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Antonio Franco Nogueira: “A cela e a lama”

Antonio Franco Nogueira: “A cela e a lama”
(...)O que desvia os seus ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável. (Provérbios 28:9). Ilustração Google

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É sim forte e muito grave, eu sei. Mas como sei muito bem Quem é que tem vindo a mim, e me revelados essas coisas, eu assumo a responsabilidade pelo que vou dizer – isso por que sei que o desejo Do Deus Altíssimo é que todos, à quem couber as cipoadas, se arrependam, e se convertam tendo como base e única forma, a fé em Cristo Jesus; e a proposta aqui, não devendo se basear ninguém no mau exemplo de quem quer que seja para com isso endurecer o coração, é que haja um mínimo de reflexão sobre a perda dessa oportunidade, ou o desperdício dela – sobre o desperdício, a referencia é ao pessoal que está deixando a benção escorregar por entre os dedos, depois de já trilhando o caminho dela, e por conta disso toda uma eternidade que se terá pela frente para se pensar na bobeira que se terá dado por quem O tiver ignorado nos seus avisos. E sobre os escandalizadores dos altares manda O Salvador que (…)Obedeçam-lhes e façam tudo o que eles lhes dizem. Mas não façam o que eles fazem, pois não praticam o que pregam. (Mateus 23:3). E se Ele manda obedecer e fazer tudo o que eles dizem, porém com o cuidado de não imitá-los nas suas atitudes, é por que Ele bem sabe que eles conhecem a Verdade que pregam, mas que, contudo…

Agora te acomoda que vamos conversar! Já viu aqueles quintais, onde o esgoto corre a céu aberto, e quando o volume é grande a lama toma todo o lugar fazendo aquela nata negra e grossa, que para caminhar por ali sem sujar os pés as pessoas colocam tijolos salteados fazendo um caminho improvisado? Pois esse era o cenário. Agora imagine a cena se esse quintal, nesse estado, fosse não do lado de fora, mas dentro de casa. Para você se situar melhor, isso aconteceu por que eu havia pedido ao Deus vivo mais uma mensagem, inclusive O perguntando sobre como estaria acontecendo com o coração de quem tiver lendo o texto anterior, intitulado “Brincadeira tem hora”, onde se lê sobre quem tem se feito como dono da Igreja, ou marido da mulher que não lhe pertence, e o resultado da cobertura falsa que, por causa disso, se tem gerado sobre a cabeça dela, assim como o preço que isso pode custar tanto a um quanto ao outro (depois dê uma conferida lá). Deixando claro, que o que eu lá escrevi, escrevi por Ordem de Quem vê o que os mortais não conseguem enxergar a olho nu, e que é O mesmo que me mandou escrever o texto que você está lendo agora. Então, estando atento/a às metáforas, veja: na visão eu me via dentro duma cela bem grande e cheia de presos; era como se a casa toda fosse uma prisão, e somente havia homens ali. E esse detalhe me chamava muito à atenção. Mas me parecia que não havia telhado. Eu via alguns sentados sobre alguma coisa e outros deitados sobre pedaços de madeira, porém todos dentro daquela lama. Outro detalhe é que não vi ninguém em pé. Era uma cena horrível de ver. Um descuido e estariam todos enlameados; mas era como se para eles aquilo não fosse coisa de outro mundo, tipo “dá pra levar”. Eu notava até umas camas desarmadas, mas não tudo das camas, mas apenas algumas peças de madeira delas, e colchões que, porém não estava sendo usadas por ninguém (já viu, que ninguém quer ocupar a cama onde estava deitado alguém que morreu?, pois segura aí). Num momento, girando a cabeça para os lados, como que contando o tanto de presos, e impressionado pelo estado do lugar, como que para consolá-los no sentido de saberem que alguém estaria intercedendo por eles, lhes digo que onde eu estivesse eu me lembraria deles ali naquela situação; e aquilo me parecia ter soado bom para alguns deles; então os convoco para uma faxina geral na cela. Era como se eu fosse uma autoridade, que até tinha poder para mandá-los dar uma volta lá fora, inclusive mandá-los visitar suas famílias. Mas em dado momento me vem uma preocupação de que, uma vez livres, se alguns não voltassem eu acabar sendo acusado de ser o culpado por aqueles não terem retornado à “casa”. Daí o sonho muda de cenário, onde agora eu estou na rua, com o braço direito sobre o ombro duma mulher, a conduzindo para um lugar seguro, como que a protegendo talvez do marido dela, que a queria machucar. Digo talvez, por que no momento do sonho essa não era uma certeza, de que, quem a perseguia fosse de fato seu marido. E se encerra o sonho.

