“Graças a Deus”; “Deus é mais”; se Deus quiser; vala-me Deus. Quem nunca ouviu ou usou uma senão todas essas frases, em determinadas ocasiões no único sentido de que cada uma delas venha sempre em seu favor, mas quando o assunto é “à vera”, como ter que parar para saber que em todos os sentidos cada uma delas deve considerar os corações que as invocam que a vontade e propósitos d’Ele para com cada um de nós, e tudo sempre para o nosso bem e jamais para o mal, e bem em definitivo e incomensurável de tão grande, é o que deve prevalecer, sendo crente declarado ou ainda não, e estando a todo instante, de dia e de noite, com a mente n’Ele mas quando é esse o caso este prefere tampar os ouvidos mas, contudo, quando a jiripoca pia, até ora de joelhos, chora, e tome vala-me Deus…?
E o que me trouxe a mente escrever a você sobre isso, além do terrível que está numa passagem do livro de Provérbio para quem age assim, que logo te contarei, e pensando com meus botões como pode uma pessoa negligenciar tanto uma coisa dessas, foi a pergunta que uma jovem crente, ela que às vezes passa o dia aqui em casa, mas raramente vem onde estou para conversar um pouco que seja sobre o Céu’, que vou chamar de “irmã Fulana”, me fez sobre como é isso de “a paz de Deus exceder todo entendimento”, de Filipenses 4; 7. Primeiro tive dó dela, haja vista que, apesar dos seus 27 anos, e há quase quinze frequentando uma agremiação cristã de forma comprometida com os afazeres do templo, pouco tem feito no sentindo de buscar entender o coração do Seu Salvador, e ainda não aprendeu – se por desinteresse dela ou não eu não sei, Deus sabe, o mínimo, ou ninguém ainda lhe ensinado sobre a profundidade do significado da frase que a estava inquietando – e aqui entra a minha sempre insistência para que se medite e medite e medite mais um pouco nas Escrituras, que é a melhor forma de se guardar de maus ou no mínimo dos fracos ensinos quando isso for se aplicar. Depois, olhando para um filtro de vidro que estava sobre minha mesa, a convidei para refletir numa analogia que faria usando aquele objeto, que estava com já pouca água. – Vamos dar um nome a esse filtro e outro nome a água dentro dele, disse a ela. Ao filtro chamaremos de Entendimento e à água vamos chamar de Paz. E vamos considerar que o filtro representa o entendimento dos mais de 8 bilhões de pessoas no mundo e a água representa a Paz que está em Deus. Agora imagine esse filtro sendo cheio até a água transbordar. Pronto: é isso que significa dizer (…) a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os seus corações e as suas mentes em Cristo Jesus. (Filipenses 4:7), o que quer dizer que, haja o que houver conosco nessa vida atual, que nos aflija o tanto que vier a nos afligir, há em Deus reservado para quem n’Ele crê, desde que com o pensamento voltado para o esforço que Seu filho fez e por que fez, em favor de todos que n’Ele se dispuser a acreditar mas não hora sim e hora não, ao bel prazer de suas necessidades, uma paz que transcende a capacidade da pessoa humana de compreender ou de explicar. Isso apesar da analogia talvez piegas que acabei de fazer, mas que, por causa da representatividade da água na simbologia, e que eu nem havia percebido da profundidade dela com o uso justamente de água para fazê-la, já que não há como ninguém ter a mente em Cristo sem que se beba antes a “Água” que vem d’Ele. Ao que ela reagiu com um sonoro e animador hãnnnn… Mostrando que finalmente tinha lhe “caído a ficha” sobre o significado de sua fé no Deus em Quem ela espera enfim ter paz de verdade. Daí conclui, que se essa menina, que está tão envolvida com a “Obra” (com destaque a observação de que se envolver com o fazer isso e aquilo na obra é bem diferente do envolver-se na busca do porquê da Obra) tinha essa dúvida e teve essa reação, como não pensar em como ajudar a turma do “Graças a Deus” aleatório, que precisa mergulhar de verdade nessa Água? E aqui estamos.
