
Antônio Franco Nogueira, “Alô, pai, sou eu!”
Esse é o cenário: o telefone está sobre a mesma. Ele olha, sai, dá uma volta, retorna, olha de novo para o aparelho, e nada. Sai novamente e, andando para um lado e para o outro com as mãos cruzadas para trás, dá outra olhada por cima dos ombros na









