
Vamos começar assim: primeiro, depois de olhar para tuas digitais impressas nos teus dedos, mais nítidas no dedo polegar, volte e olhe contemplativamente para a foto aí acima, se deixando considerar que essa semelhança, que talvez você ainda não tenha notado e já esteja te fazendo delirar com isso dessa concatenação em tudo desde nós, à todo o mais criado a nossa volta, do micro ao macro, de baixo e de cima, mas que te falarei hoje de apenas uma amostra disso tudo, que é do que fui incumbido fazer, então sua nobre pessoa concordará que o comando que recebi para te mostrar o que vai se seguir não se trata de coincidência alguma “da natureza”. Depois, veja como estou sendo cobrado que te escreva logo sobre tudo o que você está para saber sobre esse tema, visto que, depois de mais de uma semana entrando e saindo da minha sala, dia após dia, como um cachorro que corre atrás do rabo, sem nada de começar a escrever, quando então recebo uma visão onde me vejo sentado e jogando baralho muito descontraidamente. Ao recobrar os sentidos, logo não me foi difícil de concluir que se tratou essa visão, duma puxada de orelha, onde está claro Àquele que quer falar com você por essa mensagem, me mostrando que, ao invés de partir logo para escrever, eu estava era desperdiçando o tempo – a não ser que para você, passar horas e horas numa mesa de baralho possa render alguma coisa para alguém. O que nos diz que o caso é mais do que serio e mais do que urgente. E como manda quem pode, e obedece quem tem juízo, ‘vombora’.
Observador que sempre fui, de que as árvores de contínuo querem nos passar alguma mensagem da divina criação e com minha alma chorando ao avistar aquele caminhão abarrotado de toras de madeira, que estava sendo parado numa blitz da polícia rodoviária federal, num vídeo que “do nada’ me enviaram, jamais imaginei que estava para presenciar uma imagem que era uma incontestável aprovação do Deus da perfeição à minha inquietação com que, somado a minha resistência ao desmatamento inconsequente, as árvores têm sim muito mais a ver conosco e nelas há muito mais mensagens do Criador para nossas vidas do que muita gente pensa; o que me levou a entender que não, não foi por qualquer acaso que o vídeo me havia sido encaminhado. E quando vi aquele policial sacar do bolso um aparelhinho e com ele extrair uma pequena porção, uma “raspa de unha”, de madeira de uma das toras, e dele receber a informação não somente de que tipo de madeira se tratava, do nome popular ao científico, mas também da região de onde aquela carga havia sido extraída, por pouco eu não levantei dessa cadeira de rodas e saí andando e gritando Louvado seja Deus! Na hora, com uma passagem bíblica na mente, das tantas que há nas Escrituras falando disso, como em Marcos 8, que diz que (…) tomando o cego pela mão, levou-o para fora da aldeia; e, cuspindo-lhe nos olhos, e impondo-lhe as mãos, perguntou-lhe se via alguma coisa. E, levantando ele os olhos, disse: Vejo os homens; pois os vejo como árvores que andam (Marcos 8: 23,24), não tinha como não me lembrar de como a policia, pelas digitais que os criminosos deixam ao tocarem em objetos na cena do crime, identifica o nome e de onde àqueles indivíduos são naturais e vai bater na porta dos caras. E também na hora fui pesquisar e encontrei, entre tantas outras, a informação de que é também dessa forma que a Ciência ajuda no combate aos crimes ambientais. Coincidência? Com certeza não! Mas vamos de mais um pouco da semelhança que temos com esses vegetais: como na gente, que temos as digitais formadas por camadas na nossa derme e epiderme, também nas árvores suas digitais – extraordinariamente expostas nos anéis de crescimento, conforme você vê ai na imagem, são formadas por camadas que, para não deixar espaço para a turma do contra, muito se assemelham às digitais humanas e não somente isso, mas, como conosco que, entre mais de 8 bilhões de indivíduos que há no planeta, nenhuma das digitais se repetem, nem mesmo as digitais de irmãos gêmeos idênticos, pasme, também nas árvores acontece o mesmo: cada estrutura de identificação de cada planta é única, exista a quantidade de plantas que existir. E se você não sabe, ainda falando com o pessoal do contra, segundo a Ciência – em quem essa turma confia mais do que na existência de Um Criador de tudo isso, há no mundo nada menos do que 3 trilhões de árvores, logo muito mais árvores do que estrelas na nossa Galáxia, que, ainda conforme a Ciência, conta com (apenas?) 400 bilhões de estrelas, e cada uma, digo das árvores, com seu sistema de identificação único: cada pessoa com sua digital exclusiva e cada árvore – mesmo havendo 3 trilhões delas, também com a sua! E, vamos combinar, somente sendo muito “das Galáxias” para fazer uma coisa dessas, ou não? E sim, preste mais atenção à floresta, que você irá se espantar ao perceber o quanto que ela fala sobre mim e sobre você; ou melhor, o quanto que elas são como nós e nós como elas. Além disso, muito oportunamente, se essas informações estiverem mexendo com você, imagino como ficará o teu coração ao saber que, assim como em nós com o sangue, que precisa circular em nosso corpo para que a gente continue vivendo, nas árvores a sua seiva se movimenta, subindo e descendo, circulando, pelos tecidos vegetais, ou então elas secariam. Tá bom pra você?
