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Elias Natan classifica como “censura” queixa de secretário Márcio contra vereador Jackson

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A polêmica envolvendo o secretário de Educação de Camaçari, Márcio Neves, e o vereador da oposição Jackson Josué (União) ganhou novo capítulo na sessão desta quinta-feira (4), na Câmara Municipal. O vereador Elias Natan (PSD) usou a tribuna para criticar a atitude do secretário, que registrou queixa-crime contra Jackson, e classificou a ação como um ato de censura.

“Eu queria aqui prestar, em primeiro momento, solidariedade ao vereador Jackson Josué, que foi vítima, eu posso dizer, poderia ter sido qualquer um de nós, de um certo preconceito, de uma certa censura ao uso da palavra aqui nessa tribuna e que me causou espanto, uma censura causada por um par dessa casa, o secretário Márcio”, disse Natan.

Segundo o parlamentar, discordâncias devem ser debatidas politicamente, e não levadas à esfera policial. “Tem todo direito de discordar, de ir para as redes sociais e se pronunciar, mas tomar uma atitude extrema dessa de protocolar uma queixa na delegacia, eu acho que foi um absurdo. Fica aqui o meu repúdio à conduta do colega e secretário de Educação, Márcio, e de apoio ao vereador, não só ao vereador, mas a qualquer outro que venha a ser censurado, retaliado da forma que foi”, completou.

A polêmica começou na última terça-feira (2), quando Jackson afirmou, durante discurso no plenário, que a Secretaria de Educação estaria proibindo o uso da bandeira do Brasil nos desfiles cívicos do 7 de Setembro. O vereador enrolou-se em uma bandeira nacional e declarou: “Essa bandeira aqui não representa partido de direita, partido de esquerda, e sim a nação brasileira (…) minha bandeira jamais será vermelha”.

A fala gerou forte repercussão nas redes sociais e foi desmentida pelo secretário, que negou a proibição, apresentou imagens da decoração prevista para o evento — predominando verde e amarelo — e anunciou que havia prestado queixa por calúnia e difamação. Para Márcio, Jackson propagou fake news e cometeu crime contra sua honra.

O caso agora deve seguir na esfera judicial, ao mesmo tempo em que continua rendendo debates no plenário da Câmara.

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