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OPINIÃO – A barata, o inseticida e o jumento do Saul

OPINIÃO – A barata, o inseticida e o jumento do Saul
Ilustração Google

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Enquanto você ainda pode respirar – e talvez você precise guardar bem este texto e esta data – ainda que entre ler e raciocinar no que vou dizer exista uma distancia muito grande, me deixe falar com você, que nesse 4 de outubro agiu como uma barata que vota no inseticida sem se dar conta de que logo ali à frente estará com as penas para cima, se debatendo, pelo ar já inexistente nos seus pulmões – e daí você cata o tanto que te cabe e mete na tua “consciência”. Mas fique em paz, que eu não pretendo focar em nada como na ingratidão desgraçada que vi ser perpetrada contra a história duma pessoa, a quem te ensinaram a odiar, que vem desde sua mocidade e está quase chegando ao fim da vida e ainda trabalhando para evitar que sapatos caros continuem te esmagando, não, que o mote principal desse texto será sobre outra leva de gente. Que, ainda assim, bem que podia andar de braço dado com você que, como a barata que torce pelo seu matador, muito se parecem.

É que, num tempo bem distante, lá pelos idos de 1.000 anos aC, conforme registra as Escrituras em l a Samuel, capítulos 8 e 9, incitados/inflamados pelos seus anciãos e líderes, e daqui para frente qualquer semelhança não será qualquer mera coincidência, insatisfeitos por viverem sob a gestão do Deus invisível porém sempre presente, houve um povo que resolveu que teria um deus humano, algo palpável, ainda que também tão perverso quanto eles. E assim foi. Só que O Deus que eles rejeitaram mandou que o profeta escolhesse não outro, mas de propósito um cuidador de jumentos. E por que um cuidador de jumentos? Para construir a metáfora que chamaria a todos de “bando de burros”. E assim foi. Mas não sem antes mandar que o profeta os avisasse de como o rei que pediram faria no cuidado para com eles, os explorando ao extremo, escravizando seus filhos, confiscando seus bens e cerceando seus direitos. Mas, determinados, nada que lhes fosse dito seus corações endurecidos lhes permitiam que refletissem. E pagaram muito caro: foram 40 anos de ditadura do rei pelo qual tanto brigaram, até que ele, avisado pelo Deus invisível que o mataria, foi morto em batalha, e não somente ele, mas naquele momento também três dos quatro filhos, eu disse ‘quatro filhos’. O ultimo que também seria morto, este porém, pelas mãos dos próprios aliados.