Pois esteja atento/a que é as usando como metáfora, para quem não passou batido nesse “detalhe” ao meditar nas Escrituras – e ainda mais ligado nisso deve está quem sequer tem uma Bíblia, que Ele nos mostra quem no fim das contas valerá muita coisa e quem não valerá coisa nenhuma – vá lá que seja pela humildade e reconhecimento da Sua soberana existência e poder ou pela arrogância e desprezo à força d’Ele – o que até me lembra d’Ele num papo reto com uns poderosos da época, e porque não dizer dos de hoje, que se acham alguma coisa perante Ele, te lembrando, olha só, que se tratam de árvores, cada um a quem Ele se refere: (…) Abre, ó Líbano, as tuas portas para que o fogo consuma os teus cedros. Geme, ó cipreste, porque o cedro caiu, porque os mais poderosos são destruídos; gemei, ó carvalhos de Basã, porque o bosque forte é derrubado. (Zacarias 11:1,2). A menos que para você, tanto em Zacarias quanto em Ezequiel aí adiante, o nosso Criador, mesmo para quem O resiste, não esteja falando coisa com coisa, ou apenas conversando com um monte de “pé de pau”, quando Ele diz que (…)Todas as árvores do campo saberão que eu, o Senhor, faço cair a árvore alta e faço crescer bem alto a árvore baixa. Eu resseco a árvore verde e faço florescer a árvore seca. Eu, o Senhor, falei, e o farei. (Ezequiel 17:24). Ou seja, o que Ele está dizendo é que Ele humilhará os que se exaltam e exaltará os que se humilham. Pois é, acho muito pouco provável que, se esse mistério envolvendo nós e a criação vegetal for novidade para você e isto esteja mexendo contigo, se você não for incrédulo do nível dos judeus que O viram no pau do nariz, mas que mesmo assim – isso sem citar da conveniência política e econômica que envolvia o interesse deles – quem tem ouvidos ouça -, que os levaram a resistir ao poder e à essência que estava n’Ele como filho do Deus Criador, que até os dias atuais O rejeitam, depois de hoje, (isto para quem ainda não havia “notado” essa maravilha de grito de Deus a nós pela vegetação) sua nobre pessoa vá olhar para uma planta dessas com a indiferença de antes. Do mesmo modo, ainda falando dos judeus e sua resistência descarada a Jesus como O Salvador enviado pelo Todo-Poderoso, e considerando que aquela é uma passagem que ainda intriga tanta gente, e já que há também naquele gesto um extraordinário enigma, aqui me referindo ao ato d’Ele, de cuspir nos olhos do cego e com isso lhe fazer enxergar, eles, digo os judeus, que muito bem sabiam o que é que aquele gesto, aparentemente nojento, representava, mas que mesmo assim continuavam com resistência a Ele, foi feito daquela forma para mostrar a eles que Ele era mesmo quem dizia que era, o Unigênito filho de Deus (bem mais do que primogênito, filho único que era), uma vez que fazia parte da cultura deles, e para mim, mais uma das “pegadinhas” do Criador dos enigmas, reconhecer um filho primogênito pelo poder terapêutico da sua saliva que, acreditavam, e se acreditavam é por que eles estavam acostumados a presenciar as curas que somente a saliva dum filho primogênito carregava em si, uma vez que ao ter contato com Sua saliva os olhos daquele cego passaram a enxergar. É por isso que rolou o cuspe que há tanto tempo intriga quem lê aquela passagem e tem feito “escorregar” tantos pregadores. E sim, sendo Ele quem era claro que Ele não carecia de invenção nenhuma para que qualquer milagre acontecesse – lhe bastando apenas querer e isso sem nem dizer palavra ou fazer gesto qualquer – não se esquecendo de que, entre todo o mais de mistério que esteja embutido na situação, sabendo Ele dessa crença envolvendo os filhos primogênitos e que a coisa funcionava mesmo, no sentido de Ele, na direção de eliminar qualquer chance de qualquer um dali depois vir dizer que quanto a isso era inocente, mostrar de forma incontestável aos incrédulos sobre quem Ele se tratava e a Quem eles estavam rejeitando – quem tem ouvidos, ouça. E assim foi. Mas, como é de conhecimento comum, não adiantou. Mas um dia saberão o mal que fizeram a si mesmos, não tenha dúvida.
