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Antônio Franco Nogueira: “Como assim, eu e você, com Abraão…?”

Antônio Franco Nogueira: “Como assim, eu e você, com Abraão…?”
(...) Bem-aventurado o homem que põe no Senhor a sua confiança, e que não respeita os soberbos nem os que se desviam para a mentira. (Salmos 40:4). Ilustração Google

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Ainda não entendida as metáforas e muita coisa do que ainda me sucederia, eu me peguei pensando em como é isso de O Criador Altíssimo nomear um sujeito com um histórico de pecado tão grande, como era o meu caso quando Ele me chamou, para dotar-lhe de tão profundos conhecimentos e lhe revelar coisas tão ocultas para alguns e segredos tão intensos que até quando somos levados a eles, nós mesmos, como é também o meu caso, não conseguimos deixar de fazer a pergunta de como assim, isso está acontecendo comigo; como pode uma pessoa tão comum ser destacada para uma coisa tão grandiosa? Mas é como diz o ditado, ‘manda quem pode e obedece quem tem juízo’. Mas, na outra ponta disso, tem também aquela outra máxima, que diz que “quem não ouve aquieta, ouve coitado”. O que pode, nesse caso, talvez, muito comunicar com você. Contudo, ainda que não por qualquer questionamento à Quem nos manda, tanto obedecer a quem tiver que obedecer, quanto aquietar quem tiver de aquietar-se, me atrevi a perguntar em minha mente, se houve algum ocorrido na minha vida – e aqui talvez você também encontre respostas para o que tiver acontecendo contigo ou incentivo para que também você venha a provar dessas experiências, e eis que fui invadido por um turbilhão de lembranças da minha pré-adolescência, como que Ele me dizendo que naquilo está a justificativa para o estabelecimento da amizade d’Ele com minha pobre pessoa (pelo que vai se seguir, até me recordei d’Ele com Abraão, salvo, porém, claro, a devida proporção, me trazido que foi à mente as celeumas dele com seu pai Terah, conforme registros no Midrash [método judaico de exegese (interpretação) e uma vasta coleção de textos sagrados que explicam, complementam e preenchem as lacunas da Bíblia Hebraica – Tanakh], onde li as muitas histórias dos sarros que ele tirava dos supostos deuses do pai, na Mesopotâmia, uma vasta região eivada de idolatria, por causa justamente da inutilidade das estátuas e as comidas que lhes eram inutilmente oferecidas e, depois disso, a amizade que O Deus Criador estabeleceu com ele, Abraão) – aliás, por conta das interpretações dos sonhos que ela sempre me envia, sem prejuízo ao fato de que vem d’Ele mesmo a interpretação (Gênesis 40; 8), e dizendo que parece que eu estava “dentro da casa”, acompanhando escondido num canto a vida da família, uma amiga e irmã na fé, Magali Amorim, sempre me diz, que ela não tem dúvidas de que eu seja um “amigo de Deus”, e por isso Ele tem me trazido desta forma a revelação desses sonhos. E do que eu fui levado a lembrar? Lembrei-me de quando ainda adolescente, e ainda antes disso, entre os meus 10 a 17 anos – com menos de 18 eu já tocava minha vida por conta própria e já vivia com quem viria a ser mãe dos meus filhos -, onde eu jamais me conformei com aquelas estatuetas sobre um altar montado por minha mãe com o incentivo do meu padrasto (os dois já falecidos), muito antes de ela vir a conhecer a Verdade, no exato cômodo em que eu dormia, com aquele tanto de comida embolorada e cheirando mal daquele jeito, por justo eu saber que “aqueles caras” não ia comer nada daquilo. Com o detalhe de que, quando ela estava incorporada supostamente pelos espíritos que ela andava invocando, dos oito irmãos eu era o único que caia no cacete. Claro, espíritos maus que são decerto por que “os ditos-cujos” guardavam rancor de mim, por virem que eu era também o único da casa que desmerecia a adoração dela a eles. E olhe que eu nunca tirei sarro deles à nível do que fez Abraão – quando ainda um garoto chamado Abrão, que tem registrado (Gênesis Rabá (ou Bereshit Rabá) antiga coletânea de comentários rabínicos sobre o livro do Gênesis), que um dia em que foi designado pelo pai, para tomar conta da panela que cozinhava a comida, deixou cair muito próximo das brasas uma estatueta dum suposto ‘deus’, que ele, Terah, acabara de confeccionar, escultor de ídolos que ele era, e que acabou por engrossar as chamas, e depois, diante do questionamento do seu genitor sobre onde estaria o “deus fulano” que ele havia deixado ali, Abrão, com um irretocável e oportuno sarcasmo, teria respondido que o vendo ‘querendo ajudar’ no cozimento do rango, aumentando mais o fogo, não o tirou da fogueira, e até o ajudou a entrar mais um pouco para o debaixo da panela (ah, Abraão…). E essa, conforme os registros rabínicos, como no Midrash e no Bereshit Rabá  é apenas uma amostra das tantas pilherias e confrontações do ainda menino Abrão, sobre o paganismo não somente do pai, mas de todo aquele que chegava perto dele e que adorava como deus o que Deus nunca foi. E nisso eu e Abraão combinamos: nós dois, ainda dois meninos, rejeitamos desde lá todo nível de afronta ao Deus verdadeiro, pelo meio da idolatria ainda mais.

