Quando ela me disse que a cobra na cumeeira da casa era muito grande, do tipo das sucuris, tipo que, por não ter veneno, mata por contrição, eu disse: trata-se duma pessoa, essa cobra. E a adverti que o sonho a estava alertando para o cuidado que ela precisava ter para com determinadas pessoas, que inclusive ela tem trazido na mente e numa boa conta, por isso a cobra no telhado e na parte de dentro da casa (a casa representa a pessoa dela), de quem ela não tem levantado a mínima suspeita de que essa pessoa possa lhe fazer qualquer mal – por isso não era uma cobra venenosa, mas que mesmo que tal pessoa ande lhe abraçando é ali que está o problema: na falsidade. Por isso era o tipo de cobra que mata abraçando suas vítimas. Então ela me disse que já sabia de quem se tratava, apontando uma ex cunhada sua, que tem sido falsa com ela e mora num estado a uns dois mil e quinhentos quilômetros de onde ela está em trabalho missionário, há já muito tempo. Então eu lhe perguntei se uma cobra por maior que fosse, alcançaria uma pessoa que estivesse a 20, 30, 40 metros de distancia dela. Ao que ela concordou que não. Então, disse eu, não se trata dessa pessoa, por que você não a deve ter numa boa conta, para tá com ela na mente no sentido positivo da palavra, e logo ela não anda aos beijos e abraços contigo; mas trata-se de alguém que está bem pertinho de você. Então ela se pôs a pensar. Com o detalhe, aqui falando contigo, de que onde ela está, como eu disse, a mais de dois mil quilômetros de casa, não há parentes seus por perto, mas somente o povo da igreja.
– Não me faça mais isso! Você bem sabe que eu ando escaldada com gente ruim, e ainda me manda um vídeo daquele…? Essa é minha esposa, reclamando comigo por ter compartilhado com ela certo vídeo. – Qual vídeo, perguntei; o da mulher que matou o marido com um tiro de espingarda por causa do Hi-Fi? – Não, e tem esse também? Nem me mande. Eu estou falando duma mulher que maltratava o marido doente, coisa horrível. Sentenciou. Enfim, o vídeo que lhe havia mandado, traz uma matéria denunciando uma mulher que, depois da doença que o acometeu, o deixando cego ainda por cima, foi acusada pela própria filha de fugir com o marido não por que o queria preservar, o reservando da exposição pelo estado físico em que acabou se encontrando, ele antes um engenheiro mecatrônico bem sucedido, mas para usufruir longe dos familiares dele do patrimônio que o homem tinha levantado, sem, contudo, cuidar do sujeito com a mínima compaixão ou dignidade a ele cabida e devida. A matéria inclusive trás as imagens da casa para onde ela o havia levado, um imóvel amplo e confortável, mas o lugar onde o marido dormia, como algo que mais parecia um cativeiro do que o quarto dum ser humano repousar. E o que mais de revoltante que a reportagem trás, alem da informação, com imagens da senhora que trabalhava na casa dando o seu depoimento de que a situação era tão indignante, que ela resolveu denunciar, somado ao homem, doente e cego, caído no chão da varanda da casa como nem um cão sem dono, é o momento do casamento dos dois, com ele ainda jovem, e forte, irradiando alegria sem saber que estava casando não com uma mulher, mas com uma cobra disfarçada de gente.