Desvendado o mistério da saliva terapêutica, de novo, para “dor de cabeça” dos antagônicos dessa nossa época, voltando ao tema da mensagem, da nossa intrínseca relação com as plantas e trazendo à tua alma a lembrança do quão metafórico que O Criador é, eu te pergunto: considerando que sua pessoa a conheça, e sabendo que no geral o natural é a seiva duma árvore ter a cor esbranquiçada, amarelada ou transparente, você acha que uma árvore que, descartadas as similares que houver e que naturalmente não tem a mesmas propriedades, quando sofre algum corte mina uma seiva na cor vermelho sangue, mais precisamente uma chamada “Sangra-d’água (ou Sangue-de-dragão)”, aconteceria por qualquer acaso ou ‘obra da natureza’? E se eu te disser que não é coincidência nenhuma, e que foi feita assim por puro caso pensado, e que essa seiva, como a saliva do filho primogênito de Marcos 8, também tem um extraordinário poder terapêutico, conforme depoimento duma infinidade de pessoas, às quais você pode checar Internet a fora, e de indivíduos que tinham os mais variados tipos de doença, que depõem que se encontram curados (só não me pergunte por que eles, digo os da medicina farmacêutica institucional ainda mais, não falam disso, que essa resposta só acontecerá no dia do Juízo (…)Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal – 2 Coríntios 5:10 -, ainda que nos seja fácil deduzir), você repensaria tua incredulidade? E veja que ainda cabe te lembrar dos nutrientes de que precisamos para vivermos com boa saúde dispostos na biodiversidade, com suas peculiaridades em cada planta, assim como em cada legume e verdura, como também nas frutas, sem que a gente precise pisar os pés numa farmácia. E para dá uma provocada, veja a Cenoura, que é excelente para os olhos: dê um corte em uma delas e dá uma olhada para o lugar do corte, e veja como parece. E se prepare que, se sua pessoa Lhe perguntar sobre o que eu estou te dizendo, já que, se você se lembra, Ele me advertiu quanto a perda de tempo com minhas idas e vinda sem começar logo a escrever, me cobrando a construção do texto que você está lendo, a resposta à tua pergunta virá. Só esteja atento/a quando ela vier. E sim, essa árvore não está aí para uma contagem comum entre as outras, não à toa a seiva vermelha, e não é dum vermelho aguado não, mas dum vermelho forte, VIVO, como sangue mesmo, que entre tantas outras enfermidades que quem fez uso dela está dizendo que cura, se aplicada diretamente na pele fecha feridas e estanca sangramentos assim que é aplicada ao ferimento, e mesmo que os depoimentos apontem que pessoas foram curadas de enfermidades diversas, esse detalhe, da ação curadora da seiva sobre feridas e estancamento de sangramentos e se a ideia é evitar o esvaimento de sangue, e já que Ele não perde a oportunidade de aplicar em tudo Suas simbologias, não houve como eu não me lembrar de Levítico, que diz que sem sangue nada feito, (…)Porque a alma da carne está no sangue, pelo que vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pela vossa alma, porquanto é o sangue que fará expiação pela alma. (Levítico 17: 11). Logo, se o sangue se perde e lá se vai também a vida, esse arrodeio feito por essa planta que sangra e cura o sujeito justamente da perda de sangue, ela que, ainda dito pela própria Ciência, combate o estresse oxidativo; protege as células contra o envelhecimento precoce; estimula a regeneração dos tecidos, e tem poder antioxidante, pasme, 1.300 – isso mesmo, 1.300 vezes maior do que o da laranja, eu não sei você, mas eu que não vou deixar cair no chão uma “raspa-de-unha” sequer do que O Criador disso tudo quer falar conosco através duma metáfora desse grau em tamanho embutida na Sua criação vegetal, que, sabendo como sabemos de tanta maldade e gente ruim nesse mundo, que tanto enche nosso coração de tristeza e perguntas sobre aonde isso vai parar, para mim, ter revelado a quem estiver atento uma coisa dessas, bem o meu caso, tem sido como o que sente uma pessoa que, sozinha, está em alto mar se afogando e de repente vê surgir na frente dela uma boia salva-vidas: enche o coração de esperança. Ou não?
