CIDADE DO SABER

Antônio Franco Nogueira: “Apesar de vocês, O Sol”

Antônio Franco Nogueira: “Apesar de vocês, O Sol”
(...)Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. (1 Coríntios 2:14). Ilustração Google

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Como com a chuva, em que uns a sentem como uma amostra da gloria de Deus sobre seus corpos, e outros apenas se molham, como já se houve dito, também com este texto, que trás de forma extraordinária uma manifestação dEle sobre Sua insatisfação para com alguns, haverá quem o entenderá, temerá e buscará se ajustar, mas também os que, naturalmente que, insensíveis a qualquer sentimento, apenas o lerão. Se o lerem. E vida que segue. Até um dia.

Fato é que eu tenho recebido dos altos Céus uma tarefa nada fácil de cumprir por conta de que não poucos são os ouvidos moucos, aos quais eu tenho que falar. E pelos quais, mesmo assim, tenho orado para que quebrantem seus corações e se libertem da loucura de se acharem ser qualquer coisa sem a presença de Deus em suas vidas. Contudo, por causa da resistência, até que eu seja impedido por Àquele que me tem mandado te escrever, até porque eu bem sei pelo que Ele mesmo tem me mostrado, que essa minha insistência pela salvação de suas almas tem me sido imputada como Justiça, continuarei tentando passar a mensagem, e quem ouvir ouviu e quem torcer o nariz que torça. E não, não pense inicialmente se tratar de qualquer contradição o que será dito aqui, que isso passa longe da realidade – e esteja atento/a a isso, para que você, por causa de possível confusão criada por tua própria precipitação, no fim não acabe ficando parado/a no ponto no meio do nada onde mais “ônibus” nenhum jamais passará.

Isto posto, para quatro personagens é que será escrito o que me foi dito pelos enigmas, que primeiro te contarei os três e depois os traduzirei, de modo que te fique claro que isso não é coisa duma pessoa humana e que sim, tem coisa fora do lugar no que tange ao Evangelho, que precisa ser corrigido: para quem, quem sabe pelos maus testemunhos de alguns, ainda resiste trazer Deus à sua vida nos padrões que Ele propõe; para quem já O tem consigo e frequenta templos ainda que com cismas; para quem deixou de frequentar templos por estranhar a pregação e ou a conduta do pregador; e para alguns dos altares. Porém com ênfase em quem está sobre os altares. E depois, que cada um faça o que achar melhor com a informação que trarei do mais alto Céu ao teu conhecimento. Então, guardando no teu coração a porção que te couber, se ajeita aí na cadeira e “vombora”.

(…) E disse: Ouvi agora as minhas palavras; se entre vós houver profeta, eu, o Senhor, em visão a ele me farei conhecer, ou em sonhos falarei com ele. (Números 12:6)

Primeira visão: Estou no asfalto empurrando um ônibus que me parecia com defeito nas rodas, que hora andava, hora travava; eu, porém, não o empurrava estando atrás, mas com as mãos na lateral dele, e sabendo que eu tinha que forçá-lo a entrar numa rua onde havia uma oficina, por isso eu o empurrava estando na sua lateral e do lado do motorista, era como se não fosse daquela forma ele não entraria na rua da oficina; então noto que não havia nenhum passageiro nele. Então desperto.

Segunda visão: Vejo um ônibus de onde uns bandidos sacavam de dentro dele todas as crianças que nele viajavam, mas não sacavam as mulheres; de repente vejo que uns soldados do exercito matavam os bandidos que haviam sequestrado as crianças. De repente percebo que um dos comparsas dos bandidos, que não estava na cena inicial, mas que de repente aparecia ali, empunhando um fuzil, passa a correr atrás de mim, mas vejo que ele não me alcança. Então desperto.

