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Lula abre ampla vantagem sobre Flávio Bolsonaro nos palanques estaduais

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O presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro - Foto: Ricardo Stuckert e Sergio Lima/AFP

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A dois dias para o fim das convenções partidárias, nesta quarta-feira, 5, o presidente Lula (PT) tem ampla vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na formação dos palanques nos estados.

O chefe do Executivo federal e candidato à reeleição conta, até agora, com 26 apoios definidos. Desse total, em 12 estados, incluindo a Bahia, serão de candidaturas próprias:

  • Jerônimo Rodrigues (BA)
  • Elmano de Freitas (CE)
  • Leandro Grass (DF)
  • Helder Salomão (ES)
  • Luis César Bueno (GO)
  • Felipe Camarão (MA)
  • Patrus Ananias (MG)
  • Fábio Trad (MS)
  • Rafael Fonteles (PI)
  • Cadu Xavier (PT)
  • Expedito Netto (RO)
  • Fernando Haddad (SP)

Em outras 14 unidades da Federação, a legenda vai apoiar nomes de outras siglas, como PSB, PSD, PDT, PP e MDB. Um dos casos curiosos é o estado do Amapá, em que o presidente terá o palanque de um governador do União Brasil, Clécio Luís.

Flávio Bolsonaro tem poucos apoios fora do PL

O senador Flávio Bolsonaro, por sua vez, apesar de também ter 12 palanques próprios nos estados — Sergio Moro (PR) e Jorginho Mello (SC) são exemplos —, até agora só tem quatro apoios de candidatos de legendas que não são do PL:

  • Celina Leão (PP-DF)
  • Eduardo Riedel (PP-MS)
  • Daniel Santos (Podemos-PA)
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP)

O levantamento considera as articulações estaduais dos dois principais candidatos ao Palácio do Planalto.

A pesquisa, feita pelo Poder 360 até o último dia 24 de julho, contabilizou palanques com base em pré-candidaturas anunciadas publicamente, candidaturas oficializadas em convenções partidárias, além de declarações públicas de apoio de candidatos e dirigentes partidários.

Flávio Bolsonaro recebe “não” do Republicanos para chapa presidencial

O Republicanos recusou o convite do PL para integrar a chapa de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela Presidência da República. Além da aliança formal, a legenda declinou ainda da indicação à vice.

A posição do Republicanos veio após consulta interna realizada junto a todos os diretórios estaduais. O levantamento mostrou que 17 deles optaram pela independência institucional na disputa presidencial. Nove unidades manifestaram preferência pelo candidato do PL.

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