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Militar processado por torturar Dilma durante a ditadura morre em São Paulo

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Morreu na última quinta-feira (6) o capitão do Exército Reformado Homero César Machado, de 77 anos, apontado como um dos torturadores da presidente Dilma Rouseff durante a Ditadura Militar. De acordo com o advogado do militar, Francisco Ivano, Machado tinha câncer e já havia extraído um dos pulmões. O corpo dele foi cremado na manhã de ontem, em São Paulo.

Homero César Machado respondia a processo na Justiça Federal por conta da tortura de Dilma e outros três militantes políticos no período da ditadura militar. Ele negava a participação nas sessões. O ex-capitão também foi denunciado pelo Ministério Público Federal de São Paulo como um dos agentes responsáveis pela tortura do Frei Tito de Alencar Lima, em 1969.

A Comissão da Verdade aponta ainda que Machado foi o comandante das equipes de tortura de Roberto Macarini, militante da Vanguarda Popular Revolucionária, morto na sede militar da Oban, aos 19 anos, e como torturador de Heleny Telles Guariba, também da Vanguarda, que desapareceu em julho de 1971.

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