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Antônio Franco Nogueira: “A culpa do espelho por nossas espinhas”

espelho

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(...)Porque este é o anunciado pelo profeta Isaías, que disse: Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas  (Mateus 3:3) Ilustração Google

Recém-chegado ao lugar, e incomodado com seu mestre, que não pregava sobre Deus aos aldeões do entorno, um discípulo expressou ao ancião a sua inquietação. O mestre então, sabendo muito bem o que o discípulo encontraria, o mandou às aldeias perguntar o que cada pessoa mais urgentemente estava necessitando e voltasse somente depois de ter ouvido a todos. Dias depois ele volta e o mestre pergunta: e então, o que te disseram? Uns disseram, respondeu o rapaz, que precisavam muito arranjar um trabalho; outros, que precisavam dum emprego melhor; outros, que precisavam mudar para uma aldeia mais evoluída; outros, que as esposas, ou os maridos, que os haviam abandonado, voltassem para casa; outro, que necessitava duma moto ou mesmo bicicleta, para chegar mais rápido ao serviço; outros, que sua urgência era uma casa maior, por causa da família, que cresceu; outros, que sua maior urgência era a cura duma enfermidade que sofria; outros, que conseguisse se mudar daquela rua, por que não suportava olhar na cara dum seu vizinho; houve uma mulher que, por causa de sua idade, disse que a maior vontade dela era enfim engravidar e ter o seu tão sonhado filho; teve também uma senhora que disse que a sua vontade mais urgente era encontrar seu cãozinho de estimação, que era a alegria da casa, concluiu o moço. Entre todos não houve sequer um que dissesse que precisava conhecer a Deus? Perguntou o mestre. Cabisbaixo, o jovem respondeu: não meu senhor, nenhum; e abraçou pesaroso o sábio ancião. Pois é, meu jovem, arrematou o velho, de Deus só se fala a quem quer saber sobre Ele.

Isso que você acabou de ler, se trata duma fábula que ouvi uma filosofa muito bem conceituada, Lúcia Helena Galvão, contar. E foi inevitável a lembrança das orientações que o próprio Jesus deu aos seus discípulos, sobre a importância de evitar darmos o que é de valor a quem só dá valor ao que nenhum valor tem – como fazia aquele sábio, e que não à toa está escrito apenas no evangelho de Mateus – sobre o “apenas”, mais adiante você vai entender: (…)Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas, não aconteça que as pisem com os pés e, voltando-se, vos despedacem. (Mateus 7:6). E aí não tem como não imaginar para que lado iria – claro que, sem a menor noção do valor das pérolas, um porco diante do qual se pusesse em cada canto do chiqueiro um balde cheio de pedras preciosas e outro cheio de lavagem.

Agora imagine uma pessoa que contrata um profissional, se mulher, para fazer um vestido, se um homem um terno, de forma presencial. Durante a confecção da vestimenta, é comum saber que tanto o alfaiate quanto a costureira, experimenta a peça no corpo do próprio freguês com o fim de que a roupa fique o mais ajustada possível. Então, depois de pronta, e vestido o freguês, mesmo que tenha sido ele, ou ela, à pagar, logo o/a dono/a, e tenha sido feita para ele/a, e nele/a, a pergunta é: quem é maior, a roupa ou o dono da roupa? Acho que você concorda comigo que o dono da roupa – afinal ainda há ali, a cabeça e os membros da pessoa pra fora da roupa. Ok. Parece sem sentido isso, por óbvio que essa conclusão é. Agora vamos colocar em paralelo a passagem bíblica que me inspirou essa analogia, que muito vai te fazer pensar, considerando a harmonia de que somos testemunha que há em tudo que está criado em cima e embaixo – a começar pela perfeição da maquina que se chama Humana embaixo e na harmonia das luminárias que nos servem lá de cima, se há algum sentido uma pessoa negligenciar ou recusar ser feito, ou negligenciar a oportunidade de um dia se tornar de fato, membro do corpo que tem como Cabeça Àquele que costurou tudo isso segundo se registra que (…)nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra; …Tudo foi criado por ele e para ele (Colossenses 1:16), se estimado o tamanho de tudo e que Ele é ainda maior do que Tudo em tamanho e poder? Já tinha pensado nisso? Não que você seja dos que vivem a vida dissolutamente, à desperdiçando com futilidades sem se dar conta da bobeira que está dando (quando te mostrar a Escritura que me trouxe a analogia do alfaiate e a costureira, se você for dos que creem que Deus existe, não pouco vai te fazer vibrar; ou mesmo que você não creia, minha aposta é a de que você, no mínimo, repensará sobre), mas te convido a deixar o que você estiver fazendo que pense ser relevante para vir refletir comigo nesses números que, se pararmos para pensar, é de fazer perder o sono se até aqui nos achávamos ser “alguma coisa”. Ademais disso, seguro de que se você chegou até aqui é por que você tem no mínimo vontade de mais d’Àquele que te fez sabendo distinguir a diferença do que é de valor frente ao que são apenas bolotas para porcos, vale registrar que, crendo n’Ele ou não, fato é que (…)Deus trará a julgamento tudo o que foi feito, inclusive tudo o que está escondido, seja bom, seja mal. (Eclesiastes 12:14), com o consolo de que, para os que creem, as más obras dantes cometida serão apagadas das anotações dos anais do Céu, se “de pé” estiver o individuo ao ser “chamado” a ir à Ele ou quando Ele aqui retornar. E Ele retornará.

