O arraiá junino foi diferente para mais de 500 criminosos foragidos na Bahia. A Polícia Civil do estado prendeu 576 pessoas envolvidas com homicídios, feminicídios, latrocínios, tráfico de drogas, organizações criminosas, estupro, crimes sexuais contra crianças e adolescentes, violência doméstica e familiar, furto, roubo e extorsão durante a Operação Malhas da Lei.
Todos esses suspeitos foram presos nos primeiros 19 dias de junho, em Salvador, na Região Metropolitana e também no interior do estado.
Ao todo, foram cumpridos mais de 616 mandados de prisão durante a Operação Malhas da Lei, sendo que mais de 270 tiveram como alvo investigados por homicídios e integrantes de organizações criminosas.
A polícia informa que, nesse período, também foram efetuadas 83 prisões em decorrência de condenações judiciais. Segundo a avaliação da Polícia Civil, esses resultados refletiram diretamente na segurança dos festejos juninos, que registraram redução superior a 60% em crimes como furtos e roubos de celulares, além da diminuição de 63,9% nos casos de violência contra a mulher.
O delegado-geral da Polícia Civil da Bahia, André Viana, defende que os resultados demonstram a efetividade do trabalho integrado das forças de segurança e da atuação qualificada da instituição.

