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Caso Léo Lanches: veja o que muda após soltura de policial militar

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Vendedor Leonardo Gil Lima, conhecido como Léo Lanches foi morto pela soldado da Polícia Militar - Foto: - Foto: Reprodução Redes Sociais

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A soldado da Polícia Militar da Bahia (PM-BA) Valdilene Nonato Santos França, investigada na ocorrência que resultou na morte do vendedor Leonardo Gil Lima, conhecido como Léo Lanches, teve a liberdade concedida por decisão judicial. A informação foi confirmada pela defesa da família da vítima.

Integrante da guarnição da 49ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) envolvida no caso, a policial estava custodiada desde 4 de agosto de 2026.

PM terá de cumprir medidas cautelares

A decisão judicial que concedeu a liberdade também estabeleceu medidas cautelares para a soldado. Entre elas, está a suspensão do exercício da função pública pelo prazo inicial de 180 dias.

Valdilene também está proibida de manter contato com testemunhas e familiares da vítima, além de ter o acesso restrito à localidade de Lessa Ribeiro, em Salvador, onde ocorreu o caso.

Paralelamente à investigação criminal conduzida pela Polícia Civil, por meio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a Polícia Militar apura possíveis responsabilidades disciplinares dos agentes envolvidos na ocorrência.

Relembre o caso Léo Lanches

O vendedor Leonardo Gil Lima, conhecido como Léo Lanches, foi morto na noite de 23 de julho de 2026, na localidade de Lessa Ribeiro, em Salvador.

Após ser atingido, ele chegou a ser socorrido e levado para uma unidade de saúde em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), mas não resistiu.

Policial foi presa após investigação

Pouco menos de duas semanas após a morte do vendedor, a soldado Valdilene foi presa no bairro da Pituba, em Salvador. A medida foi tomada após investigação da 1ª Delegacia de Homicídios (DH/Atlântico), com apoio da Polícia Militar.

As apurações consideraram imagens registradas por câmeras corporais e um laudo pericial elaborado pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT).

O caso segue sob investigação, enquanto a PM-BA conduz a apuração administrativa sobre a atuação dos agentes envolvidos.

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