
Único pastor participando efetivamente do governo, aliado desde 2003, e terceiro suplente do Partido dos Trabalhadores com 1.503 votos no pleito de 2024, mas, mesmo assim, Pastor Antônio (PT), não escapou de uma série de publicações com especulações sobre a sua saída do governo do prefeito Luiz Caetano (PT). As informações divulgadas em sites e redes sociais afirmam que uma suposta insatisfação com acordos não cumpridos pelo prefeito estaria motivando o afastamento da liderança partidária.
“Eu não sou só aliado de Caetano, eu faço parte do grupo desde 2003. É diferente fazer parte e ser aliado. O que as pessoas estão especulando deve ser um sonho, de me ver fora do grupo de Caetano”, disparou o pastor, ao ser questionado sobre um possível racha com a gestão. Ele afirma que tem assumido uma postura discreta de apoio ao governo e sugestões propositivas, sem cobranças ou ameaças. “A última vez que sentei com a gestão foi para falar a respeito de algumas coisas do governo, somar com as minhas opiniões e me disponibilizar ainda mais com a gestão no que for possível”, revela.
Pr. Antonio afirma, que nunca houve um diálogo sobre rompimento e ressalta que está na “linha de chegada da Câmara” como terceiro suplente e que não faz sentido uma especulação desse tipo. Eu não sei de onde parte essas especulações e a quem interessa isso, mas eu estou em paz, estou firme e forte com Caetano”, revela o suplente, que no último domingo (6), participou do PED (Processo de Eleições Diretas), que escolheu os novos dirigentes do PT nos níveis nacional, estadual e municipal.
Pastor Antonio também repudiou a exposição do seu nome através do que chamou de ”mentiras divulgadas”. Para evitar novos desgastes, ele destacou que em caso de insatisfação ou mudanças na sua trajetória política, ele será o primeiro a se pronunciar, sem criar especulações. “Se acontecer algum dia esse rompimento, eu vou me pronunciar. Dou entrevista e falo, eu vou me pronunciar. Não precisa ninguém falar por mim, eu mesmo vou me pronunciar”, sentenciou.
O pastor destacou ainda, que o Camaçari Fatos e Fotos (CFF), foi o primeiro veículo que ele conversou sobre o assunto, que não houve nenhuma entrevista ou situação anterior que justifique as publicações divulgadas sem a sua autorização.
Nota da redação/conjecturas:
Pelo exposto, a pergunta é: a quem interessa um rompimento entre Pastor Antonio e a gestão de Caetano? Essa seria uma manobra da oposição para tentar enfraquecer a relação do governo com a comunidade evangélica no município; ou se trata de “fogo amigo” nu e cru, já que 2026 está às portas? Por isso, um conselho: pesquise, analise, busque fontes confiáveis. Seja o que for, não caia em fake News!

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