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Sem previsão de atendimento, Idosa agoniza no HGC após acidente com queda de árvore

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” border=”0″ alt=”Sidalia da Silva Souza, 70 anos, foi lesionada após a queda de uma árvore no bairro da Lama Preta (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)” title=”Sidalia da Silva Souza, 70 anos, foi lesionada após a queda de uma árvore no bairro da Lama Preta (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)” />

Sidalia da Silva Souza, 70 anos,  está internada no Hospital Geral de Camaçari (HGC), a espera de exames e procedimento cirúrgico. A negligência com o tratamento da idosa, que demanda atendimento prioritário, pode agravar sua condição de saúde, resultar em necrose de um dos braços e até em risco para a vida da paciente. O alerta foi emitido pela família, que procurou a redação do Camaçari Fatos e Fotos (CFF), pedindo ajuda.

Sidalia foi lesionada após a queda de uma árvore no bairro da Lama Preta, na última quarta-feira (17), e desde então, segue a espera de atendimento qualificado. Após o acidente, a idosa apresentou duas fraturas no braço direito e escoriações, recebendo o atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), e sendo encaminhado ao HGC. 

Os familiares da vítima relatam que Sidalia deu entrada no hospital pela manhã e só foi admitida às 19 horas de quarta-feira. A família informa ainda, que após a admissão, não houve evolução no tratamento. Exames para dimensionar a gravidade do caso, a exemplo exames cardíacos, laboratoriais e ortopédicos ainda não foram realizados. 

Em contato com o CFF, a família destacou que a paciente possui um quadro de saúde prévio que agrava sua situação, tornando sua condição atual classificada como grave. A idosa possui dois stents cardíacos, além do diagnóstico de hipertensão e diabetes tipo 2. Nesse período de espera, as taxas de glicose da paciente  já chegaram a 293mg/dL. A família teme, que negligência no atendimento resulte em complicações como infecções ou necrose, resultando na amputação do braço ou morte da paciente. 

Através de Informações oficiosas, profissionais da unidade afirmam que a cirurgia reparadora e os exames necessários podem ser feitos no HGC. A demora, no entanto é justificada por uma suposta falta de leitos. Com a urgência do caso, a família pede intervenção da gestão municipal, a fiscalização dos vereadores e profissionais da administração e saúde para garantir um atendimento eficiente e digno para Sidalia e outros pacientes que aguardam no hospital. 

Até o fechamento desta matéria, não foi registrado nenhuma evolução no quadro de atendimento. Em contato com a família na tarde de hoje, foi informado ainda não há previsão para os exames ou procedimento cirúrgico.

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