Hoje, como um aperitivo da mensagem antes do prato principal, vamos começar dando uma pisadela no campo da hipotética – embora que adaptado por este que a ti escreve, créditos da metáfora original à filosofa Lucia Helena Galvão. Isto posto, imagine que você está diante duma mesa que tem sobre ela um lindo, ou mesmo nem tão bonito assim, jarro de barro; porem um jarro cujo autor da peça, o oleiro, é um artesão para além de renomado pela excelência do trabalho que faz; mas alguma alma suja vem e resolve sabotar uma das pernas da mesa com o fim de provocar a queda do jarro sem deixar suas digitais infames nos cacos. O que aconteceria fatalmente seria a queda e quebra do jarro. Mas se você trabalhasse na boca do jarro duas ou três linhas, digamos que de náilon, mas se uma correntinha de metal ainda melhor, e prendessem-nas no teto, o que aconteceria com o jarro se a mesa caísse? Nada! E porque nada? Por que o jarro não estaria apoiado por nada abaixo dele, mas acima. Porém vamos supor que o vaso tivesse vontade própria, fosse birrento e rejeitasse a ideia das correntes e tivesse sua vontade atendida pelo dono da casa – e, logo, dono dele também, mas na cara de quem ele vivesse rindo e desfazendo da autoridade, e preferisse continuar apoiado pela mesa. Logo, não é difícil de concluir que ele não seria mais um vaso, mas um monte de cacos espalhados pelo chão sem valor nenhum. Conseguiu captar algo? Muito bom. Então me permita uma pausa antes de seguirmos:
(…)Vocês viram as coisas pelo avesso! Como se fosse possível imaginar que o oleiro é igual ao barro! Acaso o objeto formado pode dizer àquele que o formou: “Ele não me fez”? E o vaso poderá dizer do oleiro: “Ele nada sabe”? (Isaías 29:16)
Falando em virar as coisas pelo avesso e apoiar-se no que está embaixo e não em Quem está Em Cima, e aqui cabe investir muito da tua atenção se você for um dos que resolverem avaliar vir a se apoiar em cima e não em nada ou, se quiser, ninguém, que esteja em baixo, ou um/a dos/as que precisam fazer isso de verdade e não de forma relaxada, eu não sei tua pessoa, mas eu não me aguento quando vejo um monte de gente atrás dum monte de picareta da fé, uns pela tevê, ou canais em redes sociais, outros até em estádios lotados, e outros em templos, uns comuns e outros pomposos, mentindo e acreditando na mentira, como cegos guiando cegos – se por desconhecimento ou maldade eu não sei, Deus sabe, justo por eu saber que não vão a lugar nenhum, nem quem fala nem quem escuta, ou quem ensina e quem ‘aprende’, por que as Escrituras dizem que (…)são cegos condutores de cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova. (Mateus 15:14). Não sendo de mais lembrar, e eu não me canso de dizer, que cova é lugar de morto e que essa palavra não foi escolhida pelo Autor da advertência por qualquer acaso. Mas fazer o que, se rejeitam as correntes que os manteriam presos pelo Alto mas, por vontade própria, preferem estar sustentados, e por que não dizer escravizados, por altares sutis que facilmente se traduzem em puro engano? Outro dia até, recebi duma pessoa dessas, digo das que os escutam, como se fosse algo bom, uma suposta oração baseada no Salmo 91 (e isso deve servir também à você que tem usado esse Salmo como um amuleto diário. Aqui, até dividindo com você a mensagem/conselho que postei ao pé do vídeo em que o sujeito faz a suposta oração: “Meu Deus. quanta loucura em um homem só… e quanta gente acreditando nessa mentira…! Cara, prega para que tempo é o que está disposto nesse Salmo – e peça perdão à Deus, enquanto ainda há tempo; acreditando eu, que você esteja ensinando isso por desconhecimento. E o problema será seu se você rejeitar a exortação e estiver fazendo isso de caso pensado! E a mesma coisa cabe para o verdadeiro sentido da Oração do Pai e Nosso. Tome juízo. Jesus é bom!!!”). De início tive vontade de catar aquele almofadinha todo engomado pelo topete e rachar-lhe o lombo com um cipó de araçá bem grosso (ele que, segundo apurei – e aqui não está incluso os milhões que ele, por pura estratégia de marketing, doa à entidades filantrópicas a cada show que faz em estádios sem, contudo, jamais declarar sua arrecadação real) faturou, somente em um mês agora em 2025, em monetização no YouTube, a mixaria, digo mixaria por causa da fortuna que ele, e um monte de outros tantos picaretas da fé, já acumulou com o ‘trabalho em cima das almas incautas’, de quase R$ 300 mil – detalhe: o Youtube paga em média 1 real por cada mil visualizações; o que quer dizer que são incontáveis as pessoas que estão indo após esse sujeito. E digo incontáveis porque há 64 milhões de inscritos no seu Canal, pessoas que encheria com sobra 4 estados da Bahia, e representa quase 1/3 da população do país. É muita gente. E te trago isso para você saber o tanto de gente que tem vontade de saber sobre Deus, e quem sabe você entre esse tanto, mas não indo pelos motivos nem caminhos certos, e acaba parando na cova da raposa com os próprios pés, por isso, salvando as devidas proporções, muitos ouviram no passado e ouvirão muitas vezes ainda, que (…)Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus – Mateus 22:29. É surreal como o engano atrai); mas logo, e com razão, voltei minha indignação para quem me mandou o vídeo, por não encontrar cabimento nessa atitude duma pessoa que, crente e sabedora do comando que recebemos para que nos guardemos dos enganadores; que jamais deixemos de meditar – analisar; avaliar; ponderar o que lermos nas Escrituras, quando ela teria notado que o “criaturo” mente que nem se sente, se por desconhecimento ou se por malandragem mesmo eu não sei, Deus sabe, quando ela perceberia também e deveria estranhar o sujeitinho tentando aplicar à vida do crente para os dias de hoje o que versa aquele Salmo. Senão, de forma abreviada, vejamos – depois confira lá os versos 1, 2, 3, 5, 7, 8, 10 e 13: 01 – Quem de nós já/habita no esconderijo do Altíssimo? 02 – Quantos de nós tem confiado totalmente n’Ele, e d’Ele feito nossa confiança e fortaleza quando somos surpreendidos por alguma mazela extrema e diante disso não mandamos para cima os nossos clássicos questionamentos? 03 – Quem de nós não já caiu no laço de Satanás, “o passarinheiro ardiloso cheio de soldadinhos”, com o Altíssimo lho permitindo que nos jogue o laço? (antes de contestar faça uma varredura na consciência e reveja algumas atitudes); e quem de nós, por ser crente, ainda não foi atingido por nenhuma forma de doença perniciosa, perdendo até entes queridos também crentes que até pensamos que foram alcançados pela morte muito cedo? (a covid-19 pode responder por você, se você quiser) 05 – Quem de nós não teme os terrores da noite e nem de ser atingido por setas malignas lançadas na nossa direção no dia-a-dia? 07 – Quantos de nós ainda não levamos uns tapas na orelha, quando não mortos, seja pelas mãos de agressores comuns seja por ladrões que nos tiram os bens no meio da rua ou pulando os nossos muros – e onde se encaixaria os mil que cairão ao nosso lado, e os dez mil que cairiam à nossa direita e nós não seremos atingidos? 08 – Quantos de nós, já nesse tempo, já olhamos com nossos olhos e vimos “a recompensa dos ímpios”, diferente da vida nababesca e afortunada dos que rejeitam a Deus, e desprezam os crentes, que todo dia temos notícia? 10 – Quando estivemos livres de males nos sucederem e de pragas chegarem à nossa ‘tenda’? 13 – Quantos de nós não seriamos picados se, ainda nesse tempo, pisarmos numa cascavel ou devorado por um leão se num deles pisarmos também? Com honestidade, consegue fazer e se responder essas perguntas? Agora dá uma meditada nesses versos e se quiser corar a cara, seja você dos que tem pregado ou que tem escutado e acreditado, essa é a hora – sem deixar de observar que tudo que você está para ler, só caberá à quem O amou (se ligue no tempo do verbo, Amou, que se o Salmo estivesse falando de Hoje Ele diria Me ama, e não Me amou, guarde isso) também com o coração e não somente com a boca:
(…)Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome. Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei. Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação. (Salmos 91:14-16).
Ok, se você não tiver compreendido – digo se você não compreendeu -, o profundo da mensagem, depois eu tento te explicar sobre o que você acabou de ler nesses três últimos versículos, mas estamos por demais contentes, eu e Àquele que me mandou te escrever esse texto, por sabermos que você enfim vai buscar o verdadeiro entendimento de que a proposta do 91, que é somado com o Salmo 68; 13, é nos mostrar que, apesar das adversidades que temos enfrentado e ainda enfrentaremos nessa vida, seja picada de cobra, mordida de leão, doenças; uns que nos atingem do lado esquerdo e outros que nos atingem do lado direito; sejam os laços das armadilhas sutis dos passarinheiros de Satanás, em que tantas vezes o crente tem caído, chegará um tempo em que tudo isso que, de propósito, com o fim de te causar o impacto que deve ter te causado o elenco dessas coisas que à te separei, acontecerá sim, inclusive a morada no Esconderijo do Altíssimo, só que não agora. Digo isso para que você, vendo que nada acontece agora do que te prometeram, e ao invés disso, tudo de nada bom tem te acontecido, e por isso não acabe esmorecendo e saindo do Caminho e acabe ficando de fora quando tudo dito no Salmo 91 de fato for acontecer. Por isso que se diz que (…)Ainda que vos tenhais deitado entre redis, contudo sereis como as asas de uma pomba, cobertas de prata, e as suas penas, de ouro amarelo. (Salmos 68:13). Isto posto, bora de matemática, mas se você preferir, bora de metáfora. Então venha sabendo que redil e aprisco são a mesma coisa. Que é um cercado varas, geralmente agreste, duma porta só, onde o pastor/porteiro faz entrar as ovelhas, para passarem a noite/trevas, salvas das garras dos predadores. Pela manhã a porta é aberta e todas saem dali para o pasto, feliz da vida. Por isso que se diz que (…)Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens. (João 10:9). Porém, ocorre que, se nas Escrituras somos figurados como ovelhas, e Jesus é a Porta e nós temos de entrar por Ele, para estarmos salvos dos predadores, e no cenário está um redil/aprisco onde as “ovelhas”, depois de passarem pela Porta, passam a noite, traga a situação hipotética para a nossa realidade, “ovelhas de duas pernas”, e durma nalgum cercado de varas, você acompanhado dum punhado de gente e ‘tudo embolado’, e veja se ao amanhecer consegue dizer que “passou a noite bem”; que foi uma noite confortável, e que durante a noite você viu mil caírem a tua esquerda e dez mil à tua direita, mas você não foi atingido… Porta estreita e Caminho idem é coisa que muito poucos suportariam e quase ninguém quer – mas querem “morar no esconderijo do Altíssimo e voar como assas cobertas de ouro”, sem porem ter que passar pelo redil. Claro: estão na base da mentira pregada em cima e não somente do Salmo 91, mas de outras tantas distorções da Palavra, que tanto lhes tem coçado os ouvidos, vai querer o que mais, corrente nenhuma que lhe prenda a Alto nenhum…? Por isso que se diz (…)Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem. Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores (Mateus 7:13-15). “Mas eles falam o que é bom de a gente ouvir, e daí…?”. Arriégua…
Insistentemente, veementemente, ardentemente, fervorosamente. Sabe o que são essas palavras abrindo esse parágrafo? Lembra que te disse há pouco, que tudo que você estava para ler nos últimos três versos do Salmo 91, só caberia à quem O amou também com o coração e não somente com a boca, que te falei que te explicaria depois, se você não tivesse entendido? E, de novo: notou que o verbo, amou, está no passado e não no presente (o que habilitaria você entender que tudo de fato se refere ao Hoje) – como quer fazer entender alguns tantos pregadores? Pois é, se lembra da habitação “no esconderijo do Altíssimo”, que andaram pregando para você, como se entrar no esconderijo do Salvador seria como se fosse chegarmos diante da morada do Criador aos gritos de “abre o portão que sou eu”? Entendeu a dica terrível e condicionante, quando Ele diz: (…)Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, que quer dizer que no Esconderijo d’Ele estará somente aquele que O amou Tão Encarecidamente – expressão que tem como sinônimos as exatas palavras que abrem esse parágrafo, Insistentemente, Veementemente, Ardentemente, Fervorosamente, que nada tem a ver com Relaxadamente, Displicentemente, Negligentemente, nem Desatentamente e que, traduzindo, é o mesmo que da boca pra fora? (Lembra? E o texto em itálico indica que não sou eu, mas Ele falando: (…)Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão me adoram; seus ensinamentos não passam de regras ensinadas por homens. (Mateus 15:8,9). Mas para que eu faça meu trabalho direito, é preciso que te chame atenção para que atente muito para os detalhes sempre que sentar os olhos nas Escrituras, como você deve ter observado que Ele não diz que entrarão no Seu Esconderijo todos os que O amam Encarecidamente, mas sim TODOS os que O amaram Tão encarecidamente. Veja que dessa vez eu escrevi somente a palavra “tão” com inicial maiúscula, mesmo ela antecedendo a palavra “encarecidamente” que, na Escritura, formam uma frase dando o sentido completo da finalidade. Assim, o “tão” antes de “encarecidamente” não está ali por mero acaso, mas para nos mostrar que aquele advérbio foi usado para enfatizar que o adjetivo “encarecidamente” deve vir acompanhado dum esforço excepcional no Amor por Ele sentido. Por isso que está escrito que (…)Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. (Marcos 12:30). Isso tudo é o que está em a palavra Tão vir antes do Encarecidamente. O que você pode, se quiser, organizar a escritura nesse contexto, dizendo assim: eu preciso amá-Lo de todo o meu coração, e insistentemente; amá-Lo de toda a minha alma e veementemente; amá-Lo de todo o meu entendimento, e ardentemente; e amá-Lo de todas as minhas forças, e fervorosamente. Agora, com o esclarecimento da verdade sobre o Salmo tão negligenciado pelos vendilhões da fé, conforme faz o sujeitinho do topete de que te falo – ele e um sem-número de tantos outros por esse mundo afora (até tentei encontrar na Internet, alguns que pregassem diferente do mais do mesmo, mas, fora um que pregou falando a verdade, ainda que com um ou outro deslize, não encontrei nada além de ‘pregadores papagaios e impostadores de voz’, quando não uns que parece querer ganhar o crente ‘no grito’), somando aos 64 milhões de “inocentes” que estão indo após ele, achando que estão adorando ao Deus Vivo, mas que, se não abrirem o olho, no grande Dia é certo que irão se esborrachar nos pés d’Ele, pedindo por misericórdia e dizendo que foram enganados, e lamentando do pouco caso que fizeram do que Ele diz não somente em Mateus, mas desde lá atrás, que (…)este povo se aproxima de mim, e com a sua boca, e com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, em que foi instruído; (Isaías 29:13); mas essa turma toda ensinada e conformada no estar confiante que “habitam” no esconderijo do Altíssimo, com tudo já dito, concorda comigo que uma surra, e não somente em quem prega, de cipó de araçá seria muito pouco? Tá, ainda não concorda, então vamos de mais um pouco de Salmo 91. Antes, porém, me permita mais essa pequena pausa:
(…)E a quem jurou que não entrariam no seu repouso, senão aos que foram desobedientes?E vemos que não puderam entrar por causa da sua incredulidade. (Hebreus 3:18,19)
Sigamos:
(…)Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei. Bem, mas isso contando que você seja uma pessoa de juízo e honesta, reforçando, o ensinamento que você vê pelos microfones e canais por aí, sobre esse Salmo, é o de que, sem mal nenhum lhe acontecer, o crente pisará em serpentes, em leões; não adoecerá; não seria atingido, mesmo que caiam aos milhares do lado esquerdo ou direito possíveis ofensores, e por aí vai, com tudo muito lindo. Então, veja como a conta não fecha: se nada disso sofreria o crente, qual seria a angustia, que esse crente estaria sofrendo, de onde O Salvador diz que viria tirá-lo, citado no verso 15? E sobre a resposta de livramento ao crente que O invocar nesse tempo, se todos os que têm olhos para ver e coragem para admitir, sabe que desde os apóstolos – que antes de serem assassinados, e com brutalidade, certamente clamaram a Ele por livramento, não é possível contar o tanto de crentes que foram mortos desde que a Igreja existe, e nenhum deles foi livrado “da angústia”, mesmo com tanto clamor e oração e mesmo que muitos daqueles, desde os apóstolos O tenham amado Tão Encarecidamente? (até sugiro ler o terrível livro História Eclesiástica, de Eusébio de Cesareia – que nos mostra como é amar a Deus de fato e não abrir mão de sua salvação). Observou também, no fechamento do Salmo, que te dá rumo de a que tempo se aplica todo o capítulo, Ele dizendo: Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação, ali nos falando de Eternidade (longura de dias) e do tempo lá adiante? Notou mesmo? Então você enfim percebeu que a mensagem nesse Salmo está apontando não para o hoje, como diz os enganadores, ou desconhecedores, que seja, onde a cobra ainda mata o crente; o leão ainda devora; o crente ainda adoece, e ainda morre crente vitima de agressão – crente, eu digo crente que ama à Ele, que morre novo, com 50, 40, 30, 20, 15, 10. Então, onde estaria a mortandade que não nos atingiria, que o enganoso tem prometido e, quem sabe, também você tem acreditado? E sobre o crente ser morto, nem precisa ser mil dum lado nem dez mil do outro, que um ou dois agressores tem bastado. Acorde, que, se não for isso que você agora está sabendo, teria que se rasgar a página da Bíblia onde o próprio Jesus nos adverte: (…)Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. (João 16:33 – que é tipo: segura firme, nas aflições aí, que vai valer a pena; por isso te garanto que esse Salmo aponta sim para o por vir, quando o crente que mantiver “o bom ânimo”, e não ‘viajado na maionese’ do auge da alegria antes da hora, mas consciente de que isso será quando ele, o crente, tiver no auge da angustia, é que enfim O veremos vindo em nosso socorro. Então, ACORDA; sai do engano e procura estudar as Escrituras com gratidão, temor e reverencia no coração, que você verá o significado da mensagem te saltando aos olhos.
Assim, não dá outra: pensando naqueles 64 milhões de pessoas que escutam os enganos do cara do topete, não há como justificar o tamanho da bobeira dessa turma, senão com a conclusão de que são no mínimo crentes absolutamente desconhecedores, ou completamente desinteressados do conhecimento bíblico. Doutra forma como justificar não saberem dessa advertência do apóstolo Paulo, que se soma à chamada de atenção feita pelo próprio Jesus, em Mateus 7; 13-15, sobre os lobos em pele de cordeiro: (…)Sei que, depois da minha partida, lobos ferozes penetrarão no meio de vocês e não pouparão o rebanho. E dentre vocês mesmos se levantarão homens que torcerão a verdade, a fim de atrair os discípulos. Por isso, vigiem! Lembrem-se de que durante três anos jamais cessei de advertir a cada um de vocês disso, noite e dia, com lágrimas. (Atos 20:29-31).
Enfim, é isso. Mas deixarei agora duas visões que tive da parte do Criador, que envolve o que você acabou de saber, que deve te fazer pensar se você deve rever tudo o que você tem ouvido e acreditado sobre o que quer nos reportar o Salmo 91. E uma das visões se dirige à Igreja nave, mas outra se reporta ao altar, e muito me inquieta não pensar que parte disso não venha a se aplicar àquela pessoa que, por causa dessa turma mesmo, resista tanto à corretinha que à sustentaria pelo Alto, optando por se apoiar no sabotável.
Antes, segundo o ‘pai dos burros’, que alguns chamam de dicionário, o termo “Descansará” é uma conjugação do verbo “descansar”, na terceira pessoa do singular do futuro do presente do indicativo. Que, trocando em miúdos, significa que se trata da indicação de ações que ocorrerão em um momento posterior ao da fala. Ou seja, acontecerá LÁ NA FRENTE; e em se tratando do Deus eterno, esse LÁ NA FRENTE é muito lá na frente mesmo. Entendeu, ou preciso desenhar? Assim como se trata a palavra “Direi”, de um verbo na primeira pessoa do singular, também do futuro do presente – e é nesse ‘Presente’, que pode estar a confusão que você, que prega e você que tem escutado, tem feito com esse Salmo.