O outro, de 64 anos, e certamente que por, assim como todos a seguir na relação, ter se sentido ofendido, mas que na verdade fizeram o que fizeram por pura perversidade mesmo, em Águas Lindas (GO), matou a esposa de 63 e o neto de 13 anos, enquanto os dois dormiam. Detalhe: o filho da serpente usou uma picareta para cometer os crimes; o outro, em Praia Grande (SP) matou a socos – sim, você leu bem, a socos, a esposa no exato Dia Internacional da Mulher; também no Dia Internacional da Mulher, em Minas Gerais, o outro matou com 30 facadas, sim, com TRINTA facadas, a esposa, com quem tinha uma filha; o outro demônio travestido de homem, ele corintiano, matou a esposa palmeirense, por causa do sarro que ela tirou da derrota do time dele para o time dela; em São José do Rio Preto (SP), o outro filho da Cobra matou os próprios filhos, de 3 e 4 anos, só para se vingar da esposa; também para se vingar da esposa, o outro parente de Caim catou as próprias filhas na escola, levou-as para uma mata, esfaqueou as duas e tocou fogo no carro com as crianças, quem sabe ainda vivas lá dentro; Já no Mato Grosso, o outro mandou matar o amigo que ‘furava o seu olho’ com sua esposa – que bela esposa; e olha essa: em São Bernardo do Campo, o outro matou o que a reportagem diz que era o ‘seu melhor amigo’. Detalhe: o que morreu foi morto pelo amigo que havia tirado das ruas, e o colocado dentro de casa sem saber que se tratava duma cascavel de pernas. Mas ainda piora, pois no Tocantins, por supostas mesadas muito baixas, uma mãe foi morta à facadas pelas mãos das próprias filhas, que tiveram, pra variar – e se ligue na linhagem das filhas assassinas, a ajuda do pai e marido da vítima. E por aí vai. E sim, eu sei que saber desses episódios não fez nada bem à tua alma, talvez – e o talvez pode sim caber para alguns, vale o registro, mas foi importante te trazer ao conhecimento ou a lembrança coisas assim, para que você perceba a importância de estar bem esperto para com quem chamamos de ‘amigo’ ou com quem dormimos na mesma cama. Mas, e como se guardar duma pessoa má no meu rol de amigos e mais ainda, de estar dormindo com o/a inimigo/a sem saber? Ok. Segura aí um pouco, que volto já.
Para que você entenda a razão de você está aqui o lendo, com o titulo desse texto, “A loteria”, na mente, como tem me acontecido ultimamente e eu ainda não me sentindo seguro de que a tônica deveria ser de fato essa, eis que duas pessoas quase que ao mesmo tempo, Isabela Correia e Magali Amorim, uma em Simões Filho, aqui na Bahia, e a outra que está em Fortaleza, no Ceará, me mandam um áudio cada, falando desse exato problema, só que vivido onde não era para acontecer, a saber, na ‘igreja’. E aí, foi como eu ouvir do Deus Altíssimo: “Entendeu, agora, seu distraído…? Então, avia!”. Mas, com a reação da minha esposa ao assistir o vídeo da mulher que maltratava o marido cego e doente, na mente, somado aos episódios que te elenquei um pouco atrás e, pensando que, se viemos todos de Deus e sendo Ele um Poço de perfeição, e tentando compreender até então o incompreensível, que atitudes assim possam partir duma pessoa plenamente humana, fui para as Escrituras. E lá encontrei o que descreverei de forma bem sucinta, visto serem vastas as ocorrências desse tipo nela, desde o relato clássico, de Caim matando o irmão Abel; Esaú tentando matar seu irmão Jacó; assim como, por ciúmes, os irmãos de José tentando matá-lo; e até um rei, Abimeleque, que matou nada menos do que 70 de seus irmãos só para ter assegurado o seu trono; e ainda a informação de que a coisa só tende a piorar, haja vista que o próprio Jesus profetiza que, no fim dos tempos (…)o irmão entregará à morte o irmão, e o pai o filho; e os filhos se levantarão contra os pais, e os matarão. (Mateus 10: 21); isso sem contar, lembrando que aqui estou falando do crente, os que já brigam ou brigarão na justiça dos homens, para vergonha (nossa) dos que assim agem – e isso diz não eu, mas o apóstolo Paulo (em l a Coríntios 6), por causa até dum arranhão num carro, ou do galho duma árvore pendida para o quintal do outro, onde a turma é advertida pelo apóstolo, para que repensem tal atitude, devendo esse crente escolher, se preciso for, ao invés de levar o seu irmão aos tribunais comuns, ficar ele mesmo com o dano, por