Mas vamos deixar o caso de Saul, que vivia em Israel, que sobre sua conduta o povo fora avisado por uma terceira pessoa, e talvez por isso mesmo eles não lhe deram ouvidos. Mas no caso do Brasil, em 2018 foi usando a boca do próprio rei que o povo estava pedindo para ter sobre si, que O Deus invisível deu mostras de como ele agiria no cuidado para com ele, mas, tal como foi lá, também cá, determinado e de coração endurecido, coisa que nunca entendi onde essas pessoas tinham a cabeça, aquele povo não recuou. E assim foi. E não bastaram quatro anos de desastrosas atitudes e, conforme se apurou, inclusive com depoimento dos atores que seriam usados para isso, estando por isso mesmo todos presos, até de plano de assassinato de autoridades, para que houvesse um recuo, mas muito pelo contrario: queriam mais. Mas assim não foi. Mesmo com tantos rogos, jejuns, oração, clamor e suplicas mil de toda essa nação, O Deus de misericórdia, por puro amor, não os escutou e destituiu o rei deles, visto que em Daniel 2; 21, dito está que Ele é quem põe rei e retira rei. E o que fizerem, já que são conhecedores das Escrituras e elas versam que (…)Toda a alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus, conforme em Romanos 13:1?, passarem a afrontar o rei que Ele estabeleceu. E por quê? Porque não querem Ninguém invisível, mas alguém a quem possam ver mesmo que não possam tocar. E se você estiver pensando em contestar que, já que em Romanos 13 diz também que Ele é quem estaria estabelecendo o rei de agora e, portanto, estaria tudo bem e eu é que estaria equivocado, então eu peço que você guarde bem essas palavras: sim, se isso se confirmar, é Ele, O Deus invisível, por tua insistência, e se lembre disso, por tua insistência, que está estabelecendo um deus de carne e osso para você que tem ido após os teus anciãos e lideres – e anote isso, mas não para teu deleite, e sim para teu infortúnio, sendo que dos anciãos de lá eu não sei qual, além de querer imitar os pagãos, que tinham o seu próprio rei humano, foi o verdadeiro motivador, mas dos líderes de cá, ao contrario das mentiras que te contaram, o motivo é a continuação do perdão de tributos atrasados (que no governo do pai já haviam sido liberados do pagamento da bagatela de R$ 1.400,000,000,00 – sim, você não leu errado, hum bilhão e quatrocentos milhões de reais – pesquise sobre isso, sob pretexto, de novo, além das mentiras que incutiram no teu coração e você acreditou, dum suposto deus, pátria e família. Mas que família eu não sei, se o sujeito se casa como quem troca de camisa, já três ou quatro vezes; e que pátria eu também não sei, se o sujeito bate continência para a bandeira de outra nação; e que deus eu sei menos ainda, se O Deus que conheço jamais permitiu divisão entre os Seus e tão pouco ensinou ninguém a odiar as almas que Ele fez e pelas quais Ele também morreu e ressuscitou), tributos que não tiveram perdoados pelo governo atual, e esse é outro motivo de tanto ódio, mas que tendo por este governante que te ensinaram a odiar de morte, tantas leis implementadas em favor da nossa fé, do que não te interessa saber, somado a tributos futuros, além do que já se acumulou de novo em debito – mas do “dízimo” eles não te dispensam -, a essa hora batendo a casa de quase R$ 3 bilhões, que esperam perdão do rei que te ensinaram a adorar, pouco se importando com o fato de que podem acabar colocando a tua vida nas mãos dum sujeito de costumes tão tenebrosos quanto são os desse rapaz. Mas também isso não te interessa. Então, sim, em se confirmando, terá sido mesmo Ele, porém, salvando a devida proporção, será como aqui, que diz (…) Ai da Assíria, a vara da minha ira, porque a minha indignação é como cajado nas suas mãos. Enviá-la-ei contra uma nação hipócrita, e contra o povo do meu furor lhe darei ordem, para que lhe roube a presa, e lhe tome o despojo, e o ponha para ser pisado aos pés, como a lama das ruas. (Isaías 10:5,6), que é como Ele fazia lá, quando o povo insistia na rebeldia, que sempre movia uma nação de natureza perversa para castigá-los. Porém, e aqui vai um aviso para a “vara” que Ele pode vir a usar nesse tempo (eu disse, pode, mas sei que Ele não quer por isso me trouxe aqui a escrever esse texto – quem tem ouvidos…). E onde está o aviso a essa “vara”? No Ai. Ou seja: Eu te uso para exemplar o Meu povo que insiste em escutar a quem Eu não lhes mandei falar, e depois te farei gemer o teu tanto, por isto o Ai de você. Só para te clarear o pensamento, esse Deus de que estou te falando, para cada situação que Ele queria usar a pessoa do Homem, Ele saca um com característica e natureza sempre relativa ao que a situação exija (agora matute aí).  E anote isso também.

No demais, além do fato de que esse Deus de quem te falo e que teu pastor despreza, pelo descrédito a que ele tem trazido ao Seu Evangelho, como nesse dia se vê, que nada tem a ver com esse deus que eles tem te mandado imitar, que adora à nações estranhas, flerta com o adultério e ensina a odiar, e que, agora voltando a falar do Deus que eu conheço, detesta a INGRATIDÃO e é O mesmo que fez as baratas que tomei apenas como metáfora para me dirigir a gente que parece não saber onde tem a cabeça e torce pelo Inseticida sem saber que está cavando a própria sepultura, que além de não pensar como a pessoa que tem as faculdades mentais no devido lugar pensa, agora voltando a falar do bicho barata, visto que seu cérebro é espalhado por todo o seu corpo (se é assim, imagino que esteja também nos pés) além da aparente fragilidade que nos parece é um bicho até bem resistente; diz a Ciência que mesmo sem a cabeça no lugar ela consegue andar e viver por vários dias. Eu disse por vários e não por muitos dias. Mas a coisa que muito me chamou a atenção foi o fato de que esse inseto, quando sem a cabeça no lugar, morre não por isso, mas por falta de alimento (e anote isso), ou seja, morre de fome. E talvez por isso mesmo a expressão “barata que torce pelo inseticida” seja tão usada para descrever uma pessoa que apoia, defende ou vota em medidas, ou em políticos que prejudicam diretamente os seus próprios interesses ou a sua própria classe social. Em suma, a barata, somente pra te ajudar a pensar, ‘representa a vítima, o elo mais fraco ou o grupo que sofrerá as maiores consequências’, além de também atingiria a quem até aqui assistiu inerte a tudo (inclusive não passando adiante a mensagem). Mas, como talvez deve ter pensado o rei Saul quando viu aquele monte de burro clamando por ele: “amarre-se o jumento conforme a vontade do dono”, e antes invocando certa Escritura, (…) Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal. (2 Coríntios 5:10), aqui encerro dizendo que, enquanto se pode respirar, amarre-se conforme a vontade de cada um seu jumento.

Antônio Franco Nogueira – aqui pensando quem seria mais burro, se as baratas ou os burros…!

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