Terceira visão: Vejo que estou dentro dum ônibus, e noto que a pista está molhada e o tempo fechado, quando de repente vejo que o asfalto começava a secar e uns raios de sol começavam a surgir, clareando a pista. Nesse momento sei que sou um jornalista e que bem de pressa eu tinha que escrever uma matéria dando a boa notícia, do sol, que começava a brilhar; e eu tinha que escrever o título da matéria na bandeira do ônibus, como que apontando o seu destino. Não lembro a frase toda, mas lembro-me de que a palavra Sol tinha que estar nela. Porém, sabia que o motorista iria resistir à ideia de eu colocar a frase na bandeira do ônibus que ele dirigia. E então desperto.

Por entender que aquela exata página das Escrituras não me foi aberta na batida de mão, tipo peguei e ali abri hoje cedo, não aconteceu por qualquer acaso, para te trazer o significado da primeira visão, antes é preciso te dizer do rei Belsazar, de Daniel, capitulo 5, que já embriagado pelo vinho e pelo poder, resolveu manipular os utensílios que haviam sido surrupiados pelo seu avô Nabucodonosor (sim, Nabucodonosor era seu avô e não seu pai – depois estude sobre), do templo de Deus quando ele invadira Jerusalém, para por eles beber vinho com seus convidados e com suas mulheres, que acabou recebendo do Deus Altíssimo, por uma frase escrita na parede do seu palácio pela mão de um Anjo, que Daniel foi chamado a traduzir, uma sentença de que, por causa da sua afronta ao Todo-poderoso, acabava ali o seu reinado. Mas antes de o profeta dizer aquele significado, ele não perdeu a oportunidade de dizer àquele rei, que apesar de tudo o que, por causa da soberba, seu avô Nabucodonosor havia sido levado a experimentar, tendo seu organismo humano sido por Deus transformado no organismo dum animal, e passado ele a viver como um bicho no mato, comendo capim, por sete longos anos, antes de lhe ser restituído o trono, quando enfim reconheceu a sua miserabilidade frente ao poder do Criador (quem tem ouvidos, ouça), e mesmo sabendo disso tudo, também ele, Belsazar, não temeu afrontar ao Deus Altíssimo, da forma como fez. Morrendo, por esse mal feito, aquele rei naquele mesmo dia conforme as palavras do profeta. Ora, se um sujeito não experimentou a misericórdia de Deus, por ter manipulado utensílios consagrados a Ele, o que não acontecerá a quem manipular as almas que Ele fez e que a Ele se consagraram? Vá fazendo a conta aí. Que, como o segundo e o terceiro ônibus das outras visões, também o primeiro ônibus, como eu NÃO estou careca de dizer, representa o Evangelho que, como um ônibus que, conduzido por seu motorista, leva seus passageiros para o seu destino, também o Evangelho, tocado pelo pregador, leva para Casa o povo que é de Deus – eu disse de Deus. Mas, como acontece com os passageiros dum ônibus, que desembarcam pelo veiculo em que viajam não conseguir avançar na viagem, por qualquer defeito que tenha, o que O Espírito Santo está dizendo na primeira visão, e por isso o símbolo do ônibus é usado, é que o mesmo está acontecendo com Seu povo, que está desembarcando da viagem por não verem o Evangelho avançando no sentido de conduzi-los sem atravanques para o seu destino – por isso eu via que o problema estava nas rodas, e por isso eu não via os passageiros no ônibus. E, claro: lembra de que, estando pisando no asfalto, eu tinha que empurrar o ônibus a partir da lateral, como que para forçá-lo a entrar na rua da oficina? Pois é, se no caso dum ônibus na real com defeito de travamento nas rodas, quem o dirige percebe logo e facilmente o problema, e na cena eu tinha que forçá-lo a entrar naquela rua onde o carro seria concertado, e o ônibus está representando o Evangelho precisando de conserto, claro está o Senhor dizendo que esses caras mesmo sabendo do problema não quem saber de conserto nenhum; que só Irão se forem empurrados. Doutra forma Ele teria me colocado na cena empurrando o ônibus a partir do fundo dele e não onde fui colocado – o que estaria dizendo que bastaria um conselho simples, ou seja, apenas um empurrão tradicional, que o sujeito procuraria se