” border=”0″ alt=”Cerimônia em comemoração do 7 de Setembro (Foto: Amanda Ercília/GOV-BA)” title=”Cerimônia em comemoração do 7 de Setembro (Foto: Amanda Ercília/GOV-BA)” />
“O Brasil só será soberano se sua história for lembrada e defendida pelas novas gerações”. Foi com essa mensagem que o governador Jerônimo Rodrigues abriu as comemorações do 7 de Setembro, neste domingo (7), no Campo Grande, em Salvador.
Durante a cerimônia, Jerônimo ressaltou a necessidade de resgatar a memória da Independência em meio ao atual cenário político do país, ainda marcado pelo debate sobre a defesa da democracia. “Muita gente deu a vida para garantir a independência do Brasil. Hoje, honramos esses nomes — aqueles relatados pela história e aqueles esquecidos pela elite brasileira. Essa história deve ser recontada e lembrada para garantir que nossas crianças e nossos jovens mantenham viva a soberania do nosso país”, afirmou.
O desfile reuniu 1.148 profissionais das forças de segurança, 100 veículos oficiais e 620 estudantes de 11 escolas estaduais da capital e da Região Metropolitana. As fanfarras escolares, tradicional atração do cortejo, levaram cor, música e ritmo às comemorações, reforçando o simbolismo da participação da juventude nas celebrações cívicas.
Entre o público, a auxiliar de saúde bucal Jaqueline Santana, de 35 anos, destacou a importância de manter viva essa tradição em família. “Eu acho importante que eles cresçam conhecendo a cultura do nosso país, a importância da independência. Eu venho desde criança, minha mãe e minha avó me traziam. Então, segui essa tendência de trazer as crianças também”, contou, enquanto acompanhava o desfile ao lado da filha de sete anos, do sobrinho e da prima.
O mesmo espírito de continuidade foi reforçado pelas fanfarras escolares. No total, 620 estudantes participaram, divididos em 11 escolas da rede estadual da capital e da Região Metropolitana, incentivados por um projeto da Secretaria da Educação do Estado (SEC) que estimula a participação dos jovens em eventos cívicos como forma de aproximar a história das novas gerações.
Para famílias como a de Lourival Souza, que levou a filha em idade escolar para ver a apresentação, a experiência é um aprendizado vivo: “Ela está estudando e precisa conhecer a história do Brasil, como tudo começou. É muito bom para os pequenos, né? Como eu assisto as fanfarras há mais de 20 anos, antes trazia a minha [filha] mais velha, agora estou trazendo ela. É a data de comemoração do nosso Brasil, né?”, disse.
Além da participação das escolas, o evento contou com forte esquema de segurança. Cerca de 300 policiais e bombeiros foram mobilizados para o centro da capital baiana, com patrulhamento em pontos estratégicos e monitoramento pelo Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), que acompanhou toda a extensão do desfile com mais de 300 câmeras, incluindo reconhecimento facial e de placas veiculares.
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