E os números são que – e preste bem atenção nessa conta, que é bem básica mas que nos dá uma noção espantosa da questão, segundo a Ciência, o raio do universo observável, isso o observável, o que pode ser estudado, avalie o que está muito além disso, é estimado em cerca de 93 bilhões de anos-luz; ano-luz que é “a distância que a luz percorre em um ano terrestre – 365 dias”, viajando a uma velocidade de aproximadamente 300.000 (trezentos mil) quilômetros por segundo, o que, somados nos dá esses 93 bilhões de anos-luz, um numero assustador. Falando em numero assustador, os estudiosos do tema dizem que há mais de 10 sextilhões de estrelas somente no universo observável – por isso as escrituras bíblicas dizem que são incontáveis as estrelas no céu. Isso é resultado da estimativa de que existam cerca de dois trilhões de galáxias no universo observável, cada uma contendo em média 100 bilhões de estrelas. Daí, somado à estimativa de que exista aproximadamente dois trilhões de galáxias no universo que eles conseguem medir, e que tem gente metida a besta a ponto de confiar somente no cadinho de dinheiro, de poder e na beleza que, ainda, tem, ou nem tem, que não reflete que a poeira de gente que ele/a é, está dentro do pó de Terra que, juntamente com outros tantos planetas, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, e até bem pouco tempo também Plutão, está dentro de APENAS UMA dessas galáxias, a Via Láctea, onde está o Sistema Solar em que nos encontramos, e tentando entender o que viria a ser em tamanho essas trilhões de galáxias que há até onde se pode observar, como não concluir que uma pessoa dessa ainda não acordou para o fato de que, sem fazer ela parte do Corpo de quem Costurou tudo isso, ela não está valendo nem o fiapo pendurado na roupa que ela mandou fazer e que, quem costurou logo, logo vai enrolar no dedo, puxar, jogar no chão e pisar em cima? Imaginou a cena? Ah, ainda sobre tamanho e poder, para os que tentam desesperadamente colocar limites em Quem costurou tudo, eles até tem tentado, mas concluíram que não há uma borda ou limite definido para o universo. Que eles chupem essa manga.

Já faz um tempinho que Esse de Quem estou te falando, me levou em visão à casa do apóstolo João. Eu morava na casa, era uma casa bem simples, de chão batido, porém bem limpinha; bem organizada. Então despertei. E logo entendi: o que faria um discípulo que morasse na casa dum apóstolo, senão que estaria ali aprendendo? Daí percebi que a ordem de Deus era para que eu buscasse meditar nos escritos daquele apóstolo, do evangelho dele às cartas que escreveu. E como sei que quem aprende o próximo passo a dar é ensinar, e que certamente essa era a vontade de Quem me transportou naquela visão à 2000 anos atrás, fui a eles, digo aos escritos. Lembra-se do trecho que te disse que havia me inspirado a analogia dos costureiros? Pois é, ele está justamente no evangelho de João. Leia atentamente, que é profundo:

(…)Minha oração não é apenas por eles. Rogo também por aqueles que crerão em mim, por meio da mensagem deles, para que todos sejam um, Pai, como tu estás em mim e eu em ti. Que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. Dei-lhes a glória que me deste, para que eles sejam um, assim como nós somos um: eu neles e tu em mim. Que eles sejam levados à plena unidade, para que o mundo saiba que tu me enviaste, e os amaste como igualmente me amaste. (João 17:20-23). Conseguiu entender o significado disso, de fazermos parte d’Eles, parte do mesmo Corpo do Filho, que está no Pai e do Pai, que está no Filho; os dois sendo maior do que o Universo visível e também do não visível, que, aliás, não há borda ou limite? Lembra-se dos números estrondosos somente do que é visível? Agora some a isso tudo o Universo que não se permite estudar e, pondo na conta o fato de que quem costurou tudo isso é bem maior do que isso tudo, e veja se você consegue mensurar o tamanho do que é ser chamado para ser parte não do que foi costurado, mas do Corpo de Quem tudo isso costurou? Notou Ele tentando te tirar do entendimento raso? Tem noção do que isso representa para um mortal, que nessa vida sequer aguenta com uma dor de barriga, mas na vida futura, se quiser, pode se vir revestido de tamanho poder? Pra te ajudar um pouco no calculo disso, porem numa ilustração limitada – já que os mares tem limite, imagine os rios que, antes de desaguarem no mar tentam ‘resistir’, assoreando as margens, como que tentando se agarrar a alguma coisa, mas que logo se percebem como parte de algo muito maior do que a tira d’água que ele era. Pois é, agora tire da Terra o pensamento e o eleve ao Universo. Mensurou?Por enquanto, porém, seremos odiados por amarmos Quem nos amou primeiro, mas o que nos é dito é que a nada devemos temer, já que Àquele que tem contado, já que a conversa aqui é poder sem medida, até os cabelos das cabeças de cada um dos oito bilhões de pessoas desse mundão, conforme você pode conferir em Mateus 10: 30, e ainda com a garantia de que (e aqui temos uma EXTAORDINÁRIA revelação, a de que na salvação não perderemos a forma que temos – ainda que seremos um pouco maior (veja Mateus 6: 27), mesmo depois de aperfeiçoados os arrebatados e os ressuscitados de sob a terra) nenhum fio de cabelo da cabeça de quem estiver no Corpo d’Ele se perderá, conforme versa Lucas 21: 18. Isso para quem crê. Aliás, para descontrair, um convite irrecusável ao sujeito que luta com sua calvície e à mulher que vive assombrada com sua queda de cabelo, seja pobre ou rica…

Mas, olha, não há em nenhum dos textos por mim publicado, e neste também não, uma única palavra que te diga que teremos refresco algum até que tudo seja consumado, seja por nós “indo” ou Ele voltando. Mas veja que interessante a dica que Ele nos dá com essa visão que me fez experimentar, agora com outro apóstolo, que é bem parecida com a que Ele me deu morando na casa do apóstolo João, senão por um detalhe, e detalhe consolador, para quem tem medo da pobreza:

Algumas pessoas estavam estourando bexigas, e eu observava bem um homem que tinha nas mãos uma bexiga meio murcha, como que celebrando alguma coisa; só que, inquieto com aquela celebração que, para mim, soava como vã, tenho então o entendimento de que eu estava dentro do mesmo condomínio, aliás, um excelente condomínio, em que morava o apóstolo Mateus, e de que eu devia ir ate a casa dele buscar alguma coisa, como uma informação. Então despertei. E de pronto entendi que eu estava recebendo de Deus a ordem para meditar também no evangelho de Mateus, que é de onde eu tiraria a informação do que aquele sonho se referia. Sobre que naquela época não existia condomínios e tão pouco eu vivi naquele tempo te falo já. Mas você notou que, se eu estava dentro do mesmo condomínio, as pessoas que estouravam as bexigas, celebrando o que eu não sei, mas que era por mim reprovado também estavam no mesmo ambiente em que morava o apóstolo? Então por que a reprovação àquela celebração, se em tese uma pessoa estando no mesmo ambiente dum homem que sabemos é aprovado pelos Altos céus estariam também elas muito bem na fita? Antes, lembrando a você que o cenário dos sonhos, sejam coisas, sejam pessoas, e até expressão de sentimentos é montado pelo Espírito Santo, sendo Ele tudo o que vemos na visão – até um demônio que você veja é Ele tomando aquela forma para te mostrar o mal te espreitando pra te destruir (que ninguém que quer matar uma pessoa, a fim de alertá-la jamais ficará escondido na esquina duma parede assobiando e pondo o bico do sapato pra fora a balançar avisando que ele está escondido ali, e logo não vai te dar sonho algum mostrando a cara feia dele pra você). Dito isto, vamos para as perguntas que te trás a interpretação que te traz a situação daquelas pessoas estourando aquelas bexigas – e muita atenção aqui, você que se entende já aprovado só porque não perde um culto: é todo mundo que se encontra dentro dum condomínio, morador daquele condomínio? Tem o visitante de alguém que more num condomínio, garantida por seu amigo morador, a sua permanência no condomínio, se esse visitante infringir costumeiramente as regras do condomínio? E ainda mesmo que morador tem morador algum dum condomínio garantida a sua permanência como morador se esse morador compromete a paz de outros moradores? Acertou se todas as suas respostas formam Não. Aliás, sobre essa ultima questão, o apóstolo Paulo, o homem tido como o maior dos apóstolos em trabalhos, também concorda com você: (…)Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado. (1 Coríntios 9:27). Foi por isso que O Espírito Santo chamou minha atenção para um homem – que representa o altar – tentando estourar uma bexiga meio murcha, não completamente cheia, indicando que tem gente, principalmente da direção, por isso um homem, que está fazendo a conta errada: tá celebrando o que ele não deve ainda celebrar, por isso minha estranheza, por visto que sua bola não tá cheia como ele pensa. Entretanto, porém, todavia, para quem vier a caber, notou a diferença de onde morava o apóstolo João – do mais que houver sobre ele ter aparecido como morador naquela casa eu ainda não sei, mas que por desmerecimento tenho certeza que não foi, mas, além de para nos mostrar o poder que teremos sobre o passado o presente e o futuro e, em parte, a vontade Do Salvador expressada naquela oração que só se encontra no evangelho daquele apóstolo, também para servir de referencia do antes, na escassez, e o outro apóstolo do depois, na abastança – visto a casa de João frente à moradia do apóstolo Mateus? Aliás, condomínio que não me parecia ser em outro lugar, senão na Terra, que é = a (…)Os céus são os céus do Senhor; mas a terra a deu aos filhos dos homens. (Salmos 115:16); (…)Porque, eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá mais lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão. (Isaías 65:17); (…)E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, preparada como uma esposa adornada para o seu marido. Apocalipse 21:2) – SAI DO ENGANO. Tendo na mente que lá atrás não havia condomínios e muito menos nos padrões atuais, botou na conta que num cenário assim, Mateus figura como o que caberá para os que doaram a vida ao Evangelho; que uma pessoa da envergadura do apóstolo Mateus, claro, por fim não ‘moraria’ num condomínio chinfrim, já que ele, como são todos os aprovados, é filho do Dono de todo ouro e de toda prata que há; e que, entendendo que se trata a visão com Mateus dum apontamento para o que espera no futuro quem sofre nesse tempo presente, sofreu no passado e tudo deixou por amor Àquele que o chamou, o chamamento aqui é o mesmo, e os obedientes dentro do cabido a cada um, serão também os primeiros a serem contemplados – CONFORME AQUI: (…)E Jesus, passando adiante dali, viu assentado na recebedoria um homem, chamado Mateus, e disse-lhe: Segue-me. E ele, levantando-se, o seguiu – Mateus 9:9? Pois é, por isso que se diz que, (…)Se quiserdes, e obedecerdes, comereis o bem desta terra. (Isaías 1:19) – em tempo, que se refere não a semana ou mês que vem, mas à vida durante o reino milenar, para você não se confundir. Por isso que se diz: (…)Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos. (Apocalipse 20:6). Mil anos que, e eu creio muito nisso, ao seu fim, enfim entraremos na eternidade. O dia eterno. O domingo do recomeço sem fim. Ou você acha que é por algum acaso que justo o domingo é o primeiro dia da semana; e dia mais colorido, dia de descanso como em nenhum dos outros seis dias – tipo, “hoje é só alegria…”? E exato dia em que Ele, o autor da oração de João 17, que nos convida para sermos grande com Ele e o Pai, acordou da morte e estabeleceu a promessa para o novo tempo por vir? Num domingo não foi por acaso. Reflita nisso.