que atitudes contrarias a isto – certamente que por causa de dano maior que seria causado a proposta do Evangelho, terá um preço a ser cobrado pelo Tribunal divino (coisa que, se é assim, até me causa arrepios ao pensar no que não vai caber pra turma que tá fazendo de caso pensado ou mesmo que se deixado levar pelos enganos sutis do Diabo, o estrago que estão fazendo à aceitação da Mensagem de cima do altar. Mas, até mesmo por conta da relação direta, tanto com os pequenos quanto com os grandes, eu vou me ater ao povo de Anatote, terra natal do profeta Jeremias, lar de seus irmãos e de sacerdotes, que não somente o rejeitaram por ele lhes advertir para o juízo de Deus a caminho daquela cidade se eles não se arrependessem de suas maldades; da idolatria e do afastamento da fé, mas prometeram matá-los com as próprias mãos – se lembra dos inimigos íntimos? – se ele insistisse em adverti-los com aquelas profecias. E por que me ater ao ocorrido com esse profeta? Por causa do registrado lá, que será feito com quem deseja e faz o mal contra quem lhe fez o bem e somente o bem lhes quer mesmo que estranhem pelas palavras duras, e daí, visto que é O Pai que o mandava – como tem mandado a mim, salvando a devida proporção, conforme se lê, que (…)assim diz o Senhor acerca dos homens de Anatote, que buscam a tua vida, dizendo: Não profetizes no nome do Senhor, para que não morras às nossas mãos. Portanto, assim diz o Senhor dos Exércitos: Eis que eu os castigarei; os jovens morrerão à espada, os seus filhos e suas filhas morrerão de fome. E não haverá deles um remanescente, porque farei vir o mal sobre os homens de Anatote, no ano da sua visitação. (Jeremias 11:21-23). Que é exatamente, a cada uma a sua porção, o que cada alma receberá pelo que tiver feito enquanto esteve sobre essa Terra, (…)Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal. (2 Coríntios 5:10), o que vai caber também a cada uma daquelas pessoas, de cujos casos ao saber tanto te angustiou o coração, que você leu um pouco antes, e não somente àquelas, mas a todas as da raça de víboras de que a gente tem e nem tem notícia, mas que estão por aí não rastejando, mas andando sobre suas duas pernas – e bem parecidas com as nossas. A quem Jesus mesmo, aqui salvando a devida proporção, manda que continuem sua saga de maldade até encherem suas medidas, para que o juízo lhes seja perfeito, como se lê: (…)Enchei vós, pois, a medida de vossos pais. Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno? (Mateus 23: 32,33).
Sim, você me havia perguntado como, afinal, se guardar de estar “dormindo com uma cobra”, ou não trazer para dentro de casa uma serpente que se pensava trata-se duma pessoa amiga? Não tem como. Lamento, mas essa é a dura realidade (você acabou de saber do marido, que usou para se livrar da esposa – que no final das contas dormia com o inimigo, a insatisfação delas com a mãe e as mãos das próprias filhas dos dois, para matá-la). E isso não é uma contradição se sempre venho aqui chamando a quem quiser a se converter ao Evangelho para salvação; mas depois eu te explico.
Lembra das irmãs em Cristo, Magali e Isabela, desabafando sobre dissabores que tem vivido com gente da própria irmandade de fé, e da cobra grande que Deus mostrou na cumeeira da casa de uma delas, e do significado do sonho? Pois, falando em “dormir com o inimigo”, dentre tantos outros casos que não sabemos, mas Deus sabe, e que ainda virão à tona, eu não sei se você soube, mas se não soube estará sabendo agora, e pegue logo um lenço que talvez você sinta vontade de volitar, dum caso recente no Pará, onde o sogro, ele um pastor-presidente, mantinha uma relação extraconjugal com a própria nora, com suspeita de que ele seja pai das crianças que seriam suas netas, o que indica que o caso era de já muitos anos, e tudo, pasme, e pegue o lenço, com o conhecimento do marido da adultera e filho do adúltero – tendo sido revelado depois, que o filho cedia a esposa ao pai, só para chantageá-lo por poder na igreja. Ele, o filho, conforme imagens feitas pelo detetive contratado pela mãe, que já desconfiava, e outra que também estava “dormindo com o inimigo”, foi flagrado levando a própria esposa para entregar ao pai no local onde a imundície acontecia. Tá, pode ir ao banheiro que eu espero.