(…) Porventura será o homem de algum proveito a Deus? Antes a si mesmo o prudente será proveitoso. (Jó 22:2)
E lhe dizendo do quão perigoso que é – aqui falando ainda da irmã Fulana, mas que cabe muito bem a você do “Deus é mais” somente quando te convém, isso de a pessoa, quando o caso se aplica, colocar na conta dos maus ou dos ensinos anêmicos o seu desconhecimento quando é na conta do desinteresse individual ou, pior, na conta do desprezo pelo saber das coisas de Deus, o que também se encontra na Escritura, que foi outro momento em que ela não escondeu a surpresa, onde fala que (…) O que desvia os seus ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável. (Provérbios 28:9), e logo passei a ocupar meu coração com o pensamento voltado mais para você do que para ela, mesmo ela estando bem ali na minha frente. Até, pensando nisso do desconhecimento e no tão limitada que essa vida é e na paz por um pouco de tempo que tanta gente busca, me peguei imaginando uma família que só gosta de ouvir MPB e naturalmente a meio-som, que descobre como é o fim de semana do vizinho que viu chegar para morar na casa ao lado cujo carro, uma pick-up, era equipado com um ‘paredão’ na caçamba, e que na segunda-feira cedo amanhece na porta da delegacia, onde foram pedir paz ao delegado, se eles, digo a família, soubessem dessa paz que excede todo entendimento tão ao alcance de suas mãos. Ou melhor, de seus corações…
(…) Oferece a Deus sacrifício de louvor, e paga ao Altíssimo os teus votos.
E invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás.
Mas ao ímpio diz Deus: Que fazes tu em recitar os meus estatutos, e em tomar a minha aliança na tua boca?
Visto que odeias a correção, e lanças as minhas palavras para detrás de ti. (Salmos 50:14-17)
E para você entender o ainda inexplicável tamanho do amor de Quem tem nEle a paz que EXCEDE todo o entendimento e quer que você participe dela, olha só: a conversa com a irmã Fulana foi na noite de terça-feira (02/6) e na naquele mesmo momento foi a decisão de te escrever esse texto. Ocorre que, tendo “decidido” (e guarde aí, isso, de decidido escrito entre aspas) por escrever sobre essa conversa com o fim de te despertar, e por mim empurrado para mais adiante começar a escrever; e depois de escrito alguns parágrafos e de novo empurrado para mais “depois eu escrevo”, e tendo orado pedindo que me dissesse o que Ele quisesse ainda dizer, sobre o texto, que quisesse que eu inserisse nele, mas isso comigo tendo no pensamento (pensamento que Ele estava ouvindo – sim, Ele escuta o que pensamos, se ligue) encaixar o que Ele me dissesse quando eu fosse enfim escrever, então Ele me dá o seguinte sonho, em dois cenários: primeiro eu me vejo comprando um baralho novo e entregando esse baralho a um cara chamado Ademir (e guarde também esse nome, Ademir), que já estava sentado jogando um jogo que acontece entre somente duas pessoas, chamado Terno vermelho – esse, porém, digo do baralho com que ele jogava, com umas cartas já bem desgastadas, e ele jogando com outra pessoa a quem eu não visualizava, mas sabia pelo Espírito que havia duas pessoas ali. E no outro cenário eu me vejo num campo, jogando bola – nesse eu não via também a bola, e noto que alguém lançava a bola para mim dentro da pequena área; então, preocupado com o jogador adversário me impedir de chutá-la, corro para marcar e já me vejo entre a linha do goleiro e a rede, como quem entra com bola e tudo; mas desde a hora em que a recebi, eu me observava meio atrapalhado com a bola e com dúvidas sobre se a bola havia entrado ou não. E acordei. E acordei muito feliz, mesmo já entendendo que o sonho significava uma “chamada na chincha” que eu havia levado dEle, por causa da demora com o texto. E como eu disse, isso por causa de você. Ou, melhor dizendo, isso do carão que levei, em favor de você – e se quiser sorrir na alma pode sorrir que isso é sim um privilegio. E, se lembra das aspas na palavra Decido, detalhe que te mandei guardar? Aquilo foi por que, na interpretação do sonho, jamais fui eu que decidi nada quando conversava com a irmã Fulana sobre te escrever, mas era Ele, quando veio ao meu coração escrever sobre o assunto, que já estava jogando para mim a bola na cara do gol – por isso a bola lançada dentro da pequena área, o que representa gol quase certo, e Ele me mostrando que estou jogando muito mal frente ao Adversário. Sim, o goleiro representa Satanás. É uma situação espiritual, por isso a bola era ‘invisível’. E onde está que eu estou “jogando muito mal”? Não, não foi quando eu estava todo atrapalhado com a bola, que aquele detalhe apenas dá o desenho da situação para encaixar o