(…)Que aproveita a imagem de escultura, depois que a esculpiu o seu artífice? Ela é imagem de fundição que ensina mentira, para que quem a formou confie na sua obra, fazendo ídolos mudos?

Ai daquele que diz ao pau: Acorda! E à pedra muda: Desperta! Pode isso ensinar? Eis que está coberta de ouro e de prata, mas dentro dela não há espírito algum. (Habacuque 2: 18, 19).

Claro ficando de que as estatuas não são nada – o que, porém, não se pode dizer quando pessoas oferecem aos maus espíritos os próprios corpos como seus escravos, como com Abrão frente ao seu pai Terá, porém, de novo, ele na dele e eu na minha porção, também no meu caso para com minha mãe, e assim eu realmente acredito, a minha resistência à idolatria daqueles dois, dela e do marido, chegou às narinas do Deus Altíssimo como atitude de justiça. Então Ele deve ter olhado para aquele garoto e pensado: “Hum… pera, que vou ajeitar um serviço para você mais adiante, mocinho…”. E aqui estou. E por que mais adiante? Porque a minha conversão aconteceu aos 54 anos, quase 40 anos depois desses ocorridos: um ‘caroço’ de tempo para quem fala do Deus da eternidade – para Quem um dia é como mil anos, e mil anos como um dia. O que diz que nunca é tarde para quem pensar que seja. Abraão, todavia, ouvia a voz de Deus de forma audível e estando ele acordado; eu, porém, apesar de em visões também já O ter escutado da forma audível, porém os sonhos é a maneira escolhida por Ele para que eu receba d’Ele as instruções que tenho recebido, e você, talvez, tem acompanhado. Mas ainda que isso dos sonhos não cesse de acontecer, Ele me tem trazido a Palavra revelada também pelas Escrituras – e é por essa revelação que fui conduzido ao texto que você está lendo dessa vez. Revelação que, a depender do material do teu coração, pode ou não queimar aí dentro de você, e Revelação que recebi quando eu meditava esses dias em Mateus 27. Mas antes dela, com o fim de que ninguém venha a fazer nada na direção do que é a proposta desta mensagem, ou continue se por cá já estiver, de jeito nenhum de ‘peito aberto’, aqui te peço licença para trazer para esse ‘papo’ contigo também essa turma que muito oportunamente precisa saber desse fato, isso por que eu preciso que todos atentem para o que quer dizer a visão que tive dessa vez, que também pode mexer com você e muito te dizer, que foi eu me vendo dentro de um ônibus, como se eu fosse um copiloto (se imagine dentro da cabine dum avião, que você deslumbra a cena), inclusive, como acontece com os pilotos de avião, eu me via também com um volante diante de mim; hora em que eu recebo pelo Espírito a ordem de que a partir dali eu é que estaria no comando da condução do ônibus. E despertei. Agora imagine porque é que O Salvador me poria como copiloto dum ônibus, mas me dizendo que eu estava determinadamente autorizado por Ele a conduzir os passageiros até seu destino, e tirando das mãos do ‘motorista oficial’ o comando da condução daquela porção da Sua Igreja em viajem para Casa? E se você entendeu que isso aponta que mesmo eu não sendo pastor legitimado – por isso “copiloto” -, no entender de ninguém da Terra, para O Dono “da empresa” eu tenho plena capacidade e habilidade para conduzir o povo d’Ele até seu destino em total segurança – quem tem ouvidos, ouça – e você acertou a interpretação se entendeu que eu estou assentado no lugar do copiloto por que