(…)Os olhos do Senhor estão em toda parte, observando atentamente os maus e os bons. (Provérbios 15:3)
E sim, foi de propósito que te contei tudo de ruim que você leu até agora. E aqui refletindo na possibilidade de, pensando em alguém com quem você conviva e que tem tido um comportamento muito estranho, e com isso você estiver aí se sentindo uma pessoa apavorada, por talvez que esteja se percebendo como num beco sem saída, deixa eu te contar sobre dois episódios, um consolador e o outro que é na verdade uma orientação que vem da Sala do Trono, para todos nós. O primeiro, a consolação, é a experiência dum servo de Deus, que traz a informação de que ele estava muito angustiado com a atitude de sua companheira, ela também crente, que oscila muito de humor e tem atitudes reprováveis que jamais reconhece que as tem, que ao orar pedindo que Deus lhe dissesse por que, que aquilo estava acontecendo, Ele lhe deu uma visão duma cobra em sua cama, só que era uma cobra invisível, mas que mesmo assim ele conseguia enxergá-la, e quando ela olhou pra ele, ele viu que a cobra era a esposa. E despertou da visão. Então eu disse, trata-se duma possessão maligna. Sua esposa não é “uma cobra”, mas está sobinfluência dum espírito maligno, por isso a invisibilidade da cobra; e por isso ela não consegue reconhecer as atitudes reprováveis que tem. Logo, como ela apenas está sobinfluencia dum espírito mau, existe a possibilidade de ela vir a despertar, ser liberta desse mal e tudo se ajustar ao seu devido lugar. O que é sim, consolador saber que a pessoa pode tornar ao seu estado natural e saber enfim que não era ela uma das ‘raciadas’ com a Víbora, que talvez você estivesse pensando. E a orientação está num sonho que um irmão, aqui de Camaçari mesmo, me mandou, onde ele se via subindo num galho duma árvore, que ao perceber que estava se quebrando, ele pulava; e agora se via em cima dum muro, onde ele sentava e passava a conversar com outras pessoas que também estavam em cima daquele muro. Só que ele disse que sentia medo por está ali, sobre aquele muro. E finda o sonho. E olha, lembra que eu te disse que a segunda situação era uma orientação? Pois, na interpretação desse sonho está Deus dizendo tudo que uma pessoa que se dispôs a crer n’Ele jamais deve fazer. Que é fechar os olhos e confiar sua vida espiritual a quem quer que seja, isso por que, uma vez a pessoa em quem se havia confiado, enfraquecendo – por isso o galho em que ele estava apoiado parecia se quebrando, e isso não vá levar ninguém a pular para o terreno da dúvida de sua fé, onde muitos, que confiavam nos galhos que se quebraram e não na Árvore, que permanece, já se encontram, que é o muro em cima do qual ele se via conversando com mais pessoas que já estavam ali, agora também indecisos, que é onde mora o perigo – por isso o medo que ele era levado a sentir, e isso acabe por lhes tirar, quem sabe, sua salvação.
(…)Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. (Apocalipse 3:16)
Sim, o segredo é você, galho, se apoiar na Árvore e nunca em outro galho. Já viu o ditado que versa sobre que uma pessoa + Deus, mesmo contra o restante dos mais dos 8 bilhões de indivíduos que há no mundo, que ela deve se considerar maioria? E se lembra de você se perguntando, diante de tanta gente má que há nesse planeta, como você poderia se guardar de se relacionar com gente que nem está apenas sobpossessão “da Cobra”, mas que se trata ela duma genuína pessoa da raça da própria Serpente (vide o fim de muitos casamentos; vide o fim de muitas amizades; vide, ainda mais, o fim de muitas sociedades), e eu te dizendo que isso, de você conseguir se guardar de se aproximar duma pessoa dessas, não nos ser possível? Então, eu não te disse tudo. Isso por que, considerando que nem todos dos de cima dessa Terra somos maus, e haver bons também andando por aí sobre nossas pernas, logo existe a possibilidade, e esta já constatada por muitos de nós, de as pessoas boas se encontrarem. O problema é que, para isso, com tanta gente naturalmente perversa andando por entre nós, acertar em quem preste é como vencer sozinho na loteria. Sim, um bom tanto de gente já acertou. Mas também um tanto bem maior de gente já ‘perdeu dinheiro’. Porém, mesmo que não possamos nos guardar de estar entre essas criaturas más e, por conseguinte não evitar que levemos uma picada ou um ‘abraço’ de algumas delas, há um antídoto que nos guarda, senão no abraço ou da picada, é certo que nos guardará do efeito do veneno ou de que nos quebrem os ossos, que é melhor do que jogar no escuro, por se tratar Ele – que tem n’Ele as duas essências, do homem e da mulher que criou (grande é esses mistério), já que estamos todos no mesmo jogo, de Algo como se tivéssemos ao alcance das mãos, com licença d’Ele pelo uso da analogia, um Bilhete premiado: bom pai, bom marido/esposa; bom filho/filha; e amigo não dos melhores, mas o melhor que pode haver. Só que para isso, jamais se deve buscar apoio em galhos algum para que, os vendo se enfraquecer e se quebrar, não nos achemos indecisos sobre nada no Evangelho da Árvore que jamais se quebrará, que é o que está acontecendo com o povo d’Ele, por isso Ele deu aquele sonho ao irmão, onde logo que se percebe o individuo em quem se tem acreditado, caindo, o muro estará logo ali ao lado. Como você acabou de acompanhar. O que diz que o problema está já instalado. Mas há o aviso do Céu sobre que isso, de se duvidar sobre ir ou ficar, como você já percebeu, é muito perigoso, por isso ele diz que sentiu medo assim que se viu em cima do muro. Quem tem ouvidos, ouça.