E se eu fosse você, que estiver apreensivo/a com tudo o que você leu até aqui e tiver o verdadeiro temor de Deus, eu não piscaria os olhos enquanto estiver lendo o que seguirá.
Adoentado, e me sentindo um pouco estranho, e entendendo que meu tempo estivesse se esgotando, então oro perguntando o que seria aquelas sensações. E eis que me vejo numa rua, indo de casa em casa, recolhendo os recibos de energia e o dinheiro para fazer o pagamento, tendo na mente que o fornecimento de energia daquelas pessoas não fosse interrompido. Então vejo uma mulher me entregando o seu recibo e o dinheiro faltando uns três reais. Mas lhe digo que eu mesmo completaria o valor. Em seguida me vejo na porta de outra mulher, que me entrega o seu recibo e o dinheiro sobrando exatos três reais e entendo que era para completar o valor da mulher da casa anterior. Então acordo desse sonho. E no segundo sonho, eu me vejo juntamente com uma mulher dentro do que me parecia uma mistura de presídio com manicômio. Estávamos ali para orar por aquelas pessoas. Dai, vejo uma grade ser aberta e uma fila somente de homens, e um deles que me parecia com perturbação mental, alguns sem camisa, saírem e sentarem na sala onde eu e a mulher estávamos. Recordo-me do homem meio amalucado sentando ao lado da mulher e depois dela eu. Então, estendendo o meu braço esquerdo por sobre o colo da mulher e, tocando no joelho do homem, não lembro, mas acho que após a oração, lhe digo que eu acreditava que ele estaria na glória conosco. O detalhe é que na visão, depois de sentados, eu só consigo ver e me dirigir a um homem somente, o do problema mental, e isso me chama muito a atenção, inclusive a penumbra que eu notava no lugar onde os outros homens se posicionaram. Então, diante dessas palavras dirigidas a ele, me emociono e percebo molharem os meus olhos, e também marejarem os olhos da mulher. E sentindo uma alegria muito grande diante disso, acordo do sonho. E assim interpreta O Espírito Santo os sonhos: as duas mulheres do primeiro sonho, são duas figuras de Igreja. A resposta d’Ele à mim, se era já o meu tempo se esgotando, foi a de que não, que eu ainda tenho um trabalho a fazer em favor do Seu povo – na porção das duas mulheres, para que, a quem couber, ele, o povo, se mantenha com a Luz acesa – por isso eu era quem recolhia os recibos para o pagamento, com aquele pensamento sobre o corte da energia que não podia ocorrer, para que aquelas mulheres não ficassem “no escuro”. A primeira mulher, que não tinha o dinheiro completo para pagar a conta, representando a porção da Igreja que não está ‘investindo’ o suficiente para manter-se com a Luz acesa (o banco não aceitaria o dinheiro incompleto, logo o fornecimento seria interrompido – metáfora, isso é uma metáfora, não viaje) e, uma vez a luz cortada, ela, essa porção da Igreja, se veria – considere está se vendo; considere isto acontecendo agora, neste exato momento – sem energia, que é o mesmo que fraca, sem forças, sem vontade de buscar pela leitura da Palavra; pelo ouvir da Mensagem; pela oração, e por aí vai. Já na outra mulher, que representa outra porção, representando uma Igreja que tem ‘investido’ o suficiente para si (se lembra do Tão Encarecidamente?), e também para quem não tem o suficiente para manter-se na Luz, por isso a casa dela estava adiante, mas à frente da casa da que não tinha o dinheiro todo, O Espírito de Deus nos mostra que tem uma porção do Povo ainda firme (fato que nos consola, por visto que também isso, de saber duma porção da Igreja ‘que tem também para dar’, leia-se interceder/ajudar a porção que estiver em vias de ter sua Luz apagada, o que também está acontecendo e sendo sugerido a outros que estiverem atentos ao que estão lendo, que se ajuntem à ela, nos fornecendo, graças à Deus, um ânimo ao coração de todos os que O amam Tão Encarecidamente, e estão incomodados com a situação de não poucos altares). Assim o Salvador me dá a interpretação do sonho. Aqui, porem, eu torcendo para que você não se equivoque com o fator dinheiro. Que na situação o dinheiro deve ser traduzido como ‘esforço’, que é o investimento – não viaje. E se ligue, que a maior parte do esforço para que você não se afaste, não tenha tua Luz apagada ou se já diminuiu o brilho, você retorne a firmar os pés nO Caminho e tenha a chama reacesa, deve ser seu, por isso o dinheiro estava quase todo ali, e não faltava muito para o pagamento do recibo. O que me cabe fazer, se você não notou note, é orar e escrever o que você está lendo ou tem lido (se quiser entender como o trabalho que tenho que