Ele é quem bem sabe que eu não sou considerado por “eles”, como pastor de ninguém. Afinal, nenhum deles jamais “me ungiu”, ora essa, como seria eu considerado algum pastor? Mas há Um, que quer que saibam eles, a quem a carapuça couber, que na minha ‘CNH’ não consta assinatura nenhuma dos homens, mas é absolutamente Autentica e que diz que Ele montou esse cenário para mostrar a quem possa interessar que há uns a quem não se tem dado honra que pode tranquilamente conduzir a quem queira “embarcar na viagem de volta para Casa”. Logo, que algo não deve está indo bem dentro do institucional terreno, disso eu não tenho dúvidas; visto que um copiloto somente assume a direção duma condução, no mínimo, em caso de cansaço do motorista principal; sono; mal-estar; indisposição; embaçamento de vista; pressão descompensada; quando não até por incapacidade do individuo para aquele serviço, percebida por alguma “barbeiragem” dele na direção, que, como nas empresas, acontece também nas igrejas (aqui, um sujeito que se apresentou como motorista profissional capotou um caminhão meu – e detalhe: fui avisado disso num sonho na noite anterior, mas prevariquei em buscar meditar logo em qual seria a interpretação e paguei caro pela prevaricação com a notícia às 4 da tarde – quem tem ouvidos, ouça – e isso no primeiro dia de serviço do cidadão; logo, fora disso, qualquer semelhança…). Então, posto isso, e no contexto disso, para que se muda o condutor dum ônibus em plena viagem? Para evitar que os passageiros sofram algum acidente – em alguns casos, até fatal. Então, se uma visão com esse cenário me foi mostrada, como 2 + 2 = 4, tem gente em viagem num “ônibus” por aí, em risco iminente de sofrer algum acidente antes de chegar ao destino. Porém, conforme se sabe, em caso dum desastre, os passageiros que mais se machucam e sofrem lesões fatais, são aqueles que estão DORMINDO durante a viagem; e como quem dorme jamais estaria de olho na estrada e também nunca perceberia que o pastor, ou melhor, que o motorista está barbeirando ou dormindo em serviço, portanto, lhe chamar a atenção com o fim de evitar talvez a própria e também não a morte dos companheiros de viagem, não estaria em suas mãos, por que a cochilada teria lhe impedido de perceber a tempo, a quem se aplique, que O Deus do Juízo adverte que (…)Eles instituíram reis sem o meu consentimento; escolheram líderes sem a minha aprovação. (Oséias 8:4). E por isso também essa escritura: (…)A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho. (Salmos 119:105). O problema é achar passageiro que, ao invés de dormir enquanto viaja, prefira viajar com um olho na leitura e o outro na estrada. E como sem leitura não pode haver entendimento, e como sem entendimento não pode haver nem o bom conselho e nem sucesso algum… É por isso que se diz que (…)Não se aparte da tua boca o livro desta lei (NÃO DEIXE DE FALAER SOBRE – GRIFO MEU); antes medita nele dia e noite (PORÉM MEDITE MUITO, ANTES – GRIFO MEU), para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem-sucedido. (Josué 1:8).

Falando nisso, e que caiba a cada um o seu tanto, me permita essa pausazinha:

(…)Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.

São como a palmeira, obra torneada, porém não podem falar; certamente são levados, porquanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, nem tampouco têm poder de fazer bem.