(…) Quanto ao homem, os seus dias são como a erva, como a flor do campo assim floresce. Passando por ela o vento, logo se vai, e o seu lugar não será mais conhecido. Mas a misericórdia do Senhor é desde a eternidade e até a eternidade sobre aqueles que o temem, e a sua justiça sobre os filhos dos filhos; Sobre aqueles que guardam a sua aliança, e sobre os que se lembram dos seus mandamentos para os cumprir (Salmos 103: 15-18). Fala sério: com tudo o que você vem acompanhando disso, de O Criador nos chamar a atenção para a vida vegetal e da relação dela conosco, lendo essa passagem dos Salmos 103 aí, dá pra ignorar esse “detalhe” que, quem sabe, até aqui você estava despercebido/a? Ou é o caso de temer, tremer, louvá-Lo e pedir perdão, pela leitura desleixada da tua Bíblia, senão a falta de qualquer mínimo tempo de leitura, já que está tudo lá e por isso mesmo a ordem não é ler, mas meditar? Depois dê ‘uma matutada’ nisso.
Inclusive, esses dias eu estive conversando com uma crente, que já me confessou que não é dada a ler as Escrituras, que está construindo uma extensão – que nada tem a ver com qualquer puxadinho tupiniquim, de sua casa, e para melhorar, no sentido de favorecer o rumo da conversa que eu tinha em mente puxar com ela, essa extensão está sendo erigida diante duma pequena floresta. Há lá uma diversidade de árvores tal, que se eu fosse numerar aqui ocuparia umas boas páginas desse texto. E eu só olhando. Ela, que bem conheço e sei que não é das que recebem bem qualquer exortação, balançou a cabeça com semblante pensativo duma aprovação que não dava para esconder a preocupação na sua feição ao me ouvir falar sobre que O Deus Altíssimo grita a nós através de cada uma daquelas árvores, se vendo obrigada a concordar sobre que, já que ela foi agraciada com o dom da leitura, o que não acontece com todos de sua família – para não haver desculpa de que não sabia ler quando for inquirida pelos Anjos, deixar de dividir o tempo que está investindo tanto com o cuidado para com a casa onde mora, quanto com a nova construção, pelo seu deslumbre que vi com o resultado que está vendo surgir da nova obra, com o devido tempo que precisa investir também em buscar entender O Deus que diz adorar, e mais ainda, no também vislumbrar, e esse sim, um vislumbre louvável, ainda mais para com a promessa d’Ele de que há uma Casa que Ele está preparando para quem não se esquece d’Ele e não O coloca em segundo plano, isso quando nem em plano nenhum, em suas vidas, seria um erro sem medida para quem já sabe “que o céu não é perto” e que a orientação é que (…)Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem-sucedido – Josué 1:8]. E olhando para umas árvores, e olhe que não lhe disse nem dez por cento do que você está lendo e deu o resultado que estou te contando – lhe dizia que na diferença que ela via entre a forma duma e outra planta, ainda que da mesma espécie (eram três pés de manga espada, duas delas de fruto muito doce, conforme ela dizia, mas a outra de fruto muito azedo), está O Criador mostrando que assim como acontece com elas, acontece com a nossa natureza e Ele as está usando para nos advertir sobre isso: somos filhos (em tese – sugiro depois ler “O que de fato aconteceu no Éden”) do mesmo pai, mas em nada somos iguais ainda que nos pareçamos. Por isso, numa mesma casa um filho tem um comportamento admirável, já o outro, detestável. No entanto, voltando às árvores, diferente de como acontece conosco, que nos machucamos quando somos contrariados ou entendemos o nosso espaço sendo invadido, com as elas isso não ocorre. Que, segundo a ciência botânica – já que a ideia é prestarmos atenção na criação vegetal, há uma simbiose extraordinária, uma harmonia que é