O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), participou da transmissão ao vivo comandada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), iniciada na madrugada deste sábado (24), no YouTube.
A live, prevista para durar 24 horas, foi organizada após o debate entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o candidato Flávio Bolsonaro (PL), realizado na sexta-feira (23), na TV Globo.
A iniciativa tem como objetivo mobilizar eleitores de Lula na reta final do segundo turno das eleições presidenciais. A transmissão acontece no canal oficial do presidente e conta com a participação de apoiadores e aliados políticos.
Antes do início da live, Janones utilizou o canal de WhatsApp “Exército do Lula” para convocar os seguidores. Em mensagem de áudio, o parlamentar pediu que os integrantes acompanhassem pelo menos os primeiros minutos da transmissão, mesmo aqueles que não pretendiam permanecer acordados durante a madrugada.
O deputado também incentivou os participantes a acompanhar a programação pelo maior tempo possível. Ao longo das 24 horas, a proposta é apresentar atividades e desafios aos integrantes do grupo, conhecidos como “missões”, para ampliar a divulgação de conteúdos relacionados à campanha presidencial.
“Exército do Lula” alcança 10 milhões de seguidores
A mobilização ocorre após o canal “Exército do Lula”, administrado por Janones no WhatsApp, atingir 10 milhões de seguidores na tarde de sexta-feira (23), por volta das 17h50.
O crescimento aconteceu em poucos dias. Em 12 de outubro, o espaço reunia pouco mais de 3,3 milhões de participantes. Já na quarta-feira (21), havia ultrapassado a marca de 7 milhões, chegando aos 10 milhões dois dias depois.
Criado para fortalecer a mobilização digital em favor da candidatura de Lula, o canal funciona como uma ferramenta de comunicação com apoiadores. Por meio dele, Janones compartilha publicações, orientações e ações destinadas a aumentar o alcance de conteúdos eleitorais nas redes sociais.
A atuação do grupo também se tornou alvo de uma disputa judicial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em meio aos questionamentos sobre as atividades realizadas durante a campanha.