E com o texto já iniciado e o tendo pausado para dormir, eu não lembro como eu orei, mas a oração foi sobre Ele me dizer o que eu precisaria ainda saber d’Ele, que devesse entrar no texto. E a resposta trazida foi uma visão dum homem que seria resgatado d’alguma situação de perigo – era como num ambiente de guerra, mas que, ao ser localizado o sujeito, apesar de aparentemente, digo por fora, ele está com o corpo intacto, eu via que o seu interior estava infestado por bactérias mortais – inclusive visualizando o formato das bactérias, como vajes bem longas de amendoim e transparentes, embebidas nalgum líquido e se movimento, como se fervilhando, lá dentro dele; hora em que, pelo nível de contaminação nele, me é trazido o entendimento de que aquele homem deveria ser sacrificado/eliminado ali mesmo, pelo risco de ele vir a contaminar a tropa. Então despertei.

(…)Ai do pastor inútil, que abandona o rebanho! A espada cairá sobre o seu braço e sobre o seu olho direito; e o seu braço completamente se secará, e o seu olho direito completamente se escurecerá. (Zacarias 11:17)

[Vendo essa passagem aí, de Zacarias, aqui estou rindo de canto de boca, pensando com meus botões – recém operado de catarata que estou, e conferindo a percepção ocular do olho direito bem melhor do que a do olho esquerdo, vejo por que razão Ele diz que ferirá o olho direito do sujeito que anda pisando na bola com Ele. Que é como dizer (com licença, meu Senhor): Vou te cegar do teu melhor olho, seu Mané!]

(…)Portanto dize-lhes: Assim diz o Senhor dos Exércitos: Tornai-vos para mim, diz o Senhor dos Exércitos, e eu me tornarei para vós, diz o Senhor dos Exércitos. (Zacarias 1:3)

E aqui, esperando que você, se estiver ligado/a em todo o contexto das visões e suas metáforas, tenha percebido que aquele homem que seria resgatado era um soldado em batalha a serviço do próprio Senhor dos Exércitos, e que pelo grau de contaminação a que se permitiu expor e, por conseguinte, pelo perigo que traria aos seus companheiros, o que o impedia de ser resgatado, e que isso aponta – e não sou eu dizendo, mas a tradução do sonho, para indivíduos que não tem tido cuidado de si mesmos, seja pelo apego a quê e ou idolatria ao que ou a quem quer que o seja, o por seja sentimentos impiedosos e não inerentes ao crente a ponto de se permitir contaminar de forma tão irremediável que pode provocar não somente a sua morte, mas matar também companheiros seus, e consciente você de que isso é um recado no mínimo digno duma dolorida reflexão, e ainda com o ardor de que isto vem direto de Quem pode não resgatar, mas condenar as almas por demais contaminadas mesmo que estas tenham se alistado para a batalha no Seu próprio exercito, isso (…)Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e, se primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles  que são desobedientes ao evangelho de Deus?  (1 Pedro 4:17), e mais ainda, conforme se lê que, e estou falando não dum soldado raso, como eu – e nisso de que ainda estamos na batalha, somos devedores e corremos o risco da desaprovação, eu me incluo, mas dum que se traduziu num excelente comandante: (…)Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado. (1 Coríntios 9:27), então se você é acostumado/a a me ler, o pedido que te faço é que você faça aí umas contas sobre por qual motivo O Deus vivo tem insistido tanto sobre o estado em que Ele tem visto Sua Igreja, me visitando com esses sonhos acerca do problema, e me mandado escrever tanto sobre o assunto, se não houvesse gente de fato em perigo, e muito mais, acredito assim, por estarem acreditando que o caminho “pro Céu”, é esse oba, oba, que muita gente tem lhes pregado. A você, inclusive, quem sabe.