– “Tá, caro Franco, ou irmão Franco, eu não sou crente, ou eu sou crente, e mesmo que, pelo menos eu acredito que não, eu não seja da linhagem da Víbora, eu me reconheço uma pessoa difícil, até desobediente, eu acho, e isso pode ser muito para que eu consiga chegar lá sem ter problemas”, pensa você em teu coração; o que é um bom sinal, por visto que noto que, graças a Deus – senão ‘o bicho pegaria’ pro teu lado, não se trata você ‘duma árvore arrogante’. Sim, somos como árvores, para O Lavrador (João 15), Ok? Então olha isso: (…)Assim saberão todas as árvores do campo que eu, o Senhor, abati a árvore alta, elevei a árvore baixa, sequei a árvore verde, e fiz reverdecer a árvore seca; eu, o Senhor, o disse, e o fiz. (Ezequiel 17:24).
Somente registrando que a árvore alta e verde, que serão rebaixadas e ressecadas, que Ele se refere aí em Ezequiel 17, são os indivíduos “cheios de si, mais conhecidos como a soberba em pessoa”, e as secas e baixas, que Ele diz que fará crescer e reverdecer, são como você, que acabou de pensar que, sendo você uma pessoa de natureza difícil, até desobediente, mas que não quer ficar para trás, se reconhece com problemas. E sim, tem muita gente assim, como você se reconhece. Talvez eu mesmo seja um desses. Mas aqui vai a boa notícia, se você se percebe assim – o que é bem diferente da situação daquela esposa da cobra invisível, que está sendo impedida de reconhecer o seu erro e nenhum esforço faz para descobrir que ela não tem agido sozinha, o que sugere que se terá um trabalho bem mais difícil para se resolver o problema dela; o que, porém, no nosso caso é bem diferente, e até um bom sinal, indicando que o caminho está aberto para as coisas serem ajustadas. E qual é essa boa notícia? Pois é, que você sabe que nas Escrituras nada nos é dito sem que haja na informação uma boa pitada de metáforas eu não vou precisar te lembrar; então, sabe a madeira da Acácia, a mesma com que foi construída a Arca da Aliança, e revestida de ouro por dentro e por fora, e diga-se, de passagem, de ouro puríssimo, que representava a Presença de Deus, onde quer que ela fosse levada, e que o lugar do seu descanso quando ela não ia adiante do exercito de Israel ao este sair para as guerras, era o reservado ao Santo dos santos dentro no Tabernáculo? (veja Êxodo 37: 1 e Hebreus 9: 3, 4). E sabe que a Acácia é uma madeira informe, espinhosa, resistente, e uma madeira duríssima de trabalhar, conforme os carpinteiros? (aqui imaginando a trabalheira que o carpinteiro teve e das tantas furadas que levou dos espinhos para construir duma planta dessa aquela arca). Tudo de caso pensado. Sabia também, que há no mundo mais de 1.300 espécies dessa planta, e que, enquanto há acácia árvore há também a acácia arbustos, e que a escolha por ela não foi nenhum acaso? Sabia também que há das espécies delas, umas que se chama acácia negra, outras, acácia australiana – esta, cuja característica destacada são as folhas falsas que seu tronco cria (isso te lembra alguma coisa)? Tem ainda a acácia chamada mimosa. Tudo feito de caso pensado, ou não? Tem até a acácia baiana (aqui sorrindo de canto de boca – por que, presciente que é, claro, que Ele não ia se esquecer da gente por cá). Enfim, se Ele próprio disse que nós seriamos Sua habitação (…)Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? (1 Coríntios 3:16), a forração da Arca com ouro, e ouro fino, por dentro e por fora, e se ela é uma metáfora para a pessoa humana e Ele habitaria em nós (amém?), notou que Ele, que colocou no coração do rei Salomão, forrar as paredes do templo – que apontava para Cristo cá adiante, com mais de 3 toneladas do ouro mais fino e puro da época, nos quer forrados por dentro e por fora de tudo que o ouro representa, como pureza, realeza, santidade, divindade, e até duma fé provada (ver Zacarias 13; 8, 9 – senão não vai rolar). Então veja que, como as paredes do templo, feito de pedra (Rocha = Cristo), Ele reconhece também a nossa natureza humana na metáfora da arca que, apesar de forrada de tudo de bom por fora e por dentro = pé, mão e coração, e a nossa natureza de homens e mulheres está ali, mantida na madeira, Ele nos cobre de ouro, quer dizer, de valor. Por isso, que…