enigma. Mas, como os sonhos foram dado para falar da mesma coisa, e eles se complementam, teria acertado se você dissesse que é quando eu compro um baralho novo e dou para o cara chamado Ademir, onde está claro Ele me dizendo que eu estou “investindo na perda de tempo”: eu enrolando para começar a escrever. A saber, quando eu deixava de escrever o texto para fazer “outras coisas”, para Ele é como se eu – e todos a quem Ele tem entregue tarefas a serem cumpridas, e não cuido de cumpri-las, (quem tem ouvidos ouça), estivesse DESPERDIÇANDO O TEMPO. Ademir era o cara com quem eu, quase 40 anos atrás (aqui dá pra você perceber que tudo da vida, seja bom seja mal está anotado nos anais celestiais), quando morávamos no Condomínio Vale dos Lagos (e eu estou detalhando isso, para o caso de ele vir a ler esse texto, saber que O Deus Altíssimo está com ele na mente, certamente querendo que ele também venha a estar na paz que excede todo o entendimento), jogava esse jogo chamado Terno vermelho; às vezes, quando estávamos desempregados, desde a manhã até quase anoitecer, sem nos darmos conta do tanto de tempo que desperdiçávamos, quando deveríamos buscar a ocupar todo aquele tempo com alguma coisa útil – hoje, pelo cenário usado por Deus e o significado do sonho, eu até imagino nós dois no conceito dos moradores do lugar na época. Por isso Ele radicalizou daquela forma no sonho, buscando aquela época para colocar nos cenários dos sonhos, os dois envolvendo jogo, para me dizer que, enquanto Ele me deixa “na cara do gol” eu estou “jogando muito mal” não remindo o tempo. Daí corri, assim que acordei, para enfim escrever-te. E acertou se entendeu o “na cara do gol” como o teu coração, digo o coração da turma do Deus é mais e do Graças a Deus aleatório, descompromissado, coração que está sendo guardado, guarnecido, pelo Adversário, ou melhor, pelo Goleiro, que tudo faz para impedir que, quem joga contra ele faça gol nele e o derrote no jogo. E se você estiver atento/a vai se lembrar da minha dúvida, sobre se a bola tinha entrado ou não. O que representa que, assim como haverá quem assimilará o que está lendo, haverá também quem não dará a mínima para o que estou dizendo. Por isso meu sentimento sobre se havia feito o gol ou não. Quem tem ouvidos…
(…) Quem pode entender os seus erros? Purifica-me tu dos que me são ocultos.
Também da soberba guarda o teu servo, para que se não assenhoreie de mim. Então serei sincero, e ficarei limpo de grande transgressão.
Sejam agradáveis as palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua face, Senhor, Rocha minha e Redentor meu! (Salmos 19: 12-14). E quem escreveu essa humilde oração não foi o “irmão Zé da Égua” não, mas o rei Davi.
Seguindo na conversa com ela, a irmã Fulana, muito interessada que ficou em saber mais, fomos parar em João 5. E por que no evangelho de João? Por eu ter me lembrado duma visão em que O Altíssimo Criador me colocou morando na casa do apóstolo João, que viveu há quase 2 mil anos, uma casa bem simples, de chão batido, com tudo, porém muito limpo, bem cuidado, que muito me emocionou, ainda dentro da visão, pelo privilegio de está ali, e eu ter entendido ao despertar, que aquela visão estava me dizendo que eu deveria meditar nos escritos daquele apóstolo, onde eu muito aprenderia, que é exatamente o que faz um discípulo que mora na casa do seu mestre: aprende! E o que eu pretendia a levando àquela escritura, nada mais era do que lhe esclarecer, e a quem mais se interessar, que a paz que excede todo entendimento é real e está ao alcance das mãos de quem quiser estendê-la, mas que, para guardar as ovelhas das garras dos lobos, há muito que se tem de entender, uma vez que O Dono dessa Paz deixou avisado também, em João 16: 33, que no mundo teríamos aflições, porém nos consolando com o fato de que Ele venceu o mundo, e que se Ele venceu o mudo, claro está que, quem estiver n’Ele, também vencerá. E, para à esclarecer do que de fato quer dizer essa passagem, li juntamente com ela e lhe fiz saber que, se ela entendeu assim por si só, ou se a ensinaram dessa forma eu não sei, Deus sabe, que é bem diferente do que ela acreditava ser esse (…)Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão. (João 5: 25), que isso nada tem a ver com a ressurreição dos mortos que acontecerá quando Ele, falando de Jesus, vier pela segunda vez, uma vez que não se vê ninguém saindo dos túmulos nos tempos de hoje e dizendo que Jesus o ressuscitou, mas que se trata de Ele se referindo aos mortos que são considerados mortos por que, como morto não escuta, as pessoas não estão escutando Ele falar (…Os mortos não louvam ao Senhor, nem os que descem ao