O texto da decisão fica disponível ao público por 30 dias. Durante esse tempo, autoridades deverão receber comentários e, se a agência não mudar de ideia, o primeiro teste será autorizado. A empresa que solicita a autorização é a britânica Oxitec, que já realizou quatro testes com o animal geneticamente modificado no Brasil.
A estratégia é produzir em laboratório os mosquitos machos (que não picam) e depois soltá-los para fecundar as fêmeas em áreas infestadas. Como o mosquito é estéril, os ovos resultam em indivíduos que não chegam à idade adulta, reduzindo a população de insetos.
No Brasil, o inseto da Oxitec já recebeu aval da Comissão Técnica de Biossegurança, que considerou a tecnologia inofensiva. A Oxitec aguarda agora a autorização da Anvisa para tornar o mosquito um produto comercial.
