
Israel – Conflito Israel-Hamas: o que acontece agora?
Cinquenta anos depois da Guerra do Yom Kippur, que começou com uma invasão surpresa de Israel por parte do Egito e da Síria, militantes palestinos lançaram um novo grande ataque no sábado (7/10).

Cinquenta anos depois da Guerra do Yom Kippur, que começou com uma invasão surpresa de Israel por parte do Egito e da Síria, militantes palestinos lançaram um novo grande ataque no sábado (7/10).

O Ministério da Defesa afirmou, na manhã deste domingo (8/10), que vai buscar brasileiros que estão na região do conflito entre Israel e o Hamas, iniciado após um ataque surpresa sem precedentes dos fundamentalistas islâmicos ligados à Palestina.

Vídeo publicado na Rede X, na tarde deste sábado (7), mostra bombardeio feito contra prédios onde estaria instalações militares do grupo terrorista Hamás, em Gaza.

Homens armados do grupo palestino Hamas percorreram cidades israelenses neste sábado, matando e capturando civis e soldados em um ataque surpresa, que Israel enfrentou com ataques aéreos de retaliação em massa que mataram muitos palestinos na Faixa de Gaza.

Vídeos compartilhados em redes sociais mostram o que seriam reféns israelenses levados por combatentes do Hamas, após o ataque surpresa e de grandes proporções deste sábado (7).

O parlamentar israelense Yair Lapid, líder do partido de centro liberal Yesh Atid – um dos principais setores da oposição ao governo de Benjamin Netanyahu – propôs neste sábado (07/10) a formação de um gabinete especial para sustentar politicamente o governo durante a nova ofensiva militar nos territórios palestinos.

O governo brasileiro anunciou neste sábado (7) que convocará reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, para tomar decisões sobre os ataques realizados a Israel a partir da Faixa de Gaza. O Brasil está na presidência do conselho.

Um ataque-surpresa, segundo o comandante das Brigadas Al-Qassam, Mohammed Deif, que envolveu o disparo de mais de 5.000 foguetes e projéteis, na madrugada deste sábado (7/10), e que está trazendo questionamentos sobre a eficácia do Serviço de Inteligência daquele país, já produziu mais de 370 mortos, 100 deles em Israel,

“Estamos em guerra”, afirmou o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, após o ataque surpresa deste sábado (7) Israel foi bombardeado por cerca de 2.200 foguetes em um ataque surpresa coordenado pelo grupo militante palestino Hamas neste sábado (7). Ao menos 70 pessoas morreram e 908 ficaram feridas.

Analistas de inteligência dos Estados Unidos acreditam que a Ucrânia desistiu de sua contraofensiva contra a Rússia e que a única coisa que está prolongando o conflito é a relutância de Washington e Kiev em reconhecer seu fracasso, afirmou o jornalista investigativo Seymour Hersh.