fazer para que a sua Energia não seja interrompida, esteja à vontade). E no outro sonho, a mensagem aponta para o altar, por isso era somente homens (nos sonhos proféticos desse tipo de sonho, se você não sabe, a figura feminina representa a Igreja que escuta e a porção masculina representa a que dirige); por quem eu, e a Igreja nave, na pessoa da mulher comigo, temos que interceder. Onde não erro em nem um milímetro em te dizer que a mulher no segundo cenário comigo, é a mesma do sonho anterior, com o dinheiro sobrando para pagar a conta dela e cobrir, com a menor parte, não esqueça, a conta de outros – não confundir com transferência de responsabilidades. Homens, ou altares, que estão em prisão, mal revestidos, por isso eles sem camisa, e numa mistura de trevas com loucura, por isso parecia uma mistura de presídio com manicômio, e eu não os enxergando por conta da escuridão no canto onde eles escolheram se sentar; alguns que não sabem o que estão fazendo, por isso o moço com problemas mentais (que é simbólico, fique atento), mas por quem O Criador manda interceder e diz que tem visto que esses não sabem o que estão fazendo, porém sob influência maligna ainda que sem consciência disso, por isso a prisão; inconsciência que não é o caso de outros em prisão, por isso os demais presos afastados e num canto escuro (os que devem torcer o nariz para esta mensagem, quem sabe; mas a quem sugiro que ore ao Deus vivo perguntando sobre a vida deste que escreve e sobre se o que acabaram de ler vem mesmo da parte d’Ele, e então decida sobre suas vidas). Note que o moço do ‘problema mental’ foi o único que sentou conosco e aceitou a oração; as lágrimas nos meus e nos olhos da mulher, nós dois representando a porção do altar e da nave intercessores e torcedores pela recuperação do altar que se encontra precisando aprumar o passo, com problema no joelho (e graças a Deus, que toquei em só um dos joelhos), o que significa que, contudo, há crente ‘na igreja’, que se incomoda com a situação, se emociona e deseja muito que o altar capenga/manquejante se recupere, por isso choramos diante das palavras em favor daquele homem ao nosso lado – que é uma lembrança para que não haja quaisquer apontar de dedo, mas interseção e torcida para que o que manqueja aprume o passo. Eu, porém – e, todos a quem couber, quanto à interceder pelo altar em declínio, que devo me adiantar à Igreja-nave na proporção que cabe, como altar que represento, por isso eu estendia o meu braço sobre o colo da mulher, colo sobre o qual não deve haver carga nenhuma, por isso eu me antecipei à ela (com meu braço atravessado ali, não seria possível se colocar “bugiganga”, carga, nenhuma no colo dela – para o bom entendedor que, num contexto assim, sabe que pingo é letra, que entenda), e toco exatamente no joelho do homem, o que bem cabe você pensar mesmo no por que de O Criador ter desenhado o cenário evolvendo o meu toque exatamente naquela parte do corpo daquele homem, o joelho, enquanto pensa nesta escritura: (…)Portanto, tornai a levantar as mãos cansadas, e os joelhos desconjuntados, (Hebreus 12:12). Joelho que, desconjuntado nem anda direito e nem dobra. Quem tem ouvidos, ouça.
Ah, tem ainda mais ‘um carocinho’ de apostólo Paulo, que vi na minha Bíblia – que talvez tenha aí na tua também, que lembrei e vou deixar aqui um trecho que cabe a nós também, para você matutar nele um pouco, sobre exemplos a não darmos, que muito nos diz sobre “o refresco” que tomaremos até que O Salvador nos abrevie as dores, como não é ensinado: (…)Antes, como ministros de Deus, tornando-nos recomendáveis em tudo; na muita paciência, nas aflições, nas necessidades, nas angústias, Nos açoites, nas prisões, nos tumultos, nos trabalhos, nas vigílias, nos jejuns, Na pureza, no conhecimento, na longanimidade, na benignidade, no Espírito Santo, no amor não fingido, (2 Coríntios 6:4-6)
E para que você (e ainda com um ‘acrescimozinho’ provocador para quem sabe fazer essa conta e ainda estiver torcendo o ‘beiço’, que é que, para se está descansando sob a, embaixo da, sombra de alguém só se é possível se estivermos muito perto desse alguém; e aí você mesmo/a se avalia do quão perto você pode dizer que tem estado d’Ele) não me diga nem a ninguém que não te forneci elementos irrefutáveis o suficiente para te convencer de que você tem sido alimentado/a ou tem alimentado a outros com um tremendo equivoco – equivoco que não se aplica ao almofadinha do topete, por visto que, no caso dele e dum punhado de outros da laia dele, o negócio é feito de caso pensado -, somente como cereja do bolo, senta e ‘escuta’…