silêncio. (Salmos 115:17); por isso o verbo no presente e também no futuro, por causa de quem ainda não refletiu e que precisa enfim Lhe escutar o chamando, “vem, garantir teu lugar na paz que excede todo entendimento”, por isso (…) Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida. (João 5:24), e passagem que é contexto imediatamente anterior ao versículo 25, só bastando quem lê, a leia com atenção, posto que lá diz que virá hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz d’Ele, e voz que sai pela boca de quem, por extensão, anuncia o Seu Evangelho seja falando seja escrevendo, sendo que o maior dos pregadores, para quem tiver sido agraciado pelo dom da “letchura”, como diria minha avó, as próprias Escrituras. E ela: “Eu jurava que isso estava falando dos mortos, mortos mesmo, que vão ressuscitar no dia que Jesus voltar. É, eu preciso ler mais a Bíblia”, disse. Ao que eu concordei, mas não sem completar com o aviso de que não é somente ler, mas meditar, e não abri-la como se abre um livro qualquer, mas com reverencia e respeito, uma vez que, não apenas por se tratar dum livro sagrado, mas também por respeito a todos os que, para que a tivéssemos em nossas mãos tão facilmente como a temos, doaram, sacrificaram literalmente, suas vidas. Portanto: respeito, reverência e temor, quando o assunto for a Bíblia, disse.
Todavia, há ainda duas coisas das quais é importante te falar. Que são na verdade duas perguntas: já tinha pensado na razão de O Altíssimo ter usado Peixe e Ovelha para simbolizar a gente? E quando digo “a gente”, estou falando de todo mundo que deve crê n’Ele. E sabia que as ovelhas (que representa as fêmeas da espécie, mas que esse é assunto que devo te trazer num texto à parte, mas se quiser ir matutando sobre esse enigma, esteja á vontade), no geral, é um tipo de animal indefeso, que não tem armas de defesa como garras, presas e coisas afins, e que enxergam pouco – e que isso fala de nós, humanos, sobre enxergarmos pouco as coisas espirituais; mas ouvem bem – isso sendo como outra indireta para nós, tipo: ouve, ó Israel – deixem de teimosia, cuidado com o perigo, por isso precisam de que as pastoreiem, para defendê-las dos predadores – porém muito cuidado, que um que muito me ocorre é o lobo (não sem por que); que, para completar a indireta a nós, é mesmo uma espécie de animal muito teimoso? É como se crente fossem, e diria minha avó, sobre a escolha a esse animal: Jesus não dá ponto sem nó. Em outras palavras: nada que vem d’Ele, se desperdiça. Falando nisso, só para dá uma descontraída antes de te falar da metáfora que está na escolha do Peixe, e aqui vai Jesus na pessoa do Pai, você sabia que Ele gostava de fazer piada com gente cabeçuda? Pois é. Já ouviu dizer dEle, por escolha do povo, que queria ser igual aos outros povos das nações vizinhas, que tinham sobre eles um rei humano, mandando ungir Saul rei sobre eles, conforme em l a Samuel 8, e que Saul botou pra lascar em cima deles enquanto foi rei? E sabia que, entre tantos homens, acostumados a tantas outras atividades, Ele escolheu logo um “cuidador de jumentos” para rei deles, e que isso era para, de forma nada discreta, porém muito inteligente e para lá de cômica com uma boa pitada de indignação, chamar todo mundo de “burro”? Tipo: Rejeitaram a Mim como Rei, então serão governados por um cuidador de jumentos, seu bando de burros! Foi isso sem tirar nem pôr, bastando observar que, depois que levaram pau na moleira por 40 anos, Ele então ungiu, agora sim, um cuidador de ovelhas para rei sobre eles. Quer vê, depois faça as contas. Quem tem ouvidos, ouça. E quanto ao Peixe, eu não sei você, mas eu já ouvi não poucas vezes gente chamando Ao Deus Criador e Salvador, quando não de inexistente, de “arrogante, tirano e de coisas afins”. Não somente pelas experiências que tenho vivido da parte dEle, mas por sempre refletir na perfeição que se vê em tudo a nossa volta, em cima e embaixo, que está criado, que esse pessoal não tem razão eu nem preciso dizer, mas vá que eles dizem isso por que nunca tiveram uma experiência sobrenatural com Ele e por causa disso pensam e agem dessa forma louca. Mas como um mínimo de cognição não deve ter lhes faltado, senão não teriam tido mente para duvidar, vai ficar por conta de cada um desses se permitir um pouco de pensar sobre que, se é por metáfora que o Deus que desprezam fala com quem se dispõe a ponderar, e Ele nos diz que está nEle a fonte inesgotável de Água viva, e que, como o peixe fora da água a água continua sendo água e o peixe logo nem mais peixe é, o que então acontecerá com o sujeito a quem Ele chama de Peixe, se esse individuo estiver fora da Fonte.