Mas, e a partir daqui te pedindo que medite em cada informação com profundidade, antes de encerrar não posso deixar de te entregar o que quer O Senhor falar a quem possa caber, quando me mandou ir à casa do apóstolo Mateus, buscar uma informação, na verdade uma gama de informação, que te servirá de antídoto para a picada que, quem sabe, eu disse quem sabe, você já tenha levado da antiga Serpente. E esta é, além do que versam o primeiro e o segundo capítulos, onde no primeiro Ele começa tudo orientando à Maria por uma visão e a José em diversos sonhos sobre o que estava por vir, do nascimento de Jesus à perseguição e morte de Herodes (Mateus 1 e 2); onde mostra, na genealogia de Jesus, que com um homem chamado Jacó e um filho chamado José que figura o Jesus que está falando contigo por esse texto, Ele começou (Gênesis 28) a preparar um povo lá atrás, e (em Mateus 1), quase 2000 anos depois, também se chamava Jacó o homem de cujos lombos sairia um homem também chamado José, que viria a ser pai (adotivo – e aqui se esconde um grande mistério que te convida a refletir sobre a razão de nós termos a chance de também nos tornarmos filhos do Deus Criador, porem também por adoção, que depois posso te contar noutro texto) do Jesus que faria aquela tremenda oração de João 17, quando agora não estaria preparando um povo, mas começaria a seleção dos que aceitariam os termos para sermos tornado membros do Seu Corpo, e como não considerar o valor duma informação tão importante como essa, dessa harmonia e sintonia desses nomes, de tempos tão distantes duma pessoa para a outra, dois mil anos, como você acabou de ler ou já havia lido porem não percebido, se essa engenharia terminantemente não aconteceu assim por qualquer acaso, mas para chamar a atenção de quem quiser prestar atenção; e do rei Herodes, em Mateus 14, que ainda não O tinha visto pessoalmente, atribuindo os milagres que soube que Jesus fazia, à João Batista, que ele mesmo havia mandado matar, para ele, João havia ressuscitado e por isso fazia os milagres – como uma dica clara que a Escritura nos dá do poder que terá uma pessoa ressuscitada (digo as aprovadas – exemplo no meu retorno à casa de João no passado de dois mil anos, e a viagem à casa de Mateus num futuro que não imagino o quanto, mas que penso que não estará muito longe devido ao condomínio não de padrões futuristas, mas atuais) – o que não se entende (apesar de que nós sabemos a razão) é o porquê de eles não terem aceitado a Sua pregação se sabiam da ressurreição e do poder que estará sobre os ressuscitados. Por isso que se diz que (…)Naquele tempo ouviu Herodes, o tetrarca, a fama de Jesus, e disse aos seus criados: Este é João o Batista; ressuscitou dos mortos, e por isso estas maravilhas operam nele (Mateus 14:1,2); e da proibição de um homem fazer sexo com a mulher do seu irmão – leia também seu semelhante, estando este ainda vivo; e do problema com a guarda do sábado literal, e nada guardado de misericórdia para com o irmão, conforme em Mateus 12; e da dica de se está atento para com as árvores, a boa e a má, observando as atitudes duma e da outra, para não sermos enganados – por isso a afirmação de que (…)O homem bom tira boas coisas do bom tesouro do seu coração, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más. (Mateus 12:35); e do cuidado com nosso falar na direção do nosso irmão/próximo, para que não acabemos sendo cobrados pelo que tivermos dito – por isso que se diz que (…)por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado. (Mateus 12:37); e da relação harmônica que deve haver entre os irmãos, de que não se deve esquecer, pelo perigo disso para o sucesso da missão entregue a cada um, e da qual todos prestaremos conta – por isso que se diz que (…)Todo o reino dividido contra si mesmo é devastado; e toda a cidade, ou casa, dividida contra si mesma não subsistirá. (Mateus 12:25); da despreocupação que deve ter os menores se humilhados pelos maiores, por quais coisas eu não sei, Deus sabe, para com os quais, e a quem couber a carapuça aproveita e veste, Ele TEM ESTADO CALADO, por visto que Ele diz que são aos menores que Ele tem revelado as maiores coisas – por isso que Ele diz: (…)Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos. (Mateus 11:25), só não deixando de entregar o que do Céu você tem recebido, que Quem mandou é que te garante, (…)Portanto, não os temais; porque nada há encoberto que não haja de revelar-se, nem oculto que não haja de saber-se. O que vos digo em trevas dizei-o em luz; e o que escutais ao ouvido pregai-o sobre os telhados. E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo. (Mateus 10:26-28); que, quem quer perdão também deve dispensar perdão, doutra forma até o perdão obtido, uma vez diante d’Ele sem ter perdoado a quem deveria, seu perdão lhe será  retirado, conforme