(…)E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. (João 8:32)

O contágio por vírus e bactérias, conforme a pesquisa que corri para fazer, assim que despertei do sonho,ocorre principalmente por gotículas respiratórias (tosse/espirro), contato direto com pessoas infectadas ou superfícies contaminadas, e ingestão de água e alimentos contaminados. E, enquanto bactérias podem viver sozinhas, vírus precisam de células hospedeiras, mas ambos usam mecanismos semelhantes para se espalhar pelo corpo”. Aqui, além do “detalhe” de que a bactéria não depende de ninguém para viver e fazer o estrago que lhe convier no corpo, ou seja, além de ele, digo o homem infestado de bactérias do sonho, está apontando para pessoas autônomas em suas decisões e decerto que por isso O Espírito Santo usou bactéria e não vírus infestando o corpo daquele sujeito, além das formas com que ela se prolifera, que é por contato com outros infectados (lembre-se do perigo que ele oferecia pela carga infecciosa nele – se quiser ficar esperto com crente ‘vacilão’, Jesus não briga não), ou pelo toque em lugares contaminados, mas considerando que as outras formas de contagio podem ser amenizadas ou até eliminadas com a higienização das mãos ou a parte do corpo que tenha sido exposta, eu espero que você tenha notado que a contaminação que acontece de forma mais danosa e difícil de combater, é por ingestão de água ou alimento contaminado. Sacou o alerta que O Espírito Santo está querendo te dar? Mas, se você se recorda, na abertura do texto é Jesus que, sabendo que eles conhecem a Verdade, manda que façamos o que eles mandam, e apenas não façamos o que eles fazem. Daí, se por desconhecimento de alguns ou por pura malandragem de outros, não teríamos o problema da água e da comida contaminada que viria de suas pregações, supostamente extraídas das Escrituras? Não. Que é por isso que, antes nos deixando claro que não há lugar para parasitas no Evangelho (por isso nos manda falar – que é o “não se apartar da nossa boca” o que tivermos aprendido – d’Ele), há a ordem para que (…)Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem-sucedido. (Josué 1:8). Assim, espantada toda preguiça, se fizermos da Bíblia nossa conselheira, dia e noite, claro fica que identificaremos fácil o tipo de comida que estarão nos oferecendo. Simples assim. Mas, e para quem não recebeu o dom da leitura? Caso te ocorra a pergunta. Daí, esses devem orar pedindo que lhes seja revelado o profundo, o oculto e o escondido sobre a questão A ou B, assim como o desejo do coração de Deus para com suas vidas, que sem a menor sombra de dúvida, conforme Ele sondar cada coração, Ele dará um jeito de lhes fazer saber. Simples assim.

