
A notícia de que pessoas tem morrido pisoteadas quando diante de aglomeração com grande quantidade de pessoas correndo seja lá por causa do que for, como em recente evento religioso na Irlanda do Norte, onde jovens foram mortos, pisoteados, no início do ano, e ainda durante um baile funk em Guarulhos (SP), onde outras três pessoas também morreram pisoteadas, não parece tocar alguns, como os que, na manhã desta quarta-feira, 03, jogaram bombas juninas sobre os muros do colégio estadual José de Freitas Mascarenhas, na Gleba A, causando pânico entre alunos e professores.
Certamente que “inspirados” pelo recente episódio onde um ex-aluno duma escola do município de Suzano, em São Paulo, matou a tiros 9 pessoas, entre alunos e funcionários, na segunda maior chacina do tipo no país, pessoas ainda não identificadas, por achar graça o desespero de pessoas, resolveram fazer a “brincadeira” de muito mau gosto, que pode lhes custar, se identificados, um processo criminal que ao final pode, diferente do que aconteceu com os alunos do Mascarenhas, não soar somente como a um susto.
Nota
Bom seria procurar uma roupa pra lavar ou um cachorro para catar as pulgas…
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