Aliás, vale a pena ler de novo:
(…) Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão. (João 5: 25).
Por rejeitá-Lo como Rei, o povo de Gibeá, que esperava num rei humano segurança e paz e apesar de por um tempo a tê-las alcançado, mas também vivido tempos de guerras e muitas aflições, recebeu um cuidador de jumentos para estar sobre eles, mas não sem antes O Rei imortal avisá-los de que o rei deles o oprimiria absurdamente. E isso no afã de que, considerando que o aviso a eles trazido pelo profeta Samuel vinha da parte d’Ele, eles desistissem da loucura de rejeitá-Lo como Rei Único e suficiente, mas deu no que deu (aqui sugerindo meditar em l a Samuel 8 a seguir), e quando eles perceberam já era muito tarde e um preço muito alto acabou sendo pago. Eu de mim mesmo não me vejo como profeta, contudo estou muito seguro de qual altura trago a mensagem que estou comunicando a você por esse texto. Contudo, fica a critério de tua única pessoa fazer o teste sobre se Ele existe ou não e quer ou não que você O aceite como Rei sobre sua vida, da forma que você quiser testar inclusive como será isso de você, tendo vida e vida em abundancia, vir a também viver não o sossego que boa vizinhança nenhuma nem delegado nenhum poderão te proporcionar, mas na paz que excede; que transborda todo entendimento! A escolha é tua. Ademais disso, vou deixar o convite ser feito por Ele mesmo, que me mandou vir a você, depois disso o resto é contigo: (…) Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, Amando ao Senhor teu Deus, dando ouvidos à sua voz, e achegando-te a ele; pois ele é a tua vida, e o prolongamento dos teus dias; para que fiques na terra que o Senhor jurou a teus pais, a Abraão, a Isaque, e a Jacó, que lhes havia de dar. (Deuteronômio 30: 19,20).
(…)E que os mortos hão de ressuscitar também o mostrou Moisés junto da sarça, quando chama ao Senhor Deus de Abraão, e Deus de Isaque, e Deus de Jacó.
Ora, Deus não é Deus de mortos, mas de vivos; porque para ele vivem todos. (Lucas 20: 37,38)
Ah, e falando em Abraão, Isaque e Jacó ainda viverem na terra que O Todo-poderoso prometera que lhes daria (… Os céus são os céus do Senhor; mas a terra a deu aos filhos dos homens. (Salmos 115:16), tu se lembra da irmã Fulana dizendo que precisa ler mais a Bíblia ao enfim entender que não é a mortos literais que João 5: 25 está se referindo, conforme ela foi levada a por tanto tempo acreditar, e isso com o fim de se guardar dos ensinos equivocados – para dizer o mínimo? Pois, a ela e a tantas outras almas de Deus, por muito tempo foi ensinado também que a turma que cresse n’Ele um dia iria “morar no céu”; só que também esse é outro ensino equivocado, uma vez que – e eu, por experiência própria, guardada as devidas proporções, muito acredito nas visões e foi também por uma visão que isso que acontecerá foi mostrado, e não deixando de lembrar que esse é o apóstolo cujos escritos me foi recomendado por Quem pode mandar e me mandou também vir aqui a você, que eu estudasse e certamente os recomendasse, com cujo registro fecharei essa mensagem, te pedindo que assimile as entrelinhas das palavras, já que para morar “no céu” se sobe e não desce; e para quem, se apenas para as formigas, uma Nova Terra seria feita.
(…) E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.
E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, preparada como uma esposa adornada para o seu marido.
E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus.
E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. (Apocalipse 21:1-4).
Entretanto, porém, todavia:
(…) Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;
Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem (Hebreus 12: 14,15).
Quem tem ouvidos…
Antônio Franco Nogueira – a serviço do Reino eterno