Agora, contando que você esteja atento/a às metáforas, a situação daquele soldado, que teria que ser eliminado por causa da contaminação, para que ele não infectasse quem o tentava resgatar, apesar de muito forte imaginarmos o caso, na guerra que estamos lutando, devo te trazer o conforto e a lembrança de que não serão eliminados os contaminados antes duma tentativa de resgatá-lo até se ver que a possibilidade de resgate não existe. É como numa guerra tradicional, que não se pode deixar um soldado ferido para trás no campo de batalha. Isso é um código de honra das guerras tradicionais. Mas como não estamos lutando numa guerra tradicional, há de se refletir sobre a observação para a condição intacta do estado externo do corpo daquele homem, porém com o interior infestado de bactérias mortais, o que deve nos levar a concluir que, além de que aquela contaminação devesse ter ocorrido por ordem do comandante do exercito inimigo, digo do uso das armas biológicas que o devem ter atingido, o que, em tese, é proibido, está ali mais uma indicação de que nessa guerra que lutamos que está bem longe da tradicional, Satanás não jogará limpo nunca, principalmente quando se tratar de levar a perder os soldados do Deus Altíssimo, e tudo o que possa corromper seus corações, o nosso DNA, ele vai fazer uso, sejam bens, poder, pessoas, desejos, sentimentos, e por aí vai, tudo muito bem escondido no coração do crente – por isso não se via nenhum ferimento por fora dele – a ponto de a pessoa, além de tudo ainda um/a individualista (característica das bactérias) não querer de forma nenhuma abrir mão de suas “conquistas” ou intenções, o que levaria à sua eliminação, por atitudes assim representar perigo a quem tiver por perto, pelo risco de isso o levar a se inclinar para o mesmo erro – o que deve te fazer colocar a carapuça se ela for da forma da tua cabeça, por visto que isso quem está dizendo não sou eu, mas, de novo, Àquele que pode matar não somente o corpo, mas lançar também a alma no inferno (Mateus 10; 28); o que, por enquanto, eu disse, por enquanto, é bem diferente da situação dos homens presos naquela cela imunda. E se você estiver ligado/a, e esteja atento/a que aqui começa a interpretação daqueles enigmas, apesar de toda lama, e mesmo que a nenhum deles vi de pé, o que indica O Deus que me contou essas coisas, dizendo que não há ninguém nessa condição que esteja na Posição, todos estavam sobre alguma base, seja outra coisa, seja pedaços de madeira que os protegia da contaminação do lamaçal, apesar de me parecer que não estivessem incomodados com a situação, o que aponta que, apesar de acomodados – uns em maior, outros, porém, em menor grau, por isso uns deitados e outros sentados, com os erros que estiverem testemunhando contudo eles tem evitado se contaminar, por isso nenhum deles tocavam na lama. Mas não dá para não retomar sobre as partes das camas desarmadas que, afora o colchão, devido a lama, apesar de todo pedaço de madeira numa situação daquela ser por deveras considerado item indispensável, ninguém fazia uso. Daí não houve como não pensar que se tratasse de material de camas sobre as quais quem as usava já houvesse sido “eliminado” e o “preconceito” impedido a turma de tocá-las. E porquê, como, e em que estado teriam morrido, se caído da cama na poça de lama, ou se partido ainda como “capataz” sobre os menores, e por isso a regalia das camas, eu não sei. Só sei que muito me chamou a atenção aquelas partes de camas ‘boiando’ e dispensadas por todos naquele ambiente. Porem, diante desse grito que o Céu está dando, pensar um pouco sobre em que posição você tem se colocado sobre seus iguais dentro da aparelhagem eclesiástica não faz mal não. Mas o que é também importante você observar, é que O Salvador – e a conversa aqui é com os do altar, de pequenos a grandes, por isso era somente homens, está inquieto com Seus servos presos não n’Ele mas encarcerados por doutrinas, usos e costumes de homens, que nada tem a ver com o Seu Evangelho e a piedade cristã, e isso somado às demais coisas, conforme nem temos tomado conhecimento de tudo, mas que d’Ele não há como esconder, que até elencar aqui doeria na alma, que está fedendo não pouco nas Suas narinas, por isso lama de esgoto (que sai de dentro), a ponto de não somente não perceberem o nível da limitação, como estarem anestesiados, por isso eles apáticos para com a situação, e por isso ninguém ali reclamava das grades, e por isso eu, como que tendo autoridade para tanto, os autorizava a dar uma volta “lá fora”; como estarem, sem se aperceberem também a que grau isso, ignorantes da importância de estarem mais perto de suas famílias, por isso eu recomendava também que fossem visitar suas famílias, fato que está ocorrendo de forma geral, por isso a cela era a casa toda, o que não está no coração do Deus Altíssimo que aconteça assim, por isso o sentimento de contrariedade que tomava conta de mim. É por isso a atitude de lhes comunicar que onde eu estivesse, que eu – e pensou bem, se entendeu que isso não quer dizer eu, mas Ele, que estaria pensando neles. Que significa O Deus vivo dizendo que, contudo, sobre os encarcerados pelos homens e não sobre quem os tem encarcerado, isso por Ele está de olho em quem tem se guardado de a “lama” o tocar, Ele está com todos no Coração. Entretanto, que Ele espera que haja “uma limpeza” radical “da casa” (aplicado a qualquer que estiver lendo isso de qualquer parte do mundo), por isso eu chamando todos para uma “faxina geral” na cela, ou melhor, na casa toda, que, aliás, está com a cobertura espiritual comprometida, para não dizer ausente, por isso eu não via o telhado da casa. Se ligou? Muito bom.

