Um médico urologista está entre os investigados na Operação Brilho do Amanhã, deflagrada nesta quinta-feira, 27, na Bahia. A ação apura crimes como estupro de vulnerável, produção e armazenamento de pornografia infantil e cumpre mandados judiciais em diferentes cidades do estado.
De acordo com informações apuradas pelo portal A TARDE, o médico foi identificado como Samuel Ribeiro Juncal. Cerca de 120 policiais participam da operação, coordenada pela Polícia Civil.
Os mandados, entre prisões e buscas e apreensões, são cumpridos em Salvador, Lauro de Freitas, Itagi, Seabra, São Félix e Conceição do Coité. Na capital baiana, as equipes atuam nos bairros da Barra, Arraial do Retiro, Arenoso, Costa Azul, Ilha Amarela, Santa Cruz, Calabetão, Pernambués, Fazenda Grande do Retiro, Vila Laura e Paripe.
Além dos crimes sexuais, a operação também investiga delitos praticados no ambiente digital. Durante as diligências, os policiais realizam buscas e apreensões de dispositivos eletrônicos, que deverão passar por análise para identificar possíveis autores, redes criminosas e outros envolvidos.
Operação Brilho do Amanhã
A Operação Brilho do Amanhã é uma ação permanente da Polícia Civil da Bahia, estruturada em ciclos operacionais coordenados. As atividades incluem produção de inteligência, cumprimento de medidas cautelares, monitoramento dos resultados e avaliação das ações.
Nesta edição, o ciclo operacional ocorre entre os dias 24 e 28 de agosto. A operação é coordenada pelo Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV).
Também participam das ações equipes dos Departamentos Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC), Especializado de Investigações Criminais (DEIC), de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Inteligência Policial (DIP), de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DRACO), de Polícia Metropolitana (DEPOM) e de Polícia do Interior (DEPIN).
A Coordenação de Operações Especiais (CORE), o Departamento de Polícia Técnica (DPT), a Polícia Militar da Bahia e a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP) também integram a força-tarefa.
As investigações seguem em andamento e o material apreendido deverá ser analisado pelas equipes responsáveis para subsidiar o avanço das apurações.
Também participam o Departamento de Polícia Técnica (DPT), a Polícia Militar da Bahia e a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP).