me disse Mateus, em 18; 23-35; que não deve o marido abandonar a esposa somente por que ela engordou ou não sabe cozinhar direito ou não gosta de lavar louça, que isso é reputado como dureza de coração, e se por causa do abandono ela se envolver ilegalmente com outro, o adultério será não só dela, mas do marido casca-dura também, como me disse Mateus em 19; 3-9; que tudo é extraordinariamente real e exemplo da contagem perfeita do tempo há escondido nos eventos registrados, que é de nos tirar o fôlego se refletirmos na experiência vivida por Pedro, Tiago, e João, no monte da transfiguração, quando Ele se mostrou glorificado, reluzente, para os apóstolos, que aconteceu seis dias depois (se você contar do domingo, depois do sexto dia será o sétimo dia, o sábado – o dia do reinado milenar que versa Apocalipse, dia que antecede o domingo, o dia do recomeço da semana, só que dali por diante não o dia duma semana que começa de novo, mas o dia eterno em que O Filho devolverá o bastão do reinado Ao Pai), por isso Ele se revelou glorificado justo no dia, o sétimo, que aponta para quando Ele enfim e de fato reinará, como me disse Mateus em 17: 1-8, para dizer a você por ordem de quem você já sabe; e também que você tenha cuidado com as doutrinas inchadas pelos homens, e que esteja atento/a ao trabalhar d’Ele, pra você não passar batido/a, como fizeram até os discípulos (Mateus 16; 6-12); que – e aqui um esclarecimento e um consolo fenomenal, você não é obrigado a terminar os teus dias num lugar em que não te deixam cumprir tua missão – e nada estou falando de lavar os banheiros, varrer o salão nem trabalhar na cantina, etc. (salvando a devida proporção, quando lê cidade leia igreja/ministério e quando ler cidade de Israel leia Mundo), e tem permissão pra picar tua mula de lá, que não terminaremos essa tarefa, a da pregação do Evangelho, sozinhos, mas juntamente com Ele (que é Quem terminará a boa obra que começou), por isso que Ele diz que (…)Quando pois vos perseguirem nesta cidade, fugi para outra; porque em verdade vos digo que não acabareis de percorrer as cidades de Israel sem que venha o Filho do homem. (Mateus 10:23), ou seja, quando Ele voltar ainda haverá gente que não terá tido conhecimento d’Ele; que não deixe que te confundam, te incutindo na mente que o Pão de cada dia, da oração do Pai Nosso, seja qualquer farofa que você precise comer todo dia, de Mateus 6: 6, que aquele Pão que você deve desejar ter todo dia uma porção se refere a Àquele que orou ao Pai pedindo que você esteja nEles no grande Dia, por visto que Ele jamais se contradiz, se no mesmo capítulo a ordem é para que (…)Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos; Porque todas estas coisas os gentios procuram. Decerto vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas; Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. (Mateus 6:31-33); mas Mateus me informou também, que não tem nada de bom guardado pra quem tem vergonha de subir no banquinho e gritar que Jesus, que fez aquela oração, lembra, salva e que somente Ele salva, mas tudo de bom está guardado, certamente que também moradia dentro dos muros do condomínio, para quem subir no tamborete a qualquer tempo e hora e gritar o Nome d’Ele, por isso que Ele mesmo é que diz que (…)Quem, pois, me confessar diante dos homens, eu também o confessarei diante do meu Pai que está nos céus; Mas aquele que me negar diante dos homens, eu também o negarei diante do meu Pai que está nos céus.  (Mateus 10: 32,33); outra coisa igualmente importante, para quem não quer chegar diante d’Ele estando muito mal na fita, que o apóstolo me disse, sobre quem prega e quem ouve a mensagem, foi que (…)Quem vos recebe, a mim me recebe; e quem me recebe a mim, recebe aquele que me enviou. Quem recebe um profeta em qualidade de profeta, receberá galardão de profeta; e quem recebe um justo na qualidade de justo, receberá galardão de justo. E qualquer que tiver dado só que seja um copo de água fria a um destes pequenos, em nome de discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão. (Mateus 10:40-42); mas, olha, em tudo que o apóstolo Mateus me contou eu vi muita importância (na verdade é muito mais do que eu escrevi aqui, o que sugere, tendo em conta Quem é que está querendo que saibamos do tanto de informação que ele tem para nos passar, e a que resultado o interesse por isso pode nos levar, o melhor a fazer é depois ir ao livro todo), já o convite que pode habilitar quem quiser ser habilitado a fazer parte dos que estão no coração d’Ele naquela oração de João 17, para mim foi a cereja do bolo, ou a tampa da panela, como sempre digo, por que Ele, que tem sido rejeitado desde sempre, hoje diz, e quase no apagar das luzes ainda diz: (…)Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. (Mateus 11:28-30). É isso.

