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Braskem comemora 15 anos com lucro de R$ 1,14 bi no trimestre

Presidente da Braskem, Fernando Musa, e a nova marca lançada hoje pela companhia (Foto: Divulgação)
Presidente da Braskem, Fernando Musa, e a nova marca lançada hoje pela companhia (Foto: Divulgação)

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Presidente da Braskem, Fernando Musa, e a nova marca lançada hoje pela companhia (Foto: Divulgação)

No dia em que completa 15 anos, a empresa petroquímica Braskem, multinacional de origem baiana do Grupo Odebrecht, divulga lucro líquido de R$ 1,142 bilhão no segundo trimestre de 2017 – um aumento de R$ 275 milhões na comparação com igual trimestre do ano passado. No ano, a Braskem acumula lucro líquido de R$ 3,057 bilhões.

O desempenho da Braskem no trimestre é atribuído à manutenção das saudáveis margens do setor petroquímico, além de ganho de capital com a venda da QuantiQ e da maior produção do Complexo Petroquímico do México, que estava em processo de partida em meados de 2016.

“Seguimos na implantação da nossa estratégia de crescimento como empresa global, com foco na internacionalização geográfica e na diversificação de matérias-primas, gerando valor para todos os acionistas da Braskem”, afirma Fernando Musa, presidente da petroquímica, em nota divulgada pela empresa nesta quarta-feira, 16, pela manhã.

A empresa foi criada em 2002, a partir da aquisição pelo Grupo Odebrecht, da antiga central de matérias-primas do Polo de Camaçari, a então Companhia Petroquímica do Nordeste (Copene), depois integrada a outras cinco empresas do grupo do setor químico.

Hoje, a multinacional emprega 8 mil pessoas, a partir de 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa. Com produção anual de 20 milhões de toneladas, é a maior produtora de resinas das Américas, com produção anual de 20 milhões de toneladas, exportada para aproximadamente 100 países.

A empresa segue em busca da expansão após ter firmado acordo de leniência pelas práticas impróprias denunciadas no âmbito da Operação Lava Jato. A companhia agora paga mais de R$ 3 bilhões em multas e indenizações, tendo ainda se comprometido a contribuir com as investigações.

A empresa foi citada em, pelo menos, cinco processos por esquemas, acusada de utilização de “empresas de papel” em paraísos fiscais para pagamentos, além da formação, com ajuda de políticos, de um cartel da nafta (insumo básico da petroquímica). Uma das vantagens que teriam sido obtidas foi o controle da petroquímica Quattor, que consolidou a Braskem como a maior companhia do setor no país.

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