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Camaçari inicia comemorações dos 267 anos com desfiles em Monte Gordo e Vila de Abrantes

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” border=”0″ alt=”Comemorações pelos 267 anos de emancipação política de Camaçari, celebrados em 28 de setembro, começaram com desfiles cívicos em Monte Gordo e Vila de Abrantes (Foto: Divulgação/PMC)” title=”Comemorações pelos 267 anos de emancipação política de Camaçari, celebrados em 28 de setembro, começaram com desfiles cívicos em Monte Gordo e Vila de Abrantes (Foto: Divulgação/PMC)” />

As comemorações pelos 267 anos de emancipação política de Camaçari, celebrados em 28 de setembro, começaram neste domingo (14) com desfiles cívicos em Monte Gordo e Vila de Abrantes. Os eventos reuniram estudantes, fanfarras, grupos culturais, forças de segurança e a comunidade, misturando tradição, história e emoção.

A manhã foi marcada pelo desfile em Monte Gordo, que tomou conta da Rua Bom Jesus com cores e ritmos. O ato começou com o hasteamento das bandeiras do Brasil, da Bahia e de Camaçari, ao som da Filarmônica 28 de Setembro. Em seguida, estudantes deram vida ao tema deste ano, “Camaçari Educadora: cuidados que inspiram e reconectam pessoas”, com apresentações que destacaram valores como empatia, união e respeito à natureza.

Para o prefeito Luiz Caetano, o momento vai além da comemoração simbólica. “Estamos construindo políticas públicas em diversos setores, como saúde, educação e infraestrutura. Esse é o verdadeiro sentido da celebração: Camaçari evolui, e com isso temos um povo cada vez mais feliz”, disse.

Entre os participantes, a emoção se repetiu em diferentes gerações. Sophia Charlote Oliveira, de 12 anos, estudante do 5º ano da Escola Municipal Boa Esperança, contou o que sentiu ao desfilar. “Estar aqui é resultado de muita preparação. Trazer isso para a rua é uma sensação muito boa. Gosto de participar e ver as pessoas nos assistirem”, afirmou.

Já Camila Carmona, 15 anos, integrante do corpo coreográfico da Banda Marcial Joana Angélica (Bamaja), destacou o esforço coletivo. “É uma felicidade imensa. Nos preparamos bastante para dar o nosso melhor para o público. É maravilhoso estar aqui.”

Na plateia, moradores reforçaram o orgulho em participar do momento. “Faço questão de vir todos os anos, porque acho muito bonito e este ano, especialmente, está mais organizado. É emocionante ver nossos alunos e grupos de cultura valorizando a tradição, que espero que nunca se acabe”, disse a doméstica Tais Regina dos Santos, 46 anos, moradora de Monte Gordo.

À tarde, foi a vez de Vila de Abrantes — berço histórico de Camaçari — celebrar a data. Fundada em 1558 pelos jesuítas, a localidade foi a primeira sede administrativa do município e se consolidou como marco da história e da resistência da região.

Nas ruas, arquibancadas cheias e moradores acompanhando cada detalhe. O desfile começou com o pelotão de bandeiras e seguiu com bandas marciais, escolas e grupos culturais que resgataram a identidade da cidade. O prefeito Luiz Caetano resumiu o espírito do evento: “O desfile mostra a alma viva da população, representada pelas crianças, pelos jovens, pelos movimentos culturais. Camaçari é marcada por pessoas apaixonadas por esta terra”.

Entre os destaques, a Creche Comunitária Senhora Sant”Ana levou para a avenida a mensagem sobre o cuidado com a natureza. “Nossa cidade é rica em praias e belezas naturais, por isso trouxemos a importância de cuidar do nosso patrimônio, envolvendo nossos pequenos e toda a comunidade”, explicou a diretora Janete Almeida.

O público vibrou a cada apresentação. A moradora Francisca Franco, de 61 anos, resumiu a emoção: “Sempre venho assistir os desfiles. Hoje, vi a geração crescendo por meio do filho de uns amigos que se apresentou. Está tudo muito bonito e organizado. Espero que esse evento só cresça a cada ano”.

Para a jovem Stephanie Evangelista, de 17 anos, o domingo teve outro significado: pela primeira vez, ela não desfilou. “Sempre desfilei e a emoção era enorme. Esse ano fiquei na plateia e foi especial ver minha prima tocando trompete na Fampa. É diferente, mas igualmente emocionante”.

A diversidade cultural também marcou presença. O Instituto Social D”Joana levou 160 crianças e adolescentes ao cortejo, com repertório que exaltou raízes quilombolas e indígenas. “Nosso trabalho visa ampliar essa sonoridade tão marcante em Camaçari”, afirmou a professora de percussão e canto, Elaine Paranhos.

Para o secretário de Educação, Márcio Neves, a participação popular é o que dá sentido ao evento. “É uma festa marcada pela pluralidade, que integra comunidade, escolas, bandas e artistas. A educação é o pilar essencial na valorização e propagação da nossa história”, disse.

As comemorações seguem até o dia 28 de setembro, quando acontece o grande desfile cívico na Avenida 28 de Setembro, data magna do município.

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