Porém, como eu abri a mensagem com uma fábula que para mim jamais se tratou duma fábula, posto que, pelo apelo que Ele ainda faz, já à uma hora dessas, e visto a resposta que deu cada um dos consultados por aquele desapontado discípulo, do que eles tinham por mais importante a alcançar, preferindo ir cada um para o balde de lavagem do que para o balde de pérolas – para depois colocarem ‘no espelho a culpa por suas espinhas’, me permita fechar também com uma fábula que até me provocou uma reflexão sobre que tanto também eu O quero. – Mestre, disse um jovem ao abordar um velho sábio, eu gostaria de me tornar um discípulo bem sucedido. Para que? Pergunto o sábio. Para conhecer mais de Deus, disse o jovem. Muito bom, respondeu o mestre, que agora caminhava levando o rapaz pelo braço. Ao chegarem à beira dum lago, entrando um pouco na água, o mestre agachou e convidou o rapaz para agachar com ele bem ao seu lado e com o rosto quase tocando na água. Agachados os dois, o mestre segurou forte na nunca do moço e, mergulhando e segurando firmemente sua cabeça completamente imersa por um tempo e só soltando quando o moço já se debatia, o ouviu falar quase sem fôlego: o senhor ficou louco? Ao que o mestre perguntou: me diga, enquanto você estava embaixo, na água, o que mais você desejou? Respirar, claro; respondeu o jovem. Que tanto? Perguntou o mestre. Não dá para mensurar, disse o rapaz. Muito bem, se o tanto que você desejou respirar for comparado ao tanto que você quer conhecer de Deus, então será um discípulo bem sucedido. É o seu caso? Não, a fábula terminou na frase Bem Sucedido. A pergunta está sendo feita a você. Por isso que se diz que (…)Tudo quanto tem fôlego louve ao Senhor. Louvai ao Senhor. (Salmos 150:6)

(…)E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim;

Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. (João 17:20,21)

Jesus é bom!

Antônio Franco Nogueira – a serviço do Reino eterno

‘(...)A fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos.  (Hebreus 11:1)’

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