uma bofetada na nossa cara, entre esses vegetais e os fungos no subsolo, longe do nosso olhar mas que ela, a ajuda mútua entre eles, está lá, onde fungos e bactérias, falando a você de forma precária, trocam nutrientes com as árvores e as árvores com eles, tudo pela sobrevivência de ambos e, por tabela – na verdade, e principalmente, para a nossa sobrevivência, para vergonha nossa já que a gente, desde o desconhecimento sobre “essas coisas”, não nos fazemos de rogados quando decidimos, sem que haja necessidade de fato, meter o machado nelas. E sabe o nada engraçado disso, aqui pensando com meu olhar humano na aparência dum fungo que se beira à raiz duma árvore tanto grande quanto bonita, e disso a troca entre eles acontece? É que entre nós, quando alguém de aparência “inferior” começa a beirar alguém de aparecia – eu disse Aparência “superior”, não há quem discorde que aconteça no ato, duma olhada feia a uma torcida de nariz, como se os de “melhor aparência” não precisassem de ninguém! E nem sei por que lembrei aqui de quando acontece greve de garis. Somado a isso, de novo para nossa vergonha, árvores há, ainda conforme a ciência da área, que ao perceber uma planta adoentada estende suas raízes até tocar nas raízes da planta enferma com o fim de lhe servir nutrientes e sará-la da enfermidade; e outras que, mesmo que precise de espaço para se fortalecer, ao notar perto dela outra planta da mesma espécie, que também precisa de espaço, não estende suas raízes para o mesmo lado em que está a sua semelhante, por que entendem que também esta precisa de crescimento (e olhe que elas nem tem cérebro – como a gente pensa que tem (!). E tem ainda as que, por ter muito crescido, e captarem e armazenarem muita luz solar (eu não sei como ficará a cara da gente com tanta bofetada quando esse texto acabar) compartilham o carbono adquirido com as espécies que estão abaixo delas e por isso não conseguem receber a luz do sol – parece que sabem da Escritura que diz que, quem dá alívio aos outros alívio também receberá, conforme escrito em Provérbios 11:25. (e te ocorre alguma coisa, do que acontece no coração e o tipo da cara, de desprezo talvez, mas via de regra é de superioridade, que faz alguém que pensa que está por cima da carne-seca e olha para alguém que esteja por baixo, tipo “a seus pés”, dos de entre nós, os que ‘temos’ cérebro?) E tome-lhe bofetada, já que a proposta de Quem a nós e também a elas criou, na verdade uma desconcertante lição que até me dói os ossos da cara, é nos lembrar de que a proposta desde o inicio de tudo sempre foi que elas transformariam o gás carbônico que iriam captar do ar e a água que receberiam com a ajuda dos fungos em suas raízes, que é a comida delas, e transformariam tudo no oxigênio de que a gente precisaria para respirar. Logo a gente, que não soltamos as mãos do cabo do machado. E aí, gostou da engenharia desenvolvida somente pra você continuar aí batendo o zói? E se você se lembra da harmonia que rola lá embaixo para que a gente aconteça aqui em cima, essa agora, que os caras do setor chama de “internet das plantas”, veja se te lembra algo, se dito de “Internet” lá embaixo e o fim para que por lá ela é usada, e da Internet cá de cima, e como a criação que se diz pensante à tem aplicado na sua vida e na vida das outras “plantas”? De cá, dono de site de notícia que sou, e conhecedor do tanto de escabrosidade para que essa tal Internet têm sido usada por um monte de “planta danosa”, quando eu li isso e me foi trazido o Dia do Juízo à mente não tive como não expressar um VIXE: vai ser barril…! E não houve como não me lembrar dessa escritura, (…) Pois todos nós devemos comparecer diante do tribunal de Cristo, para que cada um receba