emendar e não somente reagirá se for empurrado como eu o empurrava, o forçando a rolar o volante para aquela rua, para buscar o conserto antes de seguir a viagem (quem tem ouvidos…). E por que a mim coube essa tarefa (entenda como escrever esse texto o empurrar o ônibus), por que – com temor digo que, Quem me confia a tarefa tem me visto com os pés no chão, e chão bem pavimentado (baseado no Espírito d’Ele), por isso eu olhava bem eu pisando no asfalto. Agora, o que mostra O Senhor, aos passageiros que, seja por qual motivo seja, estão desembarcando, senão que a vontade dEle é a de que, o que tem que ser consertado, consertado seja, para que os passageiros tornem a embarcar e a viagem prossiga sem entremeios, se a ordem a mim foi a de empurrar o ônibus para a oficina? Para mim claro está que a Ele não está chegando nada bem essa evasão e menos ainda a atitude de quem tem feito muito mal a manutenção do que precisa ser mantido, para que, quem se baseia no Evangelho e não em seja lá qual seja a invenção em que se tem resolvido acreditar não perca a Viagem. Por isto que escrito está, que (…) Eis aqui o que tão-somente achei: que Deus fez ao homem reto, mas ele buscou muitas invencionices. (Eclesiastes 7: 29). Invencionices que tanto tem recebido apoio do crente imaturo, por isso as “crianças” sacadas do segundo ônibus, que foi o sonho que Ele me deu em resposta a oração que Lhe fiz perguntando o que seria depois de publicada a mensagem sobre o que queria dizer o enigma do ônibus e a oficina, apontando que aqueles, a quem Ele chama de “bandidos” (quem tem ouvidos…), ainda sequestrará a consciência de alguns crentes infantis contra mim, porém, à porção madura, que tem lido e entendido o propósito desses textos, não conseguirão cooptar, por isso as mulheres permaneceram no ônibus, mas que a esses, digo os que Ele tem como “bandidos”, caberão a morte – por isso os soldados – do Senhor dos exércitos, lembra? – os mataram (quem tem ouvidos…), e decerto que, apesar de eu não ter visto acontecer isso na cena (então, barbas de molho), resgataram “as crianças”; e haverá quem vá me perseguir com muita força (imagino que, com argumentos contrários veementes sobre o que eu escrevo), por isso o cara, da turma deles, não com um canivete, mas com um fuzil corria atrás de mim, mas que não lhe será permitido me alcançar. E mostra esse comparsa deles representando o falso profeta que ainda se encontra encubado, escondido, que não mostrado a cara, por isso ele não estava entre os que foram mortos pelos soldados, mas surgiu aparentemente “do nada” e tentando contra minha vida. Logo, meu trabalho não será interrompido por esses tipos. E a boa noticia no terceiro ônibus é que, e se você notou agora eu vejo a cena de dentro dele, logo sendo esse pobre servo de Deus que aqui escreve, também um dos Viajantes, onde sou comissionado a te escrever, e escrever logo por que eu não sei, mas Ele sabe, por isso mesmo O Espírito Santo me colocou como um jornalista, e o bom jornalista assim como corre para dar a notícia antes que ela esfrie, não esconde, mas escancara com vontade a verdade do que passou a saber; e agora falando aos desesperançados quanto a que resultado os levarão a Viagem da qual tem desembarcado ou pretendendo desembarcar, que apesar do “tempo” lhes parecendo fechado e a Viagem te parecendo incerta, sem que você enxergue direito a estrada, e ainda falando àqueles que tentarem me impedir de escrever na bandeira do ônibus que eles pensam que tem sob o seu controle, que apesar deles o Sol virá, o Sol aparecerá! Por isso os raios de sol sobre a pista molhada e, logo, até ali escorregadia. Foi isso que eu vi. Foi assim que me foi mostrado. Por isso que escrito está, a quem couber: (…) Porque eis que aquele dia vem ardendo como fornalha; todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como a palha; e o dia que está para vir os abrasará, diz o Senhor dos Exércitos, de sorte que lhes não deixará nem raiz nem ramo. Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o Sol da justiça, e cura trará nas suas asas. (Malaquias 4: 1,2).

