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Integrantes do Comitê da Mulher na Indústria da FIEB visitam unidade da Braskem em Camaçari

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Comitê da Mulher na Indústria (CMI), da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB)(Foto: Robert Romão/Divulgação)

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A visão geral sobre a presença feminina e masculina na indústria da Bahia mostra que os homens ainda são maioria e ocupam mais postos de trabalho, mas as mulheres registram avanços em vagas técnicas e cargos de liderança, embora a desigualdade salarial persista em vários setores.

Esse cenário tem sido observado de perto, e muitas iniciativas buscam ampliar a contratação feminina no setor. Um dos observatórios e ferramentas de inclusão na indústria baiana é o Comitê da Mulher na Indústria (CMI), da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB).

Na última sexta-feira (24), uma comissão ligada ao comitê visitou a unidade de Químicos 1 (Q1) da Braskem, no Polo Industrial de Camaçari. A ação integrou uma edição especial do programa Formando Laços, que apresenta os processos produtivos da empresa a diferentes públicos.

Durante a visita, as participantes conheceram a operação da Braskem, os projetos socioambientais desenvolvidos pela empresa e as iniciativas voltadas à promoção da equidade de gênero, alinhadas aos Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPs), da ONU Mulheres e do Pacto Global.

De acordo com a gerente de Pessoas e Organização da Braskem no Nordeste, Ana Luiza Salustino, 63% dos profissionais de engenharia admitidos pela empresa na Bahia, em 2025, foram mulheres, refletindo o avanço da representatividade feminina nas áreas técnicas.

O grupo também percorreu as instalações da unidade, conheceu os procedimentos operacionais e as práticas de segurança da empresa. Para a presidente do CMI, Eunice Habib, a visita proporcionou uma importante troca de experiências sobre a presença feminina na indústria. “Conhecemos a nova sala de controle, extremamente humanizada, e vimos muitas mulheres ocupando cargos de liderança. Foi uma experiência muito rica”, destacou.

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