
A primeira oficina técnica para a implantação do Programa Bahia pela Paz, em Camaçari, foi realizada na quinta-feira (16), no Horto Florestal. O encontro teve como objetivo, a elaboração intersetorial do Plano de Ações contidas no Acordo de Cooperação Técnica entre o governo do Estado e a Prefeitura Municipal, para execução do Programa Bahia pela Paz no município. A atividade contou com a presença de membros dos governos municipal e estadual.
Durante a oficina, foi realizada a apresentação do programa Bahia pela Paz, especialmente do trabalho realizado pelos Coletivos Bahia pela Paz, que serão implantados no município, a exposição das ações municipais de cada Secretaria envolvida no projeto, e a divisão das equipes em grupos temáticos para discussão e construção do plano de trabalho, sob o eixo Garantia e Prevenção Social da Violência.
Além da troca de informações, os documentos gerados no encontro serão posteriormente apresentados à CIPREV -Câmara Intersetorial de Prevenção Social da Violência, uma das câmaras de governança do Programa. Um segundo encontro de planejamento, sob os eixos Enfrentamento à Violência Letal e Gerenciamento de Probabilidade de Reincidência Delitiva, deve ocorrer até o final desse mês.
O prefeito Luiz Caetano (PT), participou da abertura do encontro e destacou a importância da integração de esforços para a consolidação de políticas públicas voltadas à promoção da paz social. “O Bahia pela Paz é um pacto pela vida, e Camaçari está pronta para ser referência nesse processo, tendo em vista os esforços que estão sendo feitos para reestruturar demandas básicas, como a melhoria da iluminação pública, o serviço emergencial do transporte público, as ações junto com a Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania e demais secretarias”, sinalizou.
Camaçari terá dois Coletivos Bahia pela Paz, nos bairros de Abrantes e nos PHOCS. Os Coletivos são equipamentos de promoção e defesa dos direitos humanos, implantados em regiões com alta vulnerabilidade social. Com um investimento superior a R$ 70 milhões, essa ação é viabilizada pela parceria entre a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH) e a organização da sociedade civil, Comunidade Cidadania e Vida (COMVIDA).


