Jogadores do Vitória reclamam e pedem evolução do time
Um empate em casa é bom? Dificilmente alguém responde positivamente à pergunta de imediato. E quando você sai atrás no placar e consegue evitar a derrota? Depende.
Um empate em casa é bom? Dificilmente alguém responde positivamente à pergunta de imediato. E quando você sai atrás no placar e consegue evitar a derrota? Depende.
Frustração é a melhor palavra para definir o sentimento do torcedor tricolor após a derrota para o Vasco, sábado, por 4×3. O Bahia mostrou poder de reação, mas pagou um preço alto pelas falhas defensivas.
Jogar na elite do futebol brasileiro não é fácil. Equipes qualificadas, desgastes com viagens e calendário apertado, com 20 times “se matando” por título, vagas em competições internacionais e, claro, para fugir do rebaixamento.
Time jogando razoavelmente bem, criando muitas oportunidades e as desperdiçando no momento crucial de finalizar. Esse roteiro tem sido comum nos últimos jogos do Bahia, mas hoje tudo leva a crer que o final será diferente.
Os objetivos na elite do futebol brasileiro variam: título, fuga do rebaixamento, vaga na Libertadores ou Sul-Americana. Para provar que não chegou na Série A a passeio e que não é só mais um no meio dos 20 clubes que disputam a competição, o Vitória vai para a sua terceira
Ausente há quatro partidas, Hernane tem sido o desfalque mais sentido pelo Bahia, principalmente nos últimos jogos. Artilheiro do time com 10 gols em 12 partidas, o Brocador tem visto seus companheiros desperdiçarem inúmeras oportunidades a cada jogo.
Eu quero ver gol, eu quero ver gol. Não precisa ser de placa, eu quero ver gol”. Os versos da canção do grupo O Rappa sintetizam bem o sentimento em uníssono da torcida do Bahia e também do técnico Doriva.
A virada foi heroica, daquelas que o torcedor do Vitória deixa o Barradão com o peito estufado e com orgulho da camisa vermelha e preta.
Regularidade. Palavra comum no futebol, utilizada principalmente entre os analistas para classificar as atuações de determinado jogador. Poucos, no entanto, conseguem mantê-la num nível elevado, durante longo tempo.
Uma das maiores dificuldades de um goleiro é o momento que ele fica cara a cara com o adversário para defender um pênalti. O tiro é curto: 11 metros entre o goleiro e a bola. A missão é complicada, mas Fernando Miguel faz parecer fichinha.