Os homens naquela cela, ao que me pareceu – entenda um deles como você se a você a situação se aplicar, expressaram respeito e muita reverencia à minha pessoa pela autoridade que estava impressa em mim, haja vista que, ao convocá-los para uma faxina geral na casa, não notei torcida de nariz de nenhum deles, nem dos que estavam sentados (menos acomodados com a situação) nem de quem estava deitado (completamente acomodado com a situação) – era como que O Espírito Santo me dizendo que, quem fosse ler esse texto (: a vasoura, o rodo, o pano, o balde, e a Água) estivesse sabendo que não se trata dum mortal o escrevendo, mas Ele em Pessoa ditando a escrita. Mas se você bem observou, em dado momento, depois de autorizá-los a dar uma volta “lá fora” (indicativo de que sim, e é O Altíssimo denunciando e não eu, de que a carga e o assedio doutrinário está fora do limite), inclusive para visitar suas famílias (sugestão de que ‘os presos’ não estão percebendo o quão distante estão delas), o sentimento que me veio foi a preocupação de ser acusado de que essa intervenção minha tivesse tido como resultado a deserção, a evasão de alguns que, uma vez lá fora, se recusariam a retornar “à prisão” mesmo depois de feito a faxina nela. O que não precisa acontecer – aqui falado com você, se esse for o teu caso, por que, se fosse o caso de algum dos “presos” se evadir do ministério, por algum sentimento de indignação e revolta depois d’alguma reflexão que o inquietasse, tal atitude não teria a chancela do Deus invisível, por dois motivos: 01 – Ele não teria me provocado aquele sentimento com essa preocupação. E se teria dito pela minha boca, que todos estariam livres para ir por onde quisesse ir e por lá ficasse e ponto. E não somente que estavam livres para darem “uma volta lá fora”. E 02 – Em não sendo necessário ninguém voltar mais ali, por que motivo Ele ordenaria a “faxina” no lugar? Então te quieta. Mas nada de passividade: avistou qualquer ‘caroço’ de lama: vasoura, rodo, pano, balde, e Água nela. E aqui vai um toque nada sutil, a você que, por causa desse ou daquele sujeito louco que tem mandado nada bem diante de Quem dá vida e também mata, decide nada querer ouvir de pregador nenhum, a quem sugiro também aquietar com isso enquanto pode. Até me recordo duma frase que os mais velhos do que eu costumam dizer, que é, “quem não ouve aquieta, ouve coitado”. Então, a pegada para quem ainda engatinha é: olhou, tá limpo? Pé dentro. Mas entrou e notou qualquer ‘caroço’ de lama? Pé fora!

Enfim, como eu te disse, entre os homens daquela cela, nenhum torceu o nariz pra mim; mas isso não garante que não vá haver alguns, e certamente que se houver será de entre os “donos de cadeia”, que ao ler isso me virarão a cara sem a menor cerimônia. Aos quais, Jesus até diz: (…)Aprendei a fazer bem; procurai o que é justo; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas. (Isaías 1:17), mas que eles teimam em não escutar. Ocorre, porem, que a estes que sabem muito bem, que a figura representativa da Igreja de Cristo é uma mulher, gostaria que tivessem a hombridade de se enfrentarem a si mesmo, se respondendo por que terá sido que O Deus, único que mata e que faz viver, na sequencia imediata do cenário da cela da lama e tudo o que aqueles enigmas estão apontando, desenhou o cenário seguinte, como sendo eu, o “orêa-seca” aqui, ajudando aquela mulher, no meio “da rua”, lembra?, a se esconder dum seu suposto marido (e se ligue no suposto), que queria machucá-la? Pois é, eu sei que não será fácil sua pessoa “chupar essa manga”, mas você precisa consertar tua cara e olhar bem pra frente e se conformar com o fato de que aquela mulher, sob minha proteção, quer você engula isso ou não, é sim uma figura da Igreja de Deus, na porção que está sob tua responsabilidade, e que você tem deixado exposta aos caprichos do Diabo, que tem se feito de marido dela, mas que marido dela ele nunca será – e está esperto, se você sacou que, por isso mesmo, a dúvida que havia em mim na hora que eu estou com o meu braço direito (ah, eu escrevo com uma mão só, a do braço direto, e Jesus sabe bem disso. Sacou, ou quer que desenhe?) sobre seu ombro, como que me perguntando se aquele sujeito que a caçava seria de fato marido dela, no que fica claro que aquilo era O Espírito Santo bradando que o Diabo está querendo passar a mão na Igreja somente para machucá-la. E por quê? Por que ela, mesmo estando dentro, se por causa da lama eu não sei, Deus sabe, está “lá fora”, exposta ao perigo. Porque, (…)As fracas não fortalecestes, e a doente não curastes, e a quebrada não ligastes, e a desgarrada não tornastes a trazer, e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza. (Ezequiel 34:4). Fiz como fui mandado.

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Jesus é bom!

Antonio Franco Nogueira – à serviço do Reino eterno!

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