(…)Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo. (1 Coríntios 3:17)
(…)Ou fazei a árvore boa, e o seu fruto bom, ou fazei a árvore má, e o seu fruto mau; porque pelo fruto se conhece a árvore. (Mateus 12:33)
Mas, veja que grave e preocupante, e queira Deus que você não seja das pessoas deitadas ali: ao orar pedindo por algo que Ele quisesse me dizer, que devesse entrar no texto, essa foi a resposta d’Ele, que veio em uma visão de duas etapas. Na primeira eu me via com o computador diante de mim, era um notebook, digitando nele alguma coisa, e sentado no que parecia uma cadeira, só que de repente, ao notar minha esposa chegando ao ambiente para falar algo comigo, notei que eu estava dentro era dum cemitério; e vi que havia ali o mausoléu onde se sepulta pessoas importantes, como essas celebridades, e vi que meus pés estavam apoiados no piso do beiral da catatumba, contudo, inicialmente, não me importei, depois me subiu uma pontinha de medo. Mas continuei digitando. E finda a visão.
– “Tu tá com o pé na cova. Mas continue fazendo o teu trabalho sem perda de tempo!”. Por isso os meus pés pisando na laje do sepulcro, e por isso o computador era um notebook: sem perda de tempo. E eu O louvei ao acordar. E como não O louvar, com uma amizade dessas? Já viu o tamanho d’Ele (…Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste; Que é o homem mortal para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites? – Salmos 8: 3, 4), diante do meu tamanho? Se ao me visitar no meu sonho para avisar que eu estou “com o pé na cova” – o que não quer dizer que minha partida vá acontecer nessa ou na semana que vem, nesse ano, ou no ano que vem, nessa década, ou na década que vem, dado que para Ele mil anos são como um dia, e um dia como mil anos – e a laje sobre que eu pisava era dum equipamento onde são sepultadas pessoas importantes, notou então com isso Ele dizendo que tem como importante esse pobre homem que a ti escreve? Então, como não O louvar? E onde no sonho diz que eu sou muito bem resolvido com o assunto Morte? Disse bem, se disse que no momento em que eu percebo que estou dentro dum cemitério e não sinto medo. Mas notou bem também, se notou que num segundo momento me subiu uma pontinha de receio, o que aponta que, nesse quesito, em algum momento eu experimentarei algum tipo de lamento. Mas aqui está o problema – porém não para mim, mas para quem não Escuta o que tenho falado: considerando que o meu pedido foi por algo que devesse entrar na mensagem que estou escrevendo, qual interesse O Deus Altíssimo teria em ter disposto nesse texto, me avisar da minha partida e me revelar aqui, nessa escrita, que me tem como uma celebridade na Sua Obra, senão dizer a quem quiser entender, que Ele usou a metáfora do cemitério, se para te provocar eu não sei, Ele sabe, para bradar que eu estou escrevendo para “mortos” que ainda andam, que não me ouvirão; por isso Ele (…)disse a outro: Segue-me. Mas ele respondeu: Senhor, deixa que primeiro eu vá a enterrar meu pai. Mas Jesus lhe observou: Deixa aos mortos o enterrar os seus mortos; porém tu vai e anuncia o reino de