POLICLÍNICA

Greve dos metalúrgicos chega ao sétimo dia no Polo de Camaçari

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Na pauta de reivindicações estão a cobrança por melhores salários, benefícios e condições de trabalho

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Os trabalhadores e trabalhadoras da manutenção e montagem industrial do Polo Petroquímico de Camaçari cruzaram os braços, e a greve da categoria chegou ao sétimo dia nesta quarta-feira (21), com mais de mil profissionais mobilizados. Na pauta de reivindicações estão a cobrança por melhores salários, benefícios e condições de trabalho.

Organizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, a paralisação por tempo indeterminado começou em 15 de outubro. Segundo o sindicato, a mobilização ocorre após o impasse nas negociações com as empresas prestadoras de serviços que atuam em unidades da Braskem, BASF, Cetrel e outras empresas do complexo industrial.

Nas assembleias e publicações, o sindicato cobra a revisão do piso salarial, o reajuste da cesta básica, melhorias na assistência à saúde e mudanças nas folgas mensais.

A categoria também exige o fim das diferenças de direitos e benefícios entre profissionais que exercem atividades semelhantes no mesmo complexo industrial, “combatendo desigualdades e a precarização do trabalho”.

Ao longo da semana, o sindicato e os trabalhadores têm realizado diversas ações para mobilizar a categoria e dar visibilidade às suas demandas. Na última terça-feira (20), foi realizada uma assembleia seguida de uma caminhada pelo Polo, durante a qual os trabalhadores reafirmaram a continuidade da paralisação por tempo indeterminado.

“Os profissionais da manutenção e montagem são fundamentais para o funcionamento das unidades industriais e merecem reconhecimento, remuneração digna, benefícios adequados e respeito”, reivindica o sindicato.

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