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‘Do Alto’ – Onde está, ó morte, o teu aguilhão?

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Acompanhava um funeral e, embora a tradição já não seja o que era, sentia-se que havia alguém que sofria intensamente aquela hora. Mãe, pai, filho ou filha. Não sei, mas notava-se.

Quando o féretro foi colocado sobre o monturo de terra de onde devia ser descido para a sua última morada, uma jovem mulher aproximou-se, com  suas roupas de luto, rosto macerado e olhos tristes, e, mais num sussurro que num grito, disse: – “Obrigada, mãe! Como pagarei tuas lutas, trabalhos, sacrifícios e vida por mim? Com que pagarei teu amor?…”

Nada chega para pagar a vitória da morte e do pecado. Ele cobra mesmo o preço  — a morte física e, para milhões, também a morte eterna.

Mas Jesus, por Sua morte na cruz e pela Sua ressurreição ao terceiro dia, venceu a morte e tirou o aguilhão venenoso! Agora, por Jesus, somos  vitoriosos!

Aquela jovem levantou-se de sobre o corpo frio de sua mãe com um ar angélico. Sabia que, um dia, ia encontrar-se com sua mãe. Aleluia!

Que bom é saber que, por Jesus, a morte deixou de ser o fim para ser a continuação de uma nova vida que ninguém nos pode tirar! Que bom ter a certeza do céu! Que bom conhecer que o aguilhão da morte já não tem veneno!… Que bom crer que Jesus é o Senhor da vida e que um dia, deixado este “vale de lágrimas”, estaremos para sempre com Ele.

Amigo que me lês, crês tu isto? Marta, irmã de Lázaro, disse a Jesus: – “Senhor, eu creio que Tu és o Filho de Deus, creio que Tu és aquele que havia de vir ao mundo…” (João 11:27).

O pobre Jairo , diante do milagre de Jesus, disse: – “Senhor… ajuda a minha incredulidade” (Marcos 9:24).

Eu, pobre homem volúvel, inconstante, direi de coração: – “Senhor, aumenta a minha fé…”

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