de acordo com as obras praticadas por meio do corpo, quer boas, quer más. (2 Coríntios 5:10), e também dessa: (…) Esconder-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? Diz o Senhor. Porventura não encho eu os céus e a terra? Diz o Senhor. (Jeremias 23: 24). Aliás, O vendo dizer que Ele enche “os céus e a terra”, pensando no que dá a tônica a esse texto, te ocorre alguma coisa? Mas, caso não, não se aperreie não, que te confesso que essa foi uma revelação que vou dividir contigo agora, que acabo de receber, nesse exato ponto do texto, logo que inseri nele essa passagem de Jeremias 23. E saiba que vibrei um monte, parecendo uma criança que viu o mar pela primeira vez! E por que vibrei tanto? Porque desde minha conversão, há 11 anos, que leio esse versículo, e tantas vezes que até perdi a conta, tendo inclusive separado no meu coração esse como o meu versículo de bolso e cabeceira, para ter sempre na minha alma, que Ele está diuturnamente me olhando, o que me faz ter cuidado com meus passos, como o filho peralta que teme fazer peraltice diante do pai que lhe dá aquela velha olhada de canto de olho diante da iminente perpetração de algo errado pelo moleque, mas nunca “notei” o que queria dizer isso de Ele “encher os Céus e a Terra”. É também por isso, e essa é a revelação, de Ele encher o Céu e a Terra, entre todo o mais em que Ele está presente, que Ele se compara a um Cordeiro…, a uma Pedra…, a um Leão…, à Luz…, à Água…, ao Vento [não confundir com todas as ventanias, furacões, terremotos e catástrofes similares, que I a Reis 19: 11, 12, mostra de quem é essa arte em alguns desses momentos – já ouviu falar de sabotagens e com qual intenção quem sabota às pratica, pois é!]; a uma Semente e, claro, também a uma Árvore, conforme em João 15. Logo, se comparar a uma Árvore e nos chamar de árvore, com tudo o que temos acompanhado até aqui, para mim não é qualquer coisa não; a não ser que você ache que Ele ter dito: (…) Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador (João 15:1), Ele disse só por que achou bonitinho a comparação. E, olha, eu preciso ainda te dizer, que a sensação que estou sentindo nesse exato momento em que te escrevo sobre o revelado nesse “detalhe” escondido no fechamento desse verso, o 24, de Jeremias 23, é algo que até me dói o coração, na verdade uma sensação muito gostosa no peito, como que o meu coração quisesse sair pela boca sem que isso fosse causar a minha morte – por isso o “muito gostosa”, porém, pena que ela ainda não me parece completa; então a minha esperança é a de quê você também sinta ao menos um pouco dessa alegria, quem sabe no teu caso como sentiu aquela pessoa que se afogava em alto mar e “do nada” viu surgir em sua frente uma boia salva-vidas. Sim, que isso de Ele está em tudo o que a gente vê e também em que nem pode alcançar as nossas vistas, mas que Ele está lá, só não me trás uma alegria maior, e sem dúvida também não a Ele, e a Ele ainda mais, já que foi d’Ele a ideia de vir aqui escrever sobre essas maravilhas a você, por causa de pessoas que, mesmo sabendo que de tudo que se pode ter conhecimento que está criado está n’Ele e Ele em tudo, se por causa dalgum desapontamento com pessoas ou consigo mesmo ou se por pura dureza do coração eu não seu, Deus sabe, não têm aberto um mínimo espaço em seus corações para, pelo menos, fazer um teste de como será senti-Lo dentro delas. E o problema disso, é que Ele encher os Céu e a Terra e não encher todos os corações, não encontrar espaço nos corações que Ele criou, não deve acabar nada bem para quem estiver na outra ponta da corda, achando que está mandando bem somente por que – ainda – sente a corda frouxa. Mas como a mim não cabe o juízo, vais só o aviso.
