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Bahia registra 616 prisões de foragidos às vésperas dos festejos juninos

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(Foto: Ascom/Policia Civil)

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A expectativa é de um São João mais seguro na Bahia. Para isso, as forças de segurança pública estão executando várias ações, desde o reforço no efetivo, o uso de equipamentos de monitoramento, até operações preventivas. Foram mais de 15 dias de ações realizadas por unidades de diversos departamentos e coordenações da Polícia Civil da Bahia, desde o início do mês de junho até esta sexta-feira (19), que resultaram em 616 prisões de foragidos da Justiça.

Os suspeitos estão envolvidos em diversos crimes, em Salvador e em várias regiões do estado, no âmbito da Operação Malhas da Lei. No mesmo período, também está sendo realizada a Operação em Chamas, que já apreendeu uma tonelada de fogos de artifício irregulares.

A Polícia Civil divulgou que, ao longo das ações, foram cumpridos mandados de prisão de foragidos da Justiça envolvidos com homicídios, feminicídios, latrocínios, tráfico de drogas, organização criminosa, violência doméstica e familiar, além de furtos, roubos e demais crimes contra o patrimônio, desde o início de junho. Só no interior do estado foram realizadas 394 prisões, cuja previsão é de um impacto direto na segurança de moradores e turistas que vão aos principais circuitos das festas juninas nos municípios baianos.

Ainda em curso, a Operação em Chamas, deflagrada pela Coordenação de Fiscalização de Produtos Controlados (CFPC), retirou 320 mil unidades de fogos clandestinos de circulação em três dias de ações no interior do estado, além de uma tonelada de fogos apreendida em Salvador e na Região Metropolitana (RMS).

A Operação em Chamas é realizada pela Polícia Civil da Bahia, por meio da CFPC, e conta com o apoio do Departamento de Polícia Técnica (DPT), do Exército Brasileiro (EB), do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON-BA), do Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade (IBAMETRO), do Conselho Regional de Química (CRQ-BA), do Ministério Público da Bahia (MPBA), da Diretoria de Ações de Proteção e Defesa do Consumidor (CODECON) e das secretarias municipais.

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