Ninguém há semelhante a ti, ó Senhor; tu és grande, e grande o teu nome em poder. (Jeremias 10:4-60)

Tá, eu sei que ‘conselho e água, só se dá a quem pede’, e no teu caso você não me pediu conselho algum. Isto está claro. Mas é que eu fui mando vir aqui pelo Único que pode mandar; e como manda quem pode e obedece quem tem juízo… Além do que nós dois sabemos que pode não ter sido – com o registro de que eu não acredito que eles existam, por qualquer acaso que você entrou nesse texto e nele continua até agora. Posto isso, o mais importante em tudo o que te falei, é você ter pulsando em teu coração, de novo, a depender do material que tiver na estrutura dele, se carne ou se pedra, o fato de saber que é (…)Bem-aventurado o homem que põe no Senhor a sua confiança, e que não respeita os soberbos nem os que se desviam para a mentira. (Salmos 40:4). (…)Mas o Senhor Deus é a verdade; ele mesmo é o Deus vivo e o Rei eterno; ao seu furor treme a terra, e as nações não podem suportar a sua indignação. (Jeremias 10:10). (…)O Deus que fez o mundo e tudo o que nele há é o Senhor do céu e da terra, e não habita em santuários feitos por mãos humanas. Ele não é servido por mãos de homens, como se necessitasse de algo, porque ele mesmo dá a todos a vida, o fôlego e as demais coisas. (Atos 17: 24,25). E se é bem aventurado quem confia somente em Quem é de fato Poderoso, a Quem – ainda, não é possível se ver, mas é perfeitamente possível SENTI-LO, e que jamais deu permissão para que qualquer imagem fosse erguida como representante Seu, e menos ainda para prestação de culto como se a Ele fosse, e se, como todos sabemos, o problema da Idolatria não se limita somente a quem se curva diante da mentira do “pau” e da “pedra”, clamando para que “acordem e despertem”, como em Habacuque 2 (e aqui, como fazia o garoto Abrão, só não percebeu quem não quis ver também O Criador fazendo pilheria com eles, os reputando como deuses dorminhocos), claro está que há ainda mais formas de idolatria, como é confiar cegamente sua vida a um “motorista” que mesmo fardado como tal pode ter mentido no currículo; ou o crente que não percebe que ele está idolatrando mais a obra do que O Dono dela. E isto quando não adoram mais aos gerentes d’Ele. Fato facilmente constatado em não poucas agremiações cristãs por quem quiser enxergar. O problema é fazer com que, quanto a isso, dado ao material deveras não pouco duro de não poucos corações, achar quem me dê ouvidos. Contudo, vem comigo:

(…)Ao cair da tarde chegou um homem rico, de Arimatéia, chamado José, que se tornara discípulo de Jesus. Dirigindo-se a Pilatos, pediu o corpo de Jesus, e Pilatos ordenou que lhe fosse entregue. José tomou o corpo, envolveu-o num limpo lençol de linho e o colocou num sepulcro novo, que ele havia mandado cavar na rocha. E, fazendo rolar uma grande pedra sobre a entrada do sepulcro, retirou-se. (Mateus 27:57-60). E não, eu não me perdi não, que isso é sobre o que, do que você acabou de ler nessas passagens, está a cereja do bolo do que eu vim te trazer hoje. E se prepare, que sendo você um indivíduo idolatra ou somente um/a tonto/a, que pouco tá se lixando para “esse negócio de espiritualidade”, que mesmo assim você vai sentir uma cutucada na alma, se compreender o alinhamento que, como discípulo d’Ele, vou te trazer da metáfora embutida na passagem de Mateus 27: 57-60, que você acabou de ler. Por que, quanto ao publico comum (…)Com muitas parábolas semelhantes Jesus lhes anunciava a palavra, tanto quanto podiam receber (O QUE DEPENDE MUITO DO MATERIAL QUE SE TEM NO CORAÇÃO, SE CARNE OU SE PEDRA – GRIFO MEU). Não lhes dizia nada sem usar alguma parábola. Quando, porém, estava a sós com os seus discípulos, explicava-lhes tudo. (Marcos 4: 33,34).