Deus. (Lucas 9: 59,60), ‘mortos’ que não “escutarão” as palavras que Ele me tem mandado escrever – e sem desperdício de tempo? Ou seja, lê e não reage; lê e não toma nenhuma atitude. Sim, reforçando, é por isso que estou trabalhando “dentro dum cemitério, e usando não um computador estático, mas um notebook, o que diz que, além da advertência metafórica de que eu não devo ficar parado, Ele tem pressa e quer falar à todos que estão espalhados por aí! Quem tem ouvidos, ouça! Ah, e muito oportunamente, sobre isso de “pé na cova”, e o pavor que invade até o coração do crente, quando sebe de, quem sabe ele mesmo, alguém que recebe um ‘recado desses’, e mete logo um “tá repreendido”, olha só a escritura que Ele me deu assim que acordei e fui meditar nas escrituras, na batida de mão duma Bíblia com 66 livros e quase quinhentas páginas – e entenda por cama cova; e descendência adulterina, quem for da raça da Víbora: (…) Morre o justo, e não há quem considere isso em seu coração, e os homens compassivos são recolhidos, sem que alguém considere que o justo é levado antes do mal. Entrará em paz; descansarão nas suas camas, os que houverem andado na sua retidão. Mas chegai-vos aqui, vós os filhos da agoureira, descendência adulterina, e de prostituição. De quem fazeis o vosso passatempo? Contra quem escancarais a boca, e deitais para fora a língua? Porventura não sois filhos da transgressão, descendência da falsidade (Isaías 57:1-4). Primeiro, não vejo coincidência alguma, caso haja quem se arvore a pensar. E sim, eu, e não somente eu, mas muito crente ainda, seremos tirados daqui, por zelo d’Ele por nós, poupando-nos de mal ainda maior do que a morte comum, que deve está por vir, porém quando eu não sei, Ele sabe; depois, lembra-se da tônica da mensagem? Então, conhece alguém que ande sobre duas pernas, que fale botando a língua pra fora? E dum bicho, lembra qual que faz isso enquanto anda? Muito bom. Ah, até me lembrei aqui, que as cobras foram tornadas surdas. Sabia disso? Muito bom. Tudo no controle.
E na outra, ao que quero te chamar muito a tua atenção, se você quiser resolver ou já tiver decidido a tê-Lo como teu amigo e você amigo d’Ele, eu via um Leão, que eu sabia que era como um animal que guardava a minha casa; então aparece um peru, como que estando aonde não deveria estar., e é estraçalhado pelo leão; o leão, eu sabia, cuidava de proteger a minha casa, mas em dado momento eu percebo em mim, uma pontinha de medo dele (E É PRA TEMER MESMO – O TEMOR DO Senhor); então observo que aquele animal estava meio maltratado; e eu me sentia mal com aquilo. E finda a segunda visão. Sim, entendeu bem se entendeu que, apesar da aparência, o leão representa o Rei da Tribo de Judá me defendendo, cuidando de mim, a ‘casa’ que Ele guarda/protege, conforme se lê: (…)Cristo, como Filho, sobre a sua própria casa; a qual casa somos nós (Hebreus 3; 6); e sim, assim como o leão é uma figura de Cristo, o peru é figura da pessoa que, ao me ler e estranhar as mensagens (sugiro ler “Brincadeira tem hora” e também “A cela e a lama”), como bom ‘piru’ que é (figura de linguagem que Ele bem sabe que usamos), corre para os ouvidos da sua ‘liderança’, me apontado o dedo: “olha a conversa desse cara, meu pastor…!”