O voto no segundo turno das eleições de 2026, marcado para domingo, 25, também pode ser utilizado como prova de vida para beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O procedimento é automático e pode contemplar eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno, realizado em 4 de outubro.
A comprovação ocorre por meio do compartilhamento de dados entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o INSS. As informações sobre o comparecimento dos eleitores são utilizadas pelo instituto para verificar se aposentados, pensionistas e beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) estão vivos.
Além dos dados eleitorais, o INSS consulta outras bases de informações públicas para realizar a comprovação de vida.
Quem não votar precisa fazer a prova de vida?
A ausência nas urnas não significa que o beneficiário ficará sem a comprovação. Segundo o Ministério da Previdência Social, o instituto continua consultando outros registros disponíveis para verificar a situação.
Em nota, a pasta afirmou que não há problema caso o beneficiário não vote. O órgão também esclareceu que a participação no segundo turno pode ser considerada, mesmo para quem não compareceu à votação do primeiro turno.
Como fazer a prova de vida do INSS?
Se não conseguir confirmar a prova de vida por meio do cruzamento de dados, o INSS notificará o beneficiário sobre a necessidade de regularização.
Nesse caso, o procedimento poderá ser realizado pelo aplicativo ou site do Meu INSS ou na instituição bancária em que a pessoa recebe o benefício.
A consulta à situação da prova de vida também pode ser feita pelo Meu INSS ou pela Central Telefônica 135.
O Ministério da Previdência Social ressalta ainda que a comprovação de vida não está relacionada à liberação de empréstimos consignados, que seguem critérios próprios de aprovação.