E para tampar a panela e fazer ouvir os dos ouvidos moucos – e se Jesus permitiu que chegasse até mim no exato momento do fechamento dessa mensagem, é por que Ele quer que eu, como bom jornalista noticie a também essa Verdade, que é um sonho que Ele deu a uma serva Sua, moradora no interior da Bahia, numa cidade que dista coisa de 553 quilômetros de lá à Salvador – logo isso que você está acompanhando não é um ”privilégio” da cidade donde está saindo esse texto -, onde ela, ao chegar a um culto na sede da igreja em que congrega, e ir ao banheiro antes de o culto começar, banheiro que estranhamente funcionava ao ar livre, e tentar se purificar e olhar para baixo, via muitas fezes espalhadas por cima do vaso e a fossa aberta, como que destampada, e dentro da fossa ela via umas crianças mortas. Ela diz ainda, ela que representa uma porção da Igreja de Cristo com todos os problemas que está sobre ela no que mais diz outros detalhes desse sonho, que devo te trazer noutra mensagem, com medo de também ela cair na fossa, completamente enojada, desistia de fazer o que tinha ido ali para fazer, ou seja, se purificar. Logo, claro está, que naquele lugar não tem como alguém se tornar um crente melhor, senão ela veria ali em separado um biombo limpo, ou minimamente utilizável, e quem têm lá tentado se purificar não tem feito a coisa dentro do menor critério, por isso tantas fezes espalhadas daquela forma; e que, ainda que naquele ministério haja quem tenha vontade de se purificar dentro dos critérios, por isso a irmã que sonhou se recusava a usar aquele banheiro naquelas condições, isso não será possível posto que claro também está, que a imundície (de que ordem eu não sei, Deus sabe) naquele lugar está mais do que na cara, por isso o sanitário, com toda aquela sujeira, era num lugar aberto e não entre paredes; e claro ainda está o Salvador mostrando que, por não olhar onde tem botado o pé, tem crente que, como criança que não olha por onde anda, está espiritualmente morto e, claro, por que está completamente contaminado (a não ser que para você isso não aconteça com uma pessoa que cai dentro duma fossa) mesmo estando na igreja – veja que era a fossa do templo e não a toa era no templo-sede, ou seja, na fonte de tudo, e não a fossa de qualquer outro lugar. E não somente isso, mas essa sujeira toda está cheirando muito mal nas Narinas do Criador, por isso a cara de nojo que ela fazia e o nojo que sentia (quem tem ouvidos…). Pronto, a notícia – e notícia de fonte absolutamente credível, está publicada. Agora, se você fará como quem apenas se molha com a chuva, ou se sente a chuva como a glória de Deus sobre você, está ao teu critério fazer o mesmo também com as informações que acabou de receber. E não, não há qualquer contradição no convite que te faço para embarcar no Ônibus que, quanto a sua má condução tem mesmo maus condutores indo longe de mais. Que, como você acompanhou, onde há necessidade de conserto, mesmo que a contra gosto de alguns, mesmo que empurrados a se consertarem, o conserto acontecerá. Que, como eu te disse, eu vi O Sol clareando a estrada e no Ônibus em que eu me via dentro, diferente do que ocorria com o primeiro ônibus, nesse havia passageiros. Sim, foi assim que me foi mostrado. Contudo, até lá, o que me é mandado te pedir é que você preste bem atenção onde é que você põe ou tem posto o teu pé.

(…) E chegar-me-ei a vós para juízo; e serei uma testemunha veloz contra os feiticeiros, contra os adúlteros, contra os que juram falsamente, contra os que defraudam o diarista em seu salário, e a viúva, e o órfão, e que pervertem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o Senhor dos Exércitos. (Malaquias 3: 5). Sim, isto está escrito no profeta “dos dízimos”.

Jesus é bom!

Antônio Franco Nogueira – a serviço do Reino eterno

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(…)Os olhos do Senhor estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons. (Provérbios 15:3)

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