…Se lembra de Jesus dizendo que “Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus”? Então, e se te couber, se você não for muito cabeçudo/a e quiser sair do engano, sobre o crente que supostamente “mora no esconderijo do Altíssimo” não sofrer o dano da morte antes da hora e nem passar por enfermidade nenhuma e todo dia ser livrado e livrado e livrado de novo disso e daquilo, “tão gostoso de ouvir”, acompanhe as escrituras a seguir e depois você mesmo/a se faça a clássica pergunta e se responda, “como eu não vi isso antes”? (…)Perece o justo, e não há quem considere isso em seu coração, e os homens compassivos são recolhidos, sem que alguém considere que o justo é levado antes do mal. (Isaías 57:1)
E mais, sobre o memento em que dois dos discípulos se adiantaram em pedir Ao Salvador estarem “com a melhor parte”, assentar-se ao lado d’Ele, uma vez na Glória, veja a resposta d’Ele, e o que caberia a eles antes:
(…)Concede-nos que na tua glória nos assentemos, um à tua direita, e outro à tua esquerda. Mas Jesus lhes disse: Não sabeis o que pedis; podeis vós beber o cálice que eu bebo, e ser batizados com o batismo com que eu sou batizado? E eles lhe disseram: Podemos. Jesus, porém, disse-lhes: Em verdade, vós bebereis o cálice que eu beber, e sereis batizados com o batismo com que eu sou batizado; (Marcos 10:38,39)
Agora, você que tem, quem sabe nem somente preguiça mas ojeriza em meditar nas Escrituras, depois faça uma pesquisa no Google e veja se no Cálice que Ele bebeu e que tanto temia beber continha alguma dose dum bom vinho português, ou uma porção transbordante da Ira de Deus, por causa do tanto de pecado, também meu e também teu, que Ele assumiu, mas no fim acabou por aceitar ter o corpo partido mesmo sabendo que ia doer horrores, pra um monte de gente tola e preguiçosa da meditação bíblica, tá nessa ‘viagem’ de “mil à esquerda e dez mil à direita” e nada lhes acontecendo, se a hora disso ainda não chegou, e ainda correndo o risco de ficar de fora de viver enfim essa promessa, por causa de tanta distração: (…)E disse: Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres. (Marcos 14:36). Agora veja o que Ele disse, e não somente a alguns, mas a todos, e nesse todos estamos você e eu, depois de beber o Cálice, ser descido da Cruz e ressuscitar: (…)E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me. Porque, qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará. (Lucas 9:23,24). Mas ainda tenho pra você um cascudinho de Escrituras, pra depois te fazer uma pergunta, e você, vamos combinar isso, se responder com muita honestidade: (…)E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno (Mateus 10:38). E essa é a pergunta: se você nunca refletiu/meditou nos capítulos que detalham a crucificação de Jesus, Mateus 27, Marcos 15, Lucas 23 e João 19, vê se você, que já deve ter assistido em filmes aquele terrível momento, trazendo à mente aquela cena, consegue imaginar o tanto de sofrimento que Ele experimentou somente por aqueles 600 metros, que é a medida do caminho que Ele percorreu (e veja que Ele, pelo tanto de sangue que já havia perdido, sem nem conseguir manter-se de pé, teve que ter a ajuda dum homem por um trecho), caminho que, não por acaso, até o dia de hoje, NÃO tem o nome de Via da Alegria, mas sim, de Via Dolorosa, como seria isso de o crente, para segui-Lo termos que tomarmos a nossa cruz a cada dia, se pregadores do Salmo 91 tem te dito que a você não caberia mal nenhum já nessa semana, ou talvez nem isso, mas sim até o amanhecer do dia seguinte? E se lembre de que o combinado foi que sua resposta seria muito honestamente! Agora, quanto ao Hoje, se você quiser entender os livramentos como não da nossa carne, mas da nossa alma, mesmo com tanto tapa nas orelhas que o crente ainda levará até que Ele volte, conforme aqui, (…)Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; (2 Coríntios 4:9), aí você terá mandado muito bem. Se lembrando, porém, que esse ‘abatidos’ aí, é exatamente o que fazem com gado nos abatedouros – como foi feito com Ele, mas Ele, como havia prometido, voltou da morte. Não se distraia.
…Sobre o Amá-Lo Tão Encarecidamente:
(…)E Pedro começou a dizer-lhe: Eis que nós tudo deixamos, e te seguimos. E Jesus, respondendo, disse: Em verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou campos, por amor de mim e do evangelho,Que não receba cem vezes tanto, já neste tempo, em casas, e irmãos, e irmãs, e mães, e filhos, e campos, com perseguições; e no século futuro a vida eterna. (Marcos 10:28-30).