[Ah, e me permita, sobre o que representa isso, de Deus encher o Céu e a Terra – e isso, se for o caso, eu disse, se for o caso, te ajudará numa compreensão mais rápida da profundidade do significado disso – e sim, vou fazer isso por que fui lembrado de que Jesus muito usou de analogias para ‘facilitar mais as coisas’, se é que você me entende; é que ontem aqui em casa, durante uma reunião, com presença de um pastor, com 30 anos no Evangelho, e + cinco pessoas, num escritório de 9 metros quadrados, com paredes de vidro com vista para muito verde lá fora, e dentro dessa pequena sala essas pessoas + seis cadeiras de variados tamanhos, aparelho portátil de ar condicionado, computador, tela de monitoramento eletrônico, um filtro grande de pé, estante de gavetas, um arquivo de aço, tudo o que é natural a um escritório; o lugar porém estava entupido de coisas e gente. E ao colocar na mesa isso dito em Jeremias, de Ele encher o Céu e a Terra, e não obter nenhuma resposta sobre o significado, e então perguntar se o lugar onde estávamos estava cheio ou vazio, e receber a resposta de que naturalmente que estava cheio, pedi então que olhassem para fora e imaginassem tudo o que é natural ao Céu e à Terra que compreenderiam o que O Deus Altíssimo está dizendo na segunda parte do verso 24, de Jeremias 23. E ganhei o dia quando olhei para o pastor e vi a cara de espanto que o moço fazia somente olhando pensativo as árvores lá fora e depois voltado o rosto para mim, dizendo encantado, que “glorificado seja Deus”. Conclusão: tá na cara, o que falta é a gente querer enxergar]
E sobre sentir ao Salvador dentro ou diante de si, pelo estranho que realmente pode parecer para alguns, às vezes penso que deve ter alguém sim, que ri de mim, só não teve coragem de me dizer, das pessoas, ao me procurarem para chorar suas pitangas, pelo desapontamento que teriam sofrido com outras pessoas humanas e no fim, se foram se queixar disso teriam sido discriminadas e não compreendidas e naturalmente que mal recebidas, quando os motivos não forem outros, às quais, o que está disponível também para você se quiser testar, eu sempre sugiro colocar duas cadeiras no quarto donde estiverem e sentar-se numa e imaginar que O Deus Todo-poderoso e Criador dessas coisas todas está sentado na outra, mas crendo que Ele está de fato ali diante delas (mistério que começou na loucura da Cruz, uma árvore transformada no Seu instrumento de tortura, e então Ele preso à nós e nós, os que de nós crermos, presos à Ele, logo não seria nenhuma novidade essa intimidade), e então fale, chore de soluçar ou nem fale nada que mesmo assim Ele a compreenderá, por visto que nem sempre vale o que sai da boca, mas sim o que está no coração, e depois avalie se seu coração não estará mais aliviado, como uma criança que ao acordar no escuro depois dum pesadelo, vê a luz ascender e o pai chegando à beira de sua cama. Mas, além disso, que para também você pode parecer loucura, por entender que seria inimaginável pensar n’Ele dentro do teu quarto, e você for dos que somente acreditam no que é palpável, o que você me diria se eu te dissesse que, quando você estiver sentindo algum desconforto, seja físico, emocional ou espiritual, se você abraçar uma árvore, por visto que também para isso elas foram feita e que em retribuição a esse abraço, mesmo que detentor de cérebro e sistema nervoso central seja você e não elas, ao “sentirem” o teu abraço isso causará nela uma reação química que provocará no teu organismo uma redução dos níveis do hormônio do estresse, o cortisol; te trará uma sensação de paz, com a liberação de oxitocina, acalmando o teu sistema nervoso; promovendo alívio da ansiedade; fortalecendo o teu sistema imunológico, com a liberação duma substancia que atende por Fitocidas, e por aí vai? Também riria ou faria o teste e por enfim perceber que Ele nunca esteve tão distante de você como você andou pensando, e na verdade Ele sempre quis estar não somente no teu quintal, mas principalmente dentro de você, continuaria rindo de mim ou louvaria Àquele que sempre pensou tudo isso por você e por mim, quando nos criou e a elas? E ainda tem mais, que eles constataram também que elas conversam entre si no subterrâneo não somente quando se sentem ameaçadas, mas que elas têm algum ‘sentimento’ sim, o que explica a reação química que nos alcança quando às abraçamos. No que eu muito acredito.
Pois é, e olhe que a mesma ciência que descobriu tudo isso, é a mesma ciência que diz que as árvores não pensam, mesmo que eles digam que na mata, quando uma árvore é atacada por insetos elas expelem uma substancia de defesa e não somente isso, mas dizem também que através de suas raizes elas avisam as outras da presença desses invasores agressores no entorno. Pode? Pois pode! E acontece!