Tudo para que, quem tiver interesse, possa ele/a enfim conhecer o Deus verdadeiro, e mesmo que causando o baque no coração de quem tiver sensibilidade para compreender a profundidade disso, como aconteceu com o meu ao meditar em Mateus 27 e chegar naquele ponto, é que acredito que Ele me trouxe essa Revelação (e observe que todas as vezes que eu escrevi essa palavra, à escrevi com inicial maiúscula), terrível. Pois não foi simplesmente por ser Ele dono de todo ouro e toda prata que há, que Ele foi sepultado como eram sepultados somente os muito ricos da época – mesmo que naquele momento ele figurava no corpo dum homem pobre comum -, em sepulcros escavados em rochas, mas trata-se aquele fato duma Parábola, que traduzida aponta que, seja por suas crenças ou absoluta descrença, dentro de alguns e não poucos desses corações de pedra, Ele está morto – e como morto não existe…! Por isso Ele morto num sepulcro escavado numa rocha (pedra muito grande; que também pode indicar uma metáfora sobre que, apesar da dureza, pode trata-se este dum grande coração, por que não). Só que, a pretexto de alguns, Ele acordou da morte e saiu. Só bastando agora a quem quiser deixar a cegueira – e quem quiser fazer isso, isto vai lhe acontecer, abrir os olhos e vê-Lo vivíssimo da silva bem aí dentro de você.

Entretanto, porém, todavia, conforme consta, (…)a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem. (Hebreus 11:1), e confessar é preciso, que eu não sei se seria como tem sido, se eu não tivesse tendo as experiências sobrenaturais que tenho vivido – apesar de que nada disso aconteceu antes de eu meter o pé e sair do canto morto em que eu me encontrava, e por isso o convite que estou te fazendo para que você, querendo, venha vivê-las também, por visto que, como eu disse, eu não sei como seria se Ele não me fizesse essas visitas depois da “minha” iniciativa. Mas se não acontecer com você como tem acontecido comigo, o que é certo pelo tanto dos incontáveis testemunhos de gente que até os próprios apostavam contra a possibilidade de que uma conversão deles um dia pudesse acontecer, como aconteceu também comigo, convertido somente aos 54 anos – do que muito me arrependo de não ter sido antes, apesar de que, como você leu, desde a infância sempre abominei a adoração a falsos deuses, não há como contestar que formas de Ele usar para transformar também a tua vida é que não falta nos Tesouros d’Ele. Então, te sugiro fazer o teste. 

Assim, como você deve ter notado, já que é Ele que ilumina a minha escrita, e isso com o fim de que ninguém me amaldiçoe se, vindo para cá de ‘peito aberto’ e por isso acabe como presa fácil para os lobos que estão na mesma floresta, a sugestão foi a de que as Escrituras, a Palavra d’Ele, devem ser praticadas insistentemente – isso é o de dia e de noite, que fala Josué 1, e ela mesma será a britadeira que, se for o teu caso, te poderá ajudar a quebrar a pedra que anda te impedindo de também não somente sair do canto morto em que você se encontra, afinal é o Autor dela que diz (…) Não é a minha palavra como o fogo”, pergunta o Senhor, “e como um martelo que despedaça a rocha? (Jeremias 23: 29), mas assim como eu com você, e sua pessoa sendo então tomada como amigo de Deus, ajudar a tantos outros a também se libertar da cegueira em que se encontram. E olha o prêmio, pelo qual tanto combato a minha natureza noite e dia: (…) Eu lhes digo que muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no Reino dos céus. (Mateus 8:11).

Ah, e já que falei da máxima que versa que “quem não ouve aquieta, ouve coitado”, quase que me esqueço de dizer que, no contexto em que a palavra se encontra, Ai é interjeição de Dor. O que quer dizer que, quem pratica a idolatria – seja a que nível for – lá na Frente vai sentir doer. Por isso, Ai daquele que diz ao pau: Acorda! E à pedra muda: Desperta!

Então bora treinar:

(…) A explicação das tuas palavras ilumina e dá discernimento aos inexperientes. (Salmos 119:130)

(…) Pelos teus mandamentos alcancei entendimento; por isso odeio todo falso caminho. (Salmos 119: 104).

(…) Desviei os meus pés de todo caminho mau, para guardar a tua palavra. (Salmos 119:101)

(…) Vivifica-me segundo a tua benignidade; assim guardarei o testemunho da tua boca. (Salmos 119:88)

Conclusão, logo, logo:

(…) Oh! Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar, mais doces do que o mel à minha boca. (Salmos 119:103)

Jesus é bom!

Antônio Franco Nogueira – a serviço do Reino eterno

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