. Coisa que Ele abomina, se você bem observou, eu te dizendo que o leão não deu uma carreira no peru, e nem deu somente uma mordida na sua asa, mas sim, o estraçalhou – então se ligue, que ‘piru’ com Ele não terá vez não. Então, assim como no caso do peru, sendo uma figura de linguagem, que representa o mal-crente/gente na vida real, também no cenário do cemitério sendo a mesma coisa, se lembre de que entrei te contando essa visão desejando que não você uma das pessoas “deitadas” ali; desejando que você estivesse sendo tocado/a, que quem “acha” um Bileite premiado desta importância jamais relaxa com um achado assim, o deixando distante dos olhos, como se “no achado” não houvesse valor. E por que entrei também te dizendo que a coisa, para quem estiver levando o Evangelho na brincadeira então, é grave? Por que, só para que você possa calcular melhor, mesmo que eu tenha buscado ocupar meu tempo fazendo com que Ele seja mais entendido, quer dando interpretação de sonhos (com o registro de que o dom é d’Ele) a quem me procura com essa demanda; seja dando aconselhamento a quem chegue ao meu alcance com essa necessidade, e isso com mais frequência do que você possa imaginar, a este que a você te escreve, na visão do leão, está o Senhor que tem em suas mãos a vida e a morte, e certamente por que eu posso muito bem fazer mais e melhor , e não por outra coisa fui levado a ter medo do leão, mesmo sabendo que ele estava ali cuidando de mim (quem tem ouvidos, ouça) me dizendo que eu não estou lhe dando a devida atenção, por isso o estado do leão (considere um animal que você tem cuidando da tua porta, sem comida, água, ou visitas ao veterinário, que aparência não teria; mas veja se mesmo assim ele deixaria ninguém arrombar a tua casa – só para trocar em miúdos a metáfora), estado que tão feio muito me angustiava, e ainda assim Ele tem cuidado de mim. O que para mim e para quem quiser entender, Ele deixou bem claro fazendo o que fez com o ‘piru’. E não dá para – a mim e a quem mais couber – não me envergonhar.
Isto posto, fica a caráter de quem quiser arriscar a sorte na loteria e ficar com o tanto do que lhe for sorteado, se um tanto do premio que, contudo, só vale por um pouco de tempo, ou se a perda do investimento. Ou se, O ouvindo, Ele que tanto por nós já nos fez, apenas esticar a mão e chamar para si o Bilhete com o prêmio cheio, que de quebra tudo ainda nos recuperará e muitos segredos também nos revelará e que, desde que ouçamos os seus aconselhamentos, até vem acompanhado dum amigo impossível que nos desaponte. Está a critério.
(…)Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer. (João 15:13-15).
Bônus:
O Amigo
(Sérgio Lopes)
O amigo que eu encontrei me surpreendeu
Quando todos me deixaram, ele me acolheu
E sarou minhas feridas, das algemas me livrou
Lhe falei do meu dilema e Ele me escutou
Lhe falei do meu passado e me perdoou
Isso teve um alto preço que ele já pagou
Me mostrou as mãos feridas por amor de muitas vidas
E uma dessas muitas vidas era eu
Quem nesse mundo amor tão grande pode ter
De entregar a própria vida sem temer?
Quem já sentiu a dor de ser cravado em uma cruz
Pagando pelos erros que não cometeu?
E olhar nos olhos de quem tanto mal lhe fez
E sem ressentimento, oferecer perdão
Quem pode ser melhor amigo que o Senhor
Que pelo servo a própria vida renunciou?
Quem pode ser melhor amigo que o Senhor
Que pelo servo a própria vida renunciou?
Lhe falei do meu passado e me perdoou (E o preço?)
Isso teve um alto preço que ele já pagou (Lá na cruz)
Me mostrou as mãos feridas por amor de muitas vidas
E uma dessas muitas vidas era eu
Quem nesse mundo amor tão grande pode ter
De entregar a própria vida sem temer?
Quem já sentiu a dor de ser cravado em uma cruz
Pagando pelos erros que não cometeu?
E olhar nos olhos de quem tanto mal lhe fez
E sem ressentimento, oferecer perdão
Quem pode ser melhor amigo que o Senhor
Que pelo servo a própria vida renunciou?
Quem pode ser melhor amigo que o Senhor
Que pelo servo a própria vida renunciou?
O amigo…
Jesus é bom!
Antonio Franco Nogueira – a serviço do Reino eterno