E ainda falando dos enigmas que nos liga às árvores – na verdade isso é extensivo à tudo no tocante a vegetação, mas como não é a proposta falar dessa turma aqui, digo das “ervas daninha’ de que a gente conhece muito bem que estão por aí, que foram semeadas no meio de nós – depois leia Mateus 13: 24-30, a parábola do Joio e o Trigo, e se não te ficar claro, depois leia mesmo o texto, “O que de fato aconteceu no Éden”, que as escamas carão de teus olhos, ervas daninha que não é difícil de se reconhecerem como tais, o problema é que mesmo sabendo quem são elas jamais se autodenunciarão, mas que a nós não cabe esse julgamento, porém sim aos Anjos no dia da Colheita -, só para você entender que esse negócio das árvores conosco não é nenhuma brincadeira de criança, e somado a isso vem que sobre elas, que somam milhares de anos de vida – eu disse Milhares, o que indica que também essa longevidade não é por acaso que exista mas para nos dar uma dica de quando Ele fala de “viver eternamente” até através desses vegetais que, assim como a gente, também respiram (se ligou, as árvores também respiram, senão também morreriam, então pare com essa babaquice de pintar de branco os seus troncos só para ‘embelezar’ o teu quintal), ainda teria para te dizer, se considerando o disposto em Gênesis, que diz que (…) Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama. (Gênesis 6:4), por que se há essa ligação delas, digo das árvores comuns, em medida de tamanhos e há essa citação desses gigantes dito gerados pelos “filhos de Deus”, de Gênesis 6, acredito que as Sequoias gigantes da Califórnia, nos Estados Unidos, que além da altura absurda, de um prédio de mais de 30 andares, de 90 a 100 metros de estatura, podem passar de 3 mil anos de vida, certamente ainda tem muito o que nos contar! E ainda ia discorrer sobre outra coisa, mas para não crescer ainda mais o texto, vou deixar por tua conta a conclusão sobre isso que, assim como me faz parar para pensar e até sorrir de canto de boca deslumbrado com isso, que as vezes curto pacas pensando que seja o Pai brincando de pega-pega com os filhos, enquanto usa isso para passar Suas mensagens para nós, não vejo outra coisa senão um apontamento de que, apesar de improvável para o entendimento dos homens, não haverá nada que possa impedir que aconteça a prometida Ressurreição, que é, como assim, isso pode acontecer que, na busca pela Luz um filete de grama consiga renascer de sob um piso de quase 8 centímetro de concreto que foi aplicado sobre o que restou da raiz dela, sendo ela uma planta tão frágil; se para você isso é algum acaso, ou algo que a Ciência consiga explicar, ou nada mais nada menos do que uma amostra sobre em quem está de fato a força e o poder, se na ação do Homem ou na de Quem o criou e criou também a grama.
Nas Escrituras Jesus se compara à Luz e mostra que as árvores buscam a luz (observe as árvores menores que foram plantadas embaixo de outra já bem crescida como a menor se curva para o lado procurando a luz) para se alimentar e crescer não por qualquer acaso, mas para meter nas ventas “dos queixo duro” um cruzado de esquerda (?), como faz o boxeador que quer nocautear aquele que o resiste: sem Mim, o Sol da Justiça, ninguém terá vida em si mesmo. Ou você nunca ouviu a Medicina dizendo que sem vitamina D no organismo o corpo adoece, ou nunca percebeu que essa é outra das ‘curvas’ que O Deus da Criação e salvação gosta de fazer para mostrar que tudo pode ainda se endireitar, e quem tá frio ainda pode esquentar? Ou sua nobreza nunca soube que até na cadeia, os condenados tem garantido um banho de sol de duas horas por dia para o corpo não perecer? Enquanto há vida, há esperança…!
Enfim, era isso. Te provocando a que não mais ande por aí com a cara pra cima e passe a olhar atentamente para os lados, eu só queria te trazer a essa reflexão de que O Deus que nos criou e criou a tudo o que há, que andam colocando dentro duma caixinha e a pondo lá em cima do armário mais alto ‘da casa’, longe do alcance de quem ainda ‘é criança’ – quem tem ouvidos, ouça, está mais perto de você do que você pensa e não somente perto, mas batendo na porta e querendo entrar. Abra!
(…)O Espírito do Senhor Deus está sobre mim; porque o Senhor me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;
A apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes;
A ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê glória em vez de cinza, óleo de gozo em vez de tristeza, vestes de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantações do Senhor, para que ele seja glorificado. (Isaías 61:1-3)
Jesus é bom!
Antonio Franco Nogueira – a serviço do Reino eterno!


