que a lei, sozinha, já basta. Na terça-feira (1º), o procurador-geral Paulo Gonet apontou dupla nulidade na investigação que o ministro André Mendonça

Antônio Franco Nogueira: “Meu amigo Magela”

Era década de 1960, acho que eu contava 8 ou 9 anos quando em criança no distrito de Coqueiros do Paraguaçu, em Maragogipe, de onde sou natural, sempre que minha falecida mãe me levava para passar algumas longas temporadas na casa da minha avó, e a televisão começava a chegar

OPINIÃO – Sobre o crente que adora crente que odeia o Salvador da gente

Diz o ditado popular antigo, e só quem não sabe disso, ao que parece, é o cristão brasileiro que idolatra inconsequentemente e até incondicionalmente a nação israelense, que “quem meu filho beija, minha boca adoça”. E, conforme imagem que correu o mundo no último domingo (19), quem deu exemplo de