E aí, deixaria a família (mas olhe que na relação aí acima não consta que ‘a mulher deixará o marido’, por que o Marido não pode ser deixado, sacou a in’direta?) a casa ou o sitio, as posses, e se picaria pelo mundo (Ide por todo o mundo, lembra?), e somente com uma mochila e um chinelo, por amor à Ele e ao Evangelho? A tá, vamos dar uma aliviada: por amor a Ele e ao Evangelho, tem falado d’Ele ao vizinho e aos colegas de trabalho – e eles aceitariam tua pregação, se você lhes falasse? Tá, vamos facilitar mais um pouco, tem comprado uns folhetos – 100 unidades custa R$ 3,00 apenas – e entregue à pessoas de quem você chegue perto, sempre que vai à rua, ou tem acreditado que “servir a Deus é ir três vezes por semana, quando não somente aos domingos, aos cultos”? – Sim, aos cultos sim, que, apesar dos manipuladores da Palavra, ainda há os sete mil, que não se dobraram à Baal (só tenha o cuidado de pedir à Deus que te revele se aquele é um lugar onde a mensagem é genuína e as almas são a primeira preocupação dos que estão sobre aquele altar) – e se daria essas respostas, na frente dum espelho? E espero que não tenha te passado despercebido, que os cem vezes tanto – que você receberá – já neste tempo, em casas, e irmãos, e irmãs, e mães, e filhos, e campos – se refere à irmandade na fé com suas casas que te hospedarão (iam), nos campos que você sair para pregar, por amor ao Evangelho, e isso, com perseguições (com perseguições? Como assim, que conversa é essa, Jesus, e o Salmo 91, como fica?); e no século futuro a vida eterna! E olha só, que tão oportuna Escritura o Espírito Santo me trouxe à memora nesse momento, escrito por uma pessoa que acreditava tanto viver na eternidade mas sem deixar de ponderar, para nossa avaliação: (…)Sendo assim, não corro como quem corre sem alvo, e não luto como quem esmurra o ar. Mas esmurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para que, depois de ter pregado aos outros, eu mesmo não venha a ser reprovado. (1 Coríntios 9:26,27). Entretanto, digo com tudo o que te trouxe no texto de hoje, que, por não amar a Deus com todas as tuas forças, nem com toda a tua alma e nem com todo o teu entendimento, você estaria fora da Salvação? Claro que não. Mas digo com toda a força da minha alma, que a morada no Esconderijo d’Ele, na parte que nos cabe, digo à nos, depois dos nossos pais do passado, para quem primeiro esse Salmo foi escrito, será somente para quem O amou Tão Encarecidamente. Que é isso que diz o Salmo, e não o que os malandros da fé vivem te dizendo e você acreditado (até ouvi um pregador, o que achei não pregando essas mentiras, denunciando durante uma pregação sobre o Salmo 91, que ele soube dum pessoal vendendo, pasme, gente comprando “chá do Salmo 91”, dizendo ele, que extraíram a página do Salmo, e com ela feito o suposto chá milagroso), por isso toda atenção é pouca! O que nos dá a entender que sim, haverá lugar e lugar na Glória, como para quem tiver sofrido um bom tanto, como bem figuram os eunucos, mas guardado até o fim e com zelo os mandamentos d’Ele, conforme está escrito: (…)Também lhes darei na minha casa e dentro dos meus muros um lugar e um nome, melhor do que o de filhos e filhas; um nome eterno darei a cada um deles, que nunca se apagará. (Isaías 56:5). Reflete, que se haverá lugar entre muros e nome melhor para uns, isso indica que haverá, embora que salvos, também os que estarão do lado de fora dos muros e com nomes nem tão bons assim. E reflete ainda nesse cascudinho: (…)Eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra (Apocalipse 22:12). O que quer dizer que, conforme ‘a obra’ de uns, é certo que haverá gente que não, e duma vez por todas, não terá lugar de honra na Glória e logo que também não no Esconderijo do Altíssimo – à que, na verdade nos trás o Salmo 91, a sugestão de que, não tentá-Lo invocando equivocadamente o Salmo, mas busquemos amá-Lo Tão Encarecidamente para que, conforme seja, eu e você então tenha ‘moral’ de chegar diante do Portão d’Ele, dizendo: abre aí que sou eu.
Enfim, o fim, e esperando que tanto você, ‘mesa’, que tem sustentado ‘jarros’, e você ‘jarro’, que tem se apoiado em ‘mesas’, não me amaldiçoe por eu ter – e espero que eu tenha mesmo – desconstruído tudo o que você tem aprendido ou ensinado sobre esse Salmo, te afirmando que sim, se pisarmos numa jararaca seremos picado e se não corrermos para o hospital provavelmente morreremos; ou se ao menos chegarmos perto dum leão provavelmente seremos devorados; como, sim, ainda estamos sujeitos à sofrermos violências diversas, bastando cair nem mil ou dez mil, mas um ou dois ao nosso lado; e que também não é hora de vermos a recompensa das pessoas más, bastando que você olhe para um teu vizinho perverso, porém abastado em saúde e recursos; e que ainda não estamos imunes à doença nenhuma – o que não diz que um ou outro de nós não possa ser agraciado por uma ou outra cura, ou ter os nossos dias prolongados (eu mesmo já recebi essa benção), para que nós não esmoreçamos de Deus, e no fim sua pessoa me chame de “profeta de desgraças”, como os crentes daquele tempo alcunharam Jeremias, somente porque eu te falei a verdade. Ah, e falando em verdade, aqui me lembrando dos ‘profetas’ da mentira, pregadores de sopa e refresco, e sobre como será na Volta d’Ele, depois dê uma meditada nos capítulos de Zacarias, 13 e 14. E se quiser, e te cabe, perder o sono, aproveite a oportunidade.
No mais, bora de teste de fogo, para se fazer diante do espelho: (…)Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. (João 13:34,35). E ainda mais um tantinho de João, que nos provoca: (…) Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? (1 João 4:20) Agora é contigo!
Jesus é bom!
Antonio Franco